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terça-feira, 21 de maio de 2013

Médicos e outros funcionários se recusam a trabalhar com Dilma Roussef e no Planalto.



Trabalhar com Dilma está cada vez mais difícil, e se tornou insuportável nos dias tensos da votação da MP dos Portos.

Seu temperamento explosivo atinge primeiro auxiliares mais próximos, que, pela formação profissional ou por serem humildes, não reagem aos esculachos – como seguranças, diplomatas e ajudantes de ordem.

Agora, também os médicos da Presidência estão à beira de um ataque de nervos.

Médicos do Planalto ficam apavorados quando precisam acompanhar Dilma em viagens. Há caso de colapso nervoso entre esses servidores.

O Planalto teve dificuldades até para encontrar oficial do Exército que aceitasse assumir o outrora ambicionado posto de chefe da segurança.

Em 2011, a ajudante de ordens E.H., capitã de fragata admirada na Marinha, quase desistiu da carreira só para se livrar das humilhações.

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