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sábado, 27 de junho de 2015

Os OGM, a Saúde, os Riscos e as Decisões

Os OGM, a Saúde, os Riscos e as Decisões

INSTITUTE FOR RESPONSIBLE TECHNOLOGY
Boletim de Julho de 2007
ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS: TOXINAS E INSUCESSOS REPRODUTIVOS
A retórica oficial desde o início dos anos 90 proclama que os alimentos geneticamente modificados (OGM ou GM) são equivalentes aos seus correspondentes naturais que existem desde há séculos. Mas esta é uma afirmação puramente política, sem nada de científico. Numerosos cientistas do FDA [a autoridade americana de segurança alimentar] têm sistematicamente considerado estes novos alimentos GM como preocupantes. Para além do potencial para causarem problemas nutricionais e alérgicos difíceis de detectar, os cientistas afirmaram que "A possibilidade de mudanças acidentais inesperadas nas plantas GM" pode conduzir a "concentrações inesperadamente elevadas das substâncias tóxicas da planta"...[1]

As plantas GM poderão ter, segundo eles, "níveis aumentados de toxinas naturais conhecidas... aparecimento de novas toxinas ainda não identificadas" e uma tendência acrescida de incorporar "substancias tóxicas do ambiente" tais como "pesticidas ou metais pesados." Os cientistas do FDA recomendaram que todos os alimentos GM fossem testados "antes de ser introduzidos no mercado."[2] Mas o FDA tinha ordens da Casa Branca para promover a indústria da engenharia genética e o seu responsável político tinha sido anteriormente advogado da Monsanto (mais tarde tornou-se vice-presidente da empresa). As regras definidas pelo FDA ignoraram os avisos dos seus cientistas e passaram a permitir a comercialização de OGM sem os necessários estudos de segurança.
Os resultados dos poucos estudos de segurança que têm sido efetuados são perturbadores - os animais de laboratório alimentados com dietas GM apresentam múltiplos danos. Os relatos dos agricultores são ainda menos brilhantes - a doença, esterilidade ou morte em milhares de animais é apontada à sua dieta transgénica.[3]
A dieta GM induz reações tóxicas no aparelho digestivo
No primeiro transgénico que foi analisado pelo FDA no âmbito do seu sistema de avaliação voluntária [nos EUA um transgénico pode ser comercializado sem se pedir autorização ao FDA], o tomate FlavrSavr, detectou-se a presença de toxinas. De 20 ratos fêmea alimentadas com esse tomate GM, 7 desenvolveram lesões estomacais.[4] O director do Office of Special Research Skills [Gabinete de Investigação Especializada] do FDA escreveu que os tomates não demonstravam uma "certeza razoável de inocuidade"[5], que é o seu padrão normal de segurança. O Additives Evaluation Branch [Ramo de Avaliação de Aditivos] do FDA concordou "que se mantêm questões por resolver."[6] Contudo, os responsáveis políticos não requereram que o tomate fosse proibido.[*]
Segundo o Doutor Arpad Pusztai, um dos maiores especialistas mundiais na avaliação da segurança alimentar dos alimentos GM, o tipo de lesões estomacais ligado ao consumo daqueles tomates transgénicos "pode levar a hemorragias potencialmente mortais, particularmente nos idosos que tomarem aspirina [para prevenir coágulos]."[7] Pusztai acredita que o sistema digestivo deve ser o primeiro alvo da avaliação de riscos dos alimentos GM porque é o primeiro (e o maior) ponto de contacto com os alimentos e pode revelar várias reacções às toxinas. No entanto ele mostra-se preocupado porque a investigação sobre o FlavrSavr apenas olhou para o estômago e nunca para o intestino. Outros estudos que o fizeram, com outros OGM, encontraram problemas.
Num desses estudos os ratos foram alimentados com batatas onde tinha sido introduzido um gene bacteriano que produz o inseticida Bt, uma toxina contra insetos. Os cientistas analisaram a seção final do intestino delgado (íleo) e encontraram células anormais e danificadas assim como crescimento celular excessivo.[8]
Noutro artigo científico descreve-se a experiência em que ratos alimentadas com batatas modificadas geneticamente para produzir um outro inseticida, a proteína GNA (a GNA e o Bt pertencem à família das lectinas), apresentaram também proliferação celular indevida, quer nas paredes do estômago quer dos intestinos (ver fotos abaixo). [9] A proliferação celular pode ser uma precursora do câncer, o que torna qualquer crescimento anormal das células numa questão particularmente preocupante.

