quarta-feira, 4 de março de 2015

Falências, impostos elevadíssimos, fábricas fechando, férias coletivas, dólar subindo, inflação de 12%, desemprego, aumento de energia, combustíveis, mercadorias, o PAC parou, estouro dos juros do cartão de crédito e do cheque especial.

Eis a nossa situação: 

Recessão, ou seja, diminuição das atividades econômicas (PIB zero ou negativo),  aumento dos índices de desemprego e  inflação. 

Falta de instrumentos institucionais que regulem a economia, ou seja, que pelo método científico econométrico retirem-na da chamada "estagnação" ou no limite da "armadilha da liquidez"; é o que caracteriza esse conceito, basicamente, nos meios acadêmicos.

Redução da oferta agregada, a partir das restrições impostas pelos países produtores de petróleo, perdas de safras e redução das atividades em setores que dependem do petróleo como matéria-prima, ou simplesmente como complemento, levando ao desemprego, provocando a "depreciação das moedas fortes" pelos "desinvestimentos" e "deseconomias de escala",

Quando um governo irresponsável gasta mais do que arrecada e distribui benefícios sociais baseado em premissas falsas, a conta vem para pagar depois de algum tempo. 

Essa é a situação do Brasil hoje, sem por nem tirar. O conserto ilusório praticado para maquiar a economia em franca derrocada é aumentar impostos, de preferencia colocar um banqueiro no ministério da fazenda.

A estagflação possui inércia própria, depois de provocá-la é necessário medidas corajosas e inteligentes para sair dela. 

Hoje os juros do cartão de crédito rotativo subiram para mais de 300% a.a. e o cheque especial para mais de 200% a.a. a crise sempre tem dois lados, o lado dos que ganham e o lado dos que perdem.

Todos os ingredientes necessários à estagflação estão se apresentando rapidamente e o ministro banqueiro diz que vai tudo bem, fábricas parando, dólar subindo (aqui uma desvalorização galopante do real) impostos e juros na estratosfera, corrupção endêmica, Petrobrás esvaindo-se, falta de energia e água, juiz usando carro do réu.

Sindicatos a favor do governo totalitário e ditatorial.

Ou os brasileiros entram em confronto direto com o governo federal e estaduais, ou seremos todos escravos piores do que os judeus na Alemanha nazista.

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