quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A ilusão de ser livre e de ter escolha. “O estudo do dinheiro (…) é aquele em que a complexidade é usada para disfarçar e iludir a verdade, não para revelá-la.” John Kenneth Galbraith (Professor de economia em Harvard na sua obra” Money: Whence it came, where it went’ (1975)

O sistema bancário é responsável por dois fenómenos monetários atuais: a destruição do poder de compra através da inflação e o colapso da dívida. 
A par desta realidade o modelo monetário é, por definição, expansionista, pelo que exige um crescimento infinito e a exploração exaustiva dos recursos naturais para alimentar a expansão/crescimento.
Este sistema é altamente abstrato e, por consequência, ilusório e falso. 
Não existem atributos reais ou físicos num sistema desta natureza. Por outras palavras, o dinheiro não é real, a dívida não é real, os juros não existem. Não passa tudo de uma invenção e de uma ilusão.
Existe ainda outra questão que até agora não foi abordada. 
A dívida é uma ferramenta para controle social.
Uma pessoa endividada é uma pessoa submissa, com pouca ou nenhuma liberdade e escolha. 
A sua situação leva-a a aceitar ordenados mais baixos e a ser menos propensa a questionar a sua realidade laboral. 
O controle político também está assegurado. 
Um Estado/governo endividado não está em posição de decidir o futuro de uma nação de acordo com a vontade dos eleitores.

Nenhum comentário: