domingo, 13 de abril de 2014

NÃO VAI TER COPA!

A COPA já era

Exército a serviço da nação ou da FIFA

FIFA e Dilma-COPA: corrupção internacional

Dezenas de manifestações contra os bandidos do poder. Jornal alemão apóia.


Jornal 'The New York Times' critica obras de infraestrutura do Brasil

Reportagem afirmou que o atraso e o elevado custo dos estádios construídos para a Copa do Mundo são apenas parte do problema brasileiro. 

O texto aponta a desaceleração do crescimento econômico como plano de fundo para uma série de obras abandonadas.
A ferrovia Transnordestina e o Plano de Aceleração do Crescimento foram usados como exemplos

De acordo com a publicação, "os fiascos se multiplicam, revelando uma desordem sistêmica" e muitas obras não mereciam o envolvimento de dinheiro público. O jornal também lembra o recuo recente do apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff em ano eleitoral.




O jornalista Marlos Ápyus, do Implicante, redigiu um texto no 
qual aponta o que são, segundo ele, as principais 
manipulações e distorções realizadas pelo governo Dilma 
Rousseff para enganar a população.
Leia abaixo:
O PT vem vendendo seu governo como conquistador de 
metas há muito desejadas pelo brasileiro: o fim do 
desemprego e da dívida externa, autossuficiência do 
petróleo ou ainda o baixo índice de pessoas vivendo na 
pobreza extrema. O que poucos sabem é que, a exemplo do 
que Mantega fez com a economina, todas essas soluções 
nascem de uma espécie de "contabilidade criativa" 
comandada por seus marketeiros.
Por exemplo, a taxa de desemprego no Brasil de acordo 
com dados do IBGE é de 5,5%, uma das melhores do 
mundo. Mas, segundo estudo feito pelo Instituto Ludwig von 
Mises Brasil em cima dos mesmos dados, ela estaria na 
verdade em 20,8%. A diferença entre as duas aferições é o 
que cada uma considera como desempregado, algo já 
detalhado no Implicante.
Leia também: Site reúne dezenas de mentiras e falsas promessas de Dilma
O IBGE não considera desempregadas pessoas que 
trabalham sem remuneração, desalentadas e que fazem 
bicos esporádicos, mesmo que seus ganhos fiquem abaixo 
do salário mínimo, o que favorece muito a propaganda 
enganosa do governo. O cálculo é tão desleixado que basta 
o brasileiro trabalhar uma hora por ano para não ser 
considerado desempregado.
O suposto fim da dívida externa
Outro mito vendido pelo partido é o fim da dívida externa 
brasileira. O que ocorreu, na verdade, foi que, a fim de quitá-
la em 2008, o governo de Lula incorporou-a à dívida interna, 
que no mesmo ano atingiu R$ 1,4 trilhão - ou 65% do PIB 
brasileiro. Apenas de juros, o governo chegou a pagar R$ 13 
bilhões em um mês.
O cenário piora com a notícia de que a dívida externa, 
depois de tão pouco tempo, já vem oscilando em torno dos 
US$ 310 bilhões. Enquanto isso, a interna continua 
crescendo com média de 8,98% ao ano considerando o 
período entre 2004 a 2013. No mesmo intervalo, o PIB 
cresceu em média 3,64% - ou seja, menos da metade. Ao 
todo, o Brasil já soma mais de R$ 2 trilhões em dívidas.

O autossuficiente que importa petróleo
No que diz respeito à autossuficiência em petróleo, basta 
olhar para o recorde de déficit comercial que teve como 
principal responsável o produto, causador de um rombo de 
US$ 15 bilhões. Em 2006, quando alardeou o fato como 
uma grande conquista, Lula esqueceu-se de dar detalhes 
sobre essa autossuficiência.
Veja também: Augusto Nunes humilha a presidente Dilma 
em vídeo: 'Cara de pau'; assista
A questão é que, embora produza barris o bastante para 
abastecer o seu consumo diário, apenas uma pequena 
porcentagem deles é de petróleo leve - de onde se extrai 
gasolina e outros derivados nobres. Assim, o país acaba 
precisando importá-lo, já que a maior parte de suas 
refinarias só é preparada para esse tipo de petróleo.

O que sobra do nosso óleo pesado vai para exportação. 
Mas o dinheiro que entra ainda não é suficiente para cobrir o 
que gastamos importando petróleo. Isso porque o óleo leve 
é mais caro, por render mais derivados nobres e ser mais 
fácil de refinar.
A partir de 2007, a demanda cresceu mais que a produção, e 
até setembro de 2012 havia déficit de 48 milhões de barris 
naquele ano. Em 2013, a Petrobrás anunciou que voltou a 
importar petróleo da Venezuela após nove anos sem fazê-lo, 
mas afirma que em 2014 deve recuperar a 
"autossuficiência".
O índice de pobreza extrema que ignora a inflação
O combate à pobreza no Brasil também apresenta-se como 
questionável. A fim de erradicar a miséria, o governo realiza 
um repasse mensal complementar para que a renda per 
capita de famílias mais pobres alcance ao menos R$ 70 ao 
mês, valor muito aquém do necessário.

Em onze das 18 capitais monitoradas pelo Dieese 
(Departamento Intersindical de Estatística e Estudos 
Socioeconômicos), R$ 70 não garantem sequer a compra da 
parte de uma cesta básica destinada a uma pessoa. Em São 
Paulo, seriam necessários R$ 95,41 para a aquisição.

Veja também: Petição pedindo impeachment de Dilma 
ultrapassa 375 mil assinaturas

Além disso, essa quantia foi adotada em junho de 2011 e 
jamais reajustada para acompanhar a inflação. Se 
considerarmos o reajuste inflacionários desde 2009, quando 
o projeto começou a sair do papel, o índice não corrigido 
escondia ainda em 2013 nada menos que 27,3 milhões de 
brasileiros vivendo na pobreza extrema.

De olho na reeleição
No momento em que este texto é finalizado, o Google já 
contabiliza 4160 sites publicando a mesma notícia da 
agência EFE: "PT completa 34 anos focado na reeleição de 
Dilma". Mas, de fato, a reeleição vira alvo do partido desde 
o momento em que assume o poder e define qual será a 
história que tentará contar na eleição seguinte. Para 2014, 
além da suposta erradicação da pobreza extrema, o governo 
tentará emplacar a redução da conta de energia e a 
importação de médicos para trabalhar nas menores cidades 
do país, mesmo que a redução esteja sendo paga pelos 
próprios cofres públicos - ou seja, indiretamente pelos 
próprio brasileiros - e haja investigação sobre a prática de 
trabalho escravo no Mais Médicos.

O marketing do partido sabe que só precisam segurar sua 
versão da história por mais alguns meses, no caso, até 
outubro. É justamente o tempo que a oposição possui para 
trazer a verdade ao brasileiro. Não conseguindo, caberá ao 
governo bolar novas histórias para a eleição seguinte e 
assim seguir no que vem se provando ser seu principal 
projeto político, o de ampliação e manutenção do próprio 
poder.

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