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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O colapso brasileiro. O cenário que vem por aí: Operação Urubu

O colapso brasileiro














59 milhões de brasileiros estão com 

as contas atrasadas. 

“A inflação corrói a renda” diz Serasa.

A inadimplência em janeiro/2016 atingiu 
59 milhões de brasileiros.
É maior resultado desde 2012, segundo a Serasa Experian 




Financial Times: 

“Se o Brasil fosse um paciente internado, 

seria um doente em estado terminal”



O jornal britânico Financial Times foi curto e grosso: 

“Se o Brasil fosse um paciente internado, os médicos 

do pronto-socorro o diagnosticariam como 

doente terminal. 

Os rins já pararam; o coração vai em breve”

“O sistema político brasileiro é bem conhecido 
por ser pobre. 
Agora também não está funcionando”
Em matéria divulgada com o título
“A terrível queda do Brasil da graça econômica”,
o jornal afirma que a economia do Brasil está 
“uma bagunça”, e que deve encolher até 2% este ano .
“As finanças públicas estão em desordem”.
“Dado o difícil ambiente externo – 
a desaceleração da economia da China,
o colapso dos preços das commodities 
e a alta dos juros dos EUA
– o Brasil está sofrendo os primeiros sinais 
de um estresse econômico extremo”, publicou o “FT”.
O jornal aponta a crise política sofrida no país:
“Dilma Rousseff, a presidente, 
não é amada por seu próprio partido,
e sofre forte rejeição: 
ela é a presidente mais impopular da história do Brasil.
Por isso é quase impossível para ela 
responder adequadamente aos problemas econômicos.
Especialmente com o Congresso 
mais preocupado em salvar a própria pele
de uma investigação de corrupção 
que desviou US$ 2 bilhões da estatal de petróleo,
a Petrobras”. 

http://g1.globo.com/globo-news/conta-corrente/videos/v/pib-da-industria-cai-12-no-primeiro-trimestre/5065040/

O cenário que vem por aí

O colapso do Brasil depois do golpe das operações de infiltração nas empresas estatais, das eleições fraudadas e do desvio de dinheiro para fora do país, converteu-se numa rede de proteção dos bandidos no poder, que protege uma “mega-operação” do tipo “roube o que puder”, em níveis que destroem qualquer país ou nação.

Um dos danos nessa condição de assalto generalizado, tem sido o fechamento dos postos de trabalho formais. Muitos trabalhadores agora simplesmente não são pagos, e o que recebem é quase sempre ilegalmente baixo. Os empregadores retiram das contas das empresas o que lá encontram e transferem tudo – preferencialmente para fora do país ou, no mínimo trocam para alguma moeda estrangeira ou ouro.

Os atrasos salariais são cada dia maiores, porque, com a dívida dos estados e municípios na véspera de dar calote nos milhares de funcionários públicos de baixo calão e aos aposentados, os cleptocratas e empresários começam a abandonar o navio.

Já viram que os empréstimos externos secaram, e que o valor do real só despencará cada vez mais.

O anúncio, pelo Planalto, de que subtraiu os repasses para estados e municípios, será a gota d’água para os credores externos e fornecedores. Nesse intervalo de tempo, será suficiente para que banqueiros, empresários e outros “agentes econômicos” tirem do país a quantidade possível de ativos, o máximo de reais e de dólares que possam, antes do iminente colapso que virá, após março; tudo indica que em junho ou julho.

Nessa situação de pré-bancarrota, esvaziar as prateleiras significa não pagar empregados, fornecedores e nem outras contas. Há notícias de que os salários em atraso já alcançariam, mais de 1 milhão de trabalhadores. Essa situação levará ao quadro de guerra civil disseminada, com paralisação dos serviços de saúde, escalada de violência sem precedentes secundária ao sucateamento das polícias, principalmente a polícia federal; escalada do aumento do preço dos combustíveis; inflação e desvalorização do poder de compra, associado ao desemprego em massa, epidemias de vírus Zika, Dengue e Chikungunya com milhões de pessoas infectadas, após o carnaval de 2016, com total falta de assistência à saúde sendo criadas zonas de quarentena com proibição de deslocamento entre cidades; resistência aos antibióticos das super-bactérias nos hospitais, aparecendo quadros de infecções generalizadas(septicemia) a matar milhares de doentes; fazendo com que as pessoas não queiram ficar internadas para não morrerem de infecção hospitalar.

