sábado, 6 de julho de 2013

Governador do RJ calunia, injuria e difama os bombeiros. Aprova aumento para si, pro vice e secretários do governo. Recordar é preciso!



O projeto de lei que reajusta os salários do governador, vice-governador e secretários de Estado a partir de 1º de janeiro, da Comissão de Orçamento, Fiscalização Financeira e Controle da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), foi aprovado, em discussão única, nesta segunda-feira (20).
O governador, que ainda precisa sancionar o texto,  terá seu salário reajustado de R$13,4 mil para R$ 17,2 mil. Os secretários e o vice-governador, que atualmente recebem R$ 10 mil, passarão a ganhar R$12,9 mil.
A alteração beneficia outros profissionais que se pautam pelo teto do Executivo, como coronéis da Policia Militar e delegados de polícia, entre outros.
Salário de Cabral ainda será menor que o vice de Alckmin
No início do mês, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o reajuste para os cargos do Executivo no Estado. Em 2011, o governador eleito Geraldo Alckmin (PSDB) vai receber R$ 18.725. O vice, Guilherme Afif Domingos, vai receber R$ 17.789.
Os secretários de governo paulista vão receber R$ 14.980 de salário.


Em 2009: Dilma ganhará R$ 26.723,13
O Senado aprovou o decreto legislativo que equipara os salários de presidente da República, vice-presidente, ministros de Estado, senadores e deputados aos vencimentos recebidos atualmente pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal): R$ 26.723,13.
O aumento da presidência foi de 134%, já que atualmente Lula ganha R$ 11.420,21 por mês. Já para o vice e os ministros, o reajuste foi de 148,6%; pois cada um deles recebe R$ 10.748,43.
Legislativo também teve aumentos
O Senado Federal aprovou no dia 15 de dezembro o decreto legislativo que prevê salário de R$ 26,7 mil para deputados e senadores. A votação não durou mais que cinco minutos. Com isso, a remuneração sobe 62%, sobre os atuais R$ 16.512.
Os deputados e senadores ainda levam vantagem, já que recebem 15 salários durante o ano. Além disso, contam com verbas de gabinete, passagens aéreas, moradia, plano de saúde e gastos administrativos pagos pelo Congresso.

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