As dietas GM causam danos no fígado
O estado do fígado (uma das principais vias de desintoxicação do organismo) é outro indicador da presença de toxinas.
— Os ratos referidos acima, alimentados com batata transgénica produtora da lectina GNA, tinham fígados menores e parcialmente atrofiados. [11]
— Ratos alimentadas com milho MON 863 da Monsanto, manipulado para produzir inseticida Bt, apresentaram lesões no fígado e outras indicações de toxicidade. [12]
— Coelhos alimentados com soja GM tinham um padrão enzimático alterado no fígado, assim como uma atividade metabólica acelerada. [13]
— Os fígados de ratos alimentados com colza GM eram 12% a16% mais pesados, possivelmente devido a doença ou inflamação. [14]
— A análise microscópica a fígados de ratos alimentados com soja transgénica Roundup Ready da Monsanto revelou uma atividade genética alterada, assim como mudanças funcionais e estruturais no núcleo de células do fígado. [15] Muitas destas mudanças eram reversíveis e desapareceram quando a dieta foi mudada para soja não GM, o que é uma prova clara de que o impacto se devia ao facto da soja ser transgénica. Segundo o geneticista molecular Michael Antoniou, um investigador em terapia genética no King's College de Londres, estes efeitos "não são uma coincidência casual, reflectindo algum tipo de 'ataque' ao fígado pela soja GM." Antoniou lembra que, embora as consequências a longo prazo do consumo da soja GM não sejam conhecidas, este transgénico poderá conduzir à degeneração hepática e consequentemente a uma toxemia geral. [16]
Maior taxa de mortalidade e danos nos órgãos
Alguns estudos mostram maior taxa de mortalidade nos animais alimentados com OGM. No estudo do FlavrSavr, por exemplo, uma nota relegada para um anexo referia que 7 dos 40 ratos morreram ao longo das duas primeiras semanas de consumo do tomate transgénico e foram substituídos. [17] Em outro estudo, galinhas alimentadas com milho transgénico Liberty Link, tolerante à herbicida, morreram duas vezes mais que as que comeram milho não GM. [18] Em ambos os estudos, que foram levados a cabo pela indústria, as mortes não foram tidas em conta nem ocorreu qualquer investigação adicional para avaliá-las.
Também o pâncreas em ratos alimentados com soja GM apresentava mudanças profundas e produzia significantemente menos enzimas digestivas. [19] No caso de ratos alimentados com batata transgénica o pâncreas estava dilatado. [20] Em várias análises de rins os animais alimentados com OGM apresentaram lesões, toxicidade, produção enzimática alterada ou inflamação. A produção de enzimas também foi alterada no coração de ratos que consumiram soja GM.[21] E as batatas GM causaram crescimento mais lento do cérebro dos animais a elas sujeitos. [22]
Insucessos reprodutivos e mortalidade infantil
Os testículos de ratos alimentados com soja transgénica apresentavam alterações dramáticas. Nas cobaias os órgãos eram escuro, de um vermelho azulado em vez de cor de rosa (ver fotos abaixo). [23]