Haverá falta gigantesca de funcionários, devido às incapacidades deles em trabalhar doentes, levando ao desabastecimento de alimentos, combustíveis, medicações, roupas e até oxigênio nos hospitais; associados à isto, greve de caminhoneiros, de motoristas e de taxistas, que se recusarão a transportar pessoas doentes; bloqueios de estradas por movimentos de esquerda do tipo MST, Black-blocks, PCC, Comando Vermelho, que se encontram espalhados pelo país, só esperando as ordens de Dilma, Lula e Stédile.

Greve de bancários, devido à impossibilidade de manipularem o dinheiro, com medo de se contaminarem com as cédulas, associados aos ataques de quadrilhas do crime organizados em carros fortes e agências bancárias.

Apagões de energia, internet e de redes de celulares, com deficiência de trabalhadores para operarem e fazerem a manutenção das referidas redes.

Desabastecimento de supermercados, padarias, lojas e feiras livres, pelas crises de combustíveis e operadores do sistema de transporte.

Aumento de saques, assassinatos, roubos, estupros, vandalismo.

Interrupção no fornecimento das mercadorias vindas dos outros países, secundário às sucessivas notas de rebaixamento do Brasil e devido à falta de cumprimento dos compromissos frente às instituições financeiras internacionais.

Esvaziamento dos bancos, devido aos saques sucessivos nas contas correntes e poupanças e à inadimplência dos clientes de cheques especiais e cartões de crédito.

Os únicos compradores existentes serão os milionários ainda existentes, os europeus e os norte-americanos. Vender aos estrangeiros será, o único modo de gerentes e proprietários obterem algum retorno significativo – e sendo pagos em moeda garantida depositada em contas no exterior, bem longe das futuras taxas e multas brasileiras.

Os mercados de ações entrarão em queda rápida, com fechamento de grandes empresas e fuga de capitais, havendo privatização em massa de estatais para angariar dinheiro para os políticos e governantes.

O mesmo se dará no mercado do trabalho.

Os novos compradores reorganizarão os ativos e empresas que comprarem, declarando a falência das empresas antigas e dando calote nos salários atrasados, junto com qualquer outra dívida incômoda que os empregados imaginem ter a receber. As empresas reestruturadas declararão que a falência apagou qualquer dívida que os ex-proprietários (ou as empresas públicas) devessem aos empregados. É o que fazem nos EUA os compradores da massa falida de empresas: apagam quaisquer obrigações que haja com pensões ou outras dívidas. Lá e aqui, esses urubus declararão que “salvaram” a economia brasileira e a tornaram “competitiva”.







Operação Urubu



Não sei que nome-código darão a mais esse “golpe padrão”.

Sugiro chamá-lo Operação Urubu.

O problema não será só receber salários atrasados mas, também, conseguir algum salário mínimo necessário que permita sobreviver.

Sairão às ruas e protestarão, mas simplesmente não serão pagos.

Usarão os sofrimentos dos trabalhadores como manto de proteção, para exigir outras reformas.

Essas outras reformas podem incluir advertências bem explícitas de que qualquer venda a estrangeiros, de terras, matérias primas, aparelhos de infraestrutura e outros itens do patrimônio público, que são negócios que serão desfeitos no futuro, quando houver no Brasil governos menos corruptos.

As dívidas, assumidas pelo governo, saqueiam o Tesouro Nacional e faz dívidas, deixando para algum futuro governo pagar pelo que o governo atual tenha roubado.

Então os que estão no poder e os ligados ao PT (Partido Terrorista) efetuarão a apropriação ilegal de patrimônio do estado e da população brasileira, por elementos do partido, que logo se tornarão os novos oligarcas com preciosas conexões dentro do poder.

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