terça-feira, 9 de abril de 2013

O Governo Pode Decidir Quem Vai Morrer? Não podemos dar ao Estado o direito de decidir quem vai viver e quem vai morrer. O Ministro da Saúde, terá agora o poder de vida ou morte sobre os indivíduos?


Num país como o Brasil onde a saúde é regida por valores sociais, onde é o Estado que cuida dela, como ela lidará com aqueles que querem viver até os 90 anos?
Ela será justa? Colocará quem em primeiro lugar?

De certa forma, este favoritismo e atendimento especial às custas do contribuinte já ocorre de forma velada, onde alguns políticos privilegiados se beneficiam.

Mas nos próximos 10 anos, isto ficará cada vez mais óbvio e transparente. E, uma Saúde Pública nos moldes atuais será uma triagem diária de vida e morte por parte do Estado e aqueles que detêm o poder.
Por isto, a desestatização da Saúde Pública será algo moralmente necessário.
Não podemos dar ao Estado o direito de decidir quem vai viver e quem vai morrer. 

Com o nosso dinheiro, ainda por cima!

Existem famílias onde o pai não deixou instruções para a família de quando puxar o tubo no caso de uma parada cardíaca e 100% do patrimônio familiar foi gasto em medicações na vã tentativa de salvá-lo.
Difícil problema ético e filosófico que estes avanços da Medicina vão nos obrigar a enfrentar.
Ou será que esta decisão deva ser tomada pelo governante, ponderando os custos médicos versus os impostos futuros que o paciente poderá ainda proporcionar?
Por ser uma decisão de foro íntimo, é a família que terá que tomar estas decisões, não o Estado.
Individualizando a questão da saúde, ficando cada vez mais claro que vida depende cada vez mais de poupança e reservas mantidas justamente para este fim, algumas fantásticas mudanças irão acontecer.
Passaremos a uma Medicina preventiva, infinitamente mais barata, ao invés da  Medicina curativa, intervencionista e cara?
Se o Estado cuida de nossa saúde, curando todas as nossas doenças, por que parar de fumar, fazer exercícios e regime?
Se o indivíduo cuidará da sua saúde, o que fazer com todo o aparato montado de Saúde Pública?
Ela se concentraria naquilo que somente o Estado pode fazer – campanhas de vacinação obrigatória, saneamento de focos epidêmicos, pesquisa médica de doenças raras e tropicais, promoção de congressos na  Medicina preventiva – já que nenhuma indústria de remédios financia este tipo de congresso?
Quem decide em última instância sobre quanto tempo cada um pretende viver?

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