Os animais apresentavam alterações nas células espermáticas jovens. [24] Os embriões de ratos alimentados com soja GM mostravam também mudanças temporárias na atividade do DNA, quando comparados com embriões cujas mães eram alimentadas com soja não GM. [25]
Resultados ainda mais extremos foram descobertos numa série de três experiências em ratos por uma proeminente cientista da Academia Nacional de Ciências russa. Neste caso a soja GM começou a ser dada às fêmeas duas semanas antes do acasalamento.
Os resultados incluíram:
— 51,6 % das crias no grupo com soja GM morreram nas três primeiras semanas (no grupo de controle, alimentado com soja não GM, a mortalidade foi de apenas 10%). [26]
— O tamanho e peso médios das ninhadas com alimentação OGM eram bastante inferiores aos do controle. [27]
— Os machos das ninhadas no grupo GM eram estéreis, não conseguindo procriar. [28]
Após estes trabalhos preliminares, o fornecedor de rações do laboratório russo começou a utilizar soja transgénica nas suas misturas, o que significou que deixaram de estar disponíveis animais de controle, alimentados sem qualquer OGM. Esta mudança impediu qualquer investigação adicional. Curiosamente, cerca de dois meses após a introdução de soja GM na alimentação geral dos animais, a taxa de mortalidade infantil tinha subido dramaticamente, atingindo os 55,3%.
Agricultores denunciam mortes e esterilidade nos animais
Cerca de duas dúzias de agricultores declararam que milhares dos seus porcos tinham problemas de reprodução quando alimentados com certas variedades de milho Bt. Ficavam estéreis, tinham falsas gravidezes ou davam nascimento a bolsas de água. Algumas vacas e bois também se tinham tornado estéreis. O milho Bt também foi implicado pelos agricultores na morte de vacas, cavalos, búfalos aquáticos e galinhas. [30]
Quando pastores indianos do estado do Andhra Pradesh começaram a levar as suas ovelhas a pastar diariamente no restolho de algodão Bt, um em cada quatro animais morreu em menos de uma semana. Estima-se que tenham ocorrido cerca de 10 000 mortes em 2006 e mais foram já anunciadas em 2007. A autópsia das ovelhas mostrou irritação severa e manchas negras no intestino e no fígado, assim como canais biliares dilatados. Os investigadores disseram que a provas iniciais "apontam fortemente para que a morte das ovelhas seja devida a uma toxina... mais provavelmente à toxina Bt". [31]
Um perigoso estado de negação
Os avisos dos cientistas do FDA parecem ter-se confirmado. Mas os relatórios internos desta agência onde tais preocupações eram expressas só se tornaram públicos após ação judicial. A intenção das chefias era que nunca viéssemos a saber da dissensão interna e ouvíssemos apenas a versão pública, oficial, onde se proclama que a agência não tem conhecimento de quaisquer indicações de que os alimentos GM possam ser substancialmente diferentes dos alimentos convencionais. Esta posição, arquitetada pelos responsáveis políticos, contradiz diretamente o consenso científico interno.
Quase todos os trabalhos independentes com animais onde se estuda a segurança alimentar dos OGM revelam efeitos adversos ou inexplicados. Mas também não era suposto que viéssemos, a saber, destes problemas - a indústria da engenharia genética redobra-se em esforços para os esconder. Os estudos das empresas descritos acima, por exemplo, não são divulgados nem publicados em revistas científicas. Foi necessária a intervenção do tribunal para haver acesso a dois deles. Além disso os investigadores que descobrem problemas nos alimentos GM têm sido despedidos, postos na prateleira, impedidos de prosseguir na carreira e até ameaçados. O mito de que os alimentos GM são tão seguros como os alimentos cultivados desde há milhares de anos continua a imperar.
É provável que os alimentos GM estejam a contribuir para a deterioração da saúde pública. Mas, sem ensaios clínicos em humanos ou monitorização séria pós-comercialização, não podemos avaliar o que é que efetivamente pode ser atribuído a estes alimentos. Mas também não nos podemos permitir esperar até alguém descobrir. Os alimentos GM devem ser eliminados da nossa dieta imediatamente. Felizmente, cada vez mais pessoas estão a escolher não OGM para si e para a sua família.
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Jeffrey M. Smith é autor do recente livro ROLETA GENÉTICA: Os Riscos Documentados para a Saúde dos Alimentos Geneticamente Modificados, que apresenta 65 riscos em desdobráveis de duas páginas muito fáceis de ler. O seu primeiro livro, AS SEMENTES DA ENGANAÇÃO, é número 1 nas vendas mundiais de livros sobre alimentos GM. Jeffrey M. Smith é Director Executivo do INSTITUTE FOR RESPONSIBLE TECHNOLOGY. Visite www.seedsofdeception.com para saber mais acerca do trabalho do Instituto.
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[*] A Calgene, empresa responsável pelo FlavrSavr, tinha apresentado dados sobre duas estirpes de tomates GM, ambos utilizando o mesmo transgene. Depois dos estudos a empresa optou, voluntariamente, por comercializar apenas a variedade que não estava associada às lesões. Isto não tinha sido exigido pela FDA, que não tomou qualquer medida para bloquear a aprovação da variedade associada às lesões. Neste momento o FlavrSavr já não é comercializado. Após estes estudos nunca mais nenhuma empresa forneceu ao FDA dados tão detalhados, que permitissem o mesmo tipo de análise. O FDA recebe apenas sumários superficiais, completamente inadequados para avaliar a segurança dos respectivos transgénicos.


REFERÊNCIAS
[1] Edwin J. Mathews, Ph.D., in a memorandum to the Toxicology Section of the Biotechnology Working Group. Subject: Analysis of the Major Plant Toxicants. Dated October 28, 1991

[2] Division of Food Chemistry and Technology and Division of Contaminants Chemistry, “Points to Consider for Safety Evaluation of Genetically Modified Foods: Supplemental Information,” November 1, 1991, www.biointegrity.org

[3] Jeffrey M. Smith, Genetic Roulette: The Documented Health Risks of Genetically Engineered Foods, Yes! Books, Fairfield, IA USA 2007

[4] Department of Veterinary Medicine, FDA, correspondence June 16, 1993. As quoted in Fred A. Hines, Memo to Dr. Linda Kahl. “Flavr Savr Tomato: . . . Pathology Branch's Evaluation of Rats with Stomach Lesions From Three Four-Week Oral (Gavage) Toxicity Studies . . . and an Expert Panel's Report,” Alliance for Bio-Integrity (June 16, 1993) www.biointegrity.org/FDAdocs/17/view1.html

[5] Robert J. Scheuplein, Memo to the FDA Biotechnology Coordinator and others, “Response to Calgene Amended Petition,” Alliance for Bio-Integrity (October 27, 1993) www.biointegrity.org

[6] Carl B. Johnson to Linda Kahl and others, “Flavr Savr™ Tomato: Significance of Pending DHEE Question,” Alliance for Bio-Integrity (December 7, 1993) www.biointegrity.org

[7] Arpad Pusztai, “Genetically Modified Foods: Are They a Risk to Human/Animal Health?” June 2001 Action Bioscience www.actionbioscience.org/biotech/pusztai.html

[8] Nagui H. Fares, Adel K. El-Sayed, “Fine Structural Changes in the Ileum of Mice Fed on Endotoxin Treated Potatoes and Transgenic Potatoes,” Natural Toxins 6, no. 6 (1998): 219-233.

[9] Stanley W. B. Ewen and Arpad Pusztai, “Effect of diets containing genetically modified potatoes expressing Galanthus nivalis lectin on rat small intestine,” Lancet, 1999 Oct 16; 354 (9187): 1353-4.

[10] Arpad Pusztai, “Facts Behind the GM Pea Controversy: Epigenetics, Transgenic Plants & Risk Assessment,” Proceedings of the Conference, December 1st 2005 (Frankfurtam Main, Germany: Literaturhaus, 2005).

[11] Arpad Pusztai, “Can science give us the tools for recognizing possible health risks of GM food,” Nutrition and Health, 2002, Vol 16 Pp 73-84.

[12] John M. Burns, “13-Week Dietary Subchronic Comparison Study with MON 863 Corn in Rats Preceded by a 1-Week Baseline Food Consumption Determination with PMI Certified Rodent Diet #5002,” December 17, 2002

[13] R. Tudisco, P. Lombardi, F. Bovera, D. d'Angelo, M. I. Cutrignelli, V. Mastellone, V. Terzi, L. Avallone, F. Infascelli, “Genetically Modified Soya Bean in Rabbit Feeding: Detection of DNA Fragments and Evaluation of Metabolic Effects by Enzymatic Analysis,” Animal Science 82 (2006): 193-199.

[14] Comments to ANZFA about Applications A346, A362 and A363 from the Food Legislation and Regulation Advisory Group (FLRAG) of the Public Health Association of Australia (PHAA) on behalf of the PHAA, “Food produced from glyphosate-tolerant canola line GT73,” www.iher.org.au

[15] M. Malatesta, C. Caporaloni, S. Gavaudan, M. B. Rocchi, S. Serafini, C. Tiberi, G. Gazzanelli, “Ultrastructural Morphometrical and Immunocytochemical Analyses of Hepatocyte Nuclei from Mice Fed on Genetically Modified Soybean,” Cell Struct Funct. 27 (2002): 173-180

[16] Jeffrey M. Smith, Genetic Roulette: The Documented Health Risks of Genetically Engineered Foods, Yes! Books, Fairfield, IA USA 2007

[17] Arpad Pusztai, “Can Science Give Us the Tools for Recognizing Possible Health Risks for GM Food?” Nutrition and Health 16 (2002): 73-84.

[18] S. Leeson, “The Effect of Glufosinate Resistant Corn on Growth of Male Broiler Chickens,” Department of Animal and Poultry Sciences, University of Guelph, Report No. A56379, July 12, 1996.

[19] Malatesta, et al, “Ultrastructural Analysis of Pancreatic Acinar Cells from Mice Fed on Genetically modified Soybean,” J Anat. 2002 November; 201(5): 409-415; see also M. Malatesta, M. Biggiogera, E. Manuali, M. B. L. Rocchi, B. Baldelli, G. Gazzanelli, “Fine Structural Analyses of Pancreatic Acinar Cell Nuclei from Mice Fed on GM Soybean,” Eur J Histochem 47 (2003): 385-388.

[20] Arpad Pusztai, “Can science give us the tools for recognizing possible health risks of GM food,” Nutrition and Health, 2002, Vol 16 Pp 73-84

[21] R. Tudisco, P. Lombardi, F. Bovera, D. d'Angelo, M. I. Cutrignelli, V. Mastellone, V. Terzi, L. Avallone, F. Infascelli, “Genetically Modified Soya Bean in Rabbit Feeding: Detection of DNA Fragments and Evaluation of Metabolic Effects by Enzymatic Analysis,” Animal Science 82 (2006): 193-199.

[22] Arpad Pusztai, “Can science give us the tools for recognizing possible health risks of GM food,” Nutrition and Health, 2002, Vol 16 Pp 73-84

[23] Irina Ermakova, “Experimental Evidence of GMO Hazards,” Presentation at Scientists for a GM Free Europe, EU Parliament, Brussels, June 12, 2007

[24] L. Vecchio et al, “Ultrastructural Analysis of Testes from Mice Fed on Genetically Modified Soybean,” European Journal of Histochemistry 48, no. 4 (Oct-Dec 2004):449-454.

[25] Oliveri et al., “Temporary Depression of Transcription in Mouse Pre-implantion Embryos from Mice Fed on Genetically Modified Soybean,” 48th Symposium of the Society for Histochemistry, Lake Maggiore (Italy), September 7-10, 2006.

[26] I.V.Ermakova, “Genetically Modified Organisms and Biological Risks,” Proceedings of International Disaster Reduction Conference (IDRC) Davos, Switzerland August 27th - September 1st, 2006: 168-172.

[27] Irina Ermakova, “Genetically modified soy leads to the decrease of weight and high mortality of rat pups of the first generation. Preliminary studies,” Ecosinform 1 (2006): 4-9.

[28] Irina Ermakova, “Experimental Evidence of GMO Hazards,” Presentation at Scientists for a GM Free Europe, EU Parliament, Brussels, June 12, 2007

[29] I.V.Ermakova “GMO: Life itself intervened into the experiments,” Letter, EcosInform N2 (2006): 3-4.

[30] Jeffrey M. Smith, Genetic Roulette: The Documented Health Risks of Genetically Engineered Foods, Yes! Books, Fairfield, IA USA 2007

[31] “Mortality in Sheep Flocks after Grazing on Bt Cotton Fields-Warangal District, Andhra Pradesh” Report of the Preliminary Assessment, April 2006, www.gmfreecymru.org/pivotal_papers/mortality.htm

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Este boletim é uma edição mensal disponível em www.responsibletechnology.org
© copyright Jeffrey M. Smith 2007
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http://www.gmfreecymru.org/pivotal_papers/mortality.htm

A informação preliminar recolhidas a partir de reuniões pastores entre 3 mandals, sugere fortemente que a morte das ovelhas devido a uma toxina, e mais provável toxina Bt da folhagem. Pastores das várias aldeias que estão localizadas a 20-25 kms distância uns dos outros, relataram uma história idêntica de pastagem nos campos de algodão Bt continuamente, curso de manifestação da doença, sintomas e morte dentro de 5-7 dias de pastagem exclusivamente em Bt algodão resíduos vegetais - principalmente jovens folhas e vagens. Os sintomas post-mortem como observadas pelos pastores, sugerem irritação grave do intestino e órgãos associados (ducto biliar, fígado) ligados à absorção e assimilação dos alimentos e processamento de toxinas. O relatório post-mortem do governo é aguardada para corroborar as observações dos pastores.

Os sintomas relatados pelos pastores, não não se correlacionou com nenhuma das outras doenças típicas que afetam ovelhas durante este período (doenças de ovinos comum que ocorrem durante esta temporada incluem varíola ovina, enterotoxemia, ocasionalmente, pneumonia, peste du pequenos ruminantes). Os sintomas parecem ser uma resposta imune generalizada de toxinas ou organismos que produzem as toxinas no intestino do animal, e, assim, sugerem a morte devido a uma toxina fito, mais provavelmente, a toxina Bt. Só uma investigação mais aprofundada irá produzir resultados confirmatórios.
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