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sábado, 19 de janeiro de 2013

Novo estilo de guerra atacando o Brasil: ONGS e guerra econômica. Otimização de Nova Guerra.


"Guerra Mental" é a melhor definição que se pode dar a Guerra de Quinta Geração, caracterizada pelo ataque não militar de um Estado contra outro, dentro de suas próprias fronteiras, através da presença física de seus agentes ou não, garantindo assim a vitória em questões do seu interesse, sendo este conceito a evolução da guerra de quarta geração, conhecida pela sigla em inglês – 4GW – e notoriamente usada por não-estados contra Estados constituídos

"A WarMind é a resposta às incertezas do mundo em uma época em que tornou-se impossível ocultar alvos e fatos. Na era da informação, a guerra de quinta geração significa a perda definitiva do monopólio militar sobre os conflitos, passando a condução do conflito para a esfera política e civil, inclusive dentro do espaço de batalha quando o conflito evolui para o emprego do aparato militar. A WarMind ocorre prioritariamente sem o emprego de armas ou definição de um espaço de batalha, porém com o mesmo objetivo, que é subjugar o adversário e obter as conquistas territoriais, econômicas ou quaisquer outras, com maior uso da inteligência e com menos desgaste do aparato militar e com o menor nível possível de efeitos colaterais."

Mais detalhes em: http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?tid=5552973005333848522&cmm=210762&hl=pt-BR


Foram poucos os projetos de desenvolvimento no Brasil que não esbarraram e estagnaram ante alguma resistência, seja de terra indígena, unidade de conservação, comunidade quilombola ou comunidade tradicional. 
Raramente, por reivindicações legítimas, mas são grupos se opondo de forma veemente e sistemática contra qualquer iniciativa ou obra de desenvolvimento. 
Sempre contrários à aberturas de estradas, ferrovias, hidrovias ou usina hidrelétrica, em grande parte obras que os beneficiariam pessoalmente, fazem o jogo do grande capital internacional, regiamente recompensados por eles. 

A progressiva conscientização da nossa gente já gera animosidade da sociedade brasileira que quer e precisa do desenvolvimento da nação, mas esses "ambientalistas"/"indianistas" sempre nos prejudicam.



Interessante esta nova maneira de perturbar o Brasil.

Quilombolas, que não são quilombolas nem mesmo seus descendentes reivindicando terrenos estratégicos tais como o centro de lançamento de foguetes de Alcântara e a base naval de Aratu, além de terra de outros e de uma cidade inteira (S. Mateus ES) . 

Indígenas, que nem sempre são indígenas sempre fazendo manifestações e impedindo a construção de hidroelétricas, reivindicando terras  alheias e outras sobre ocorrências de ricos minérios, fechando estradas, cobrando pedágios etc. 
Tudo a comando de ONGs ligadas ao estrangeiro. 

A política indigenista no Amazonas é ditada pela COIAB, uma ONG anglo-americana que oferece dinheiro para quem se declarar índio e paga aos pais que registrarem os seus filhos como indígenas. 
Os municípios de Benjamin Constant, Atalaia do Norte, Tabatinga, Tapauá, Autazes, estão quase todos tomados por territórios indígenas, onde não tem índio, só existe índio na mente dos dirigentes da COIAB e da FUNAI. 

Na Marambaia(área de experimento de armamento do Exército) tem uma reivindicação quilombola patrocinada pela ONG Koinonia, apoiada por: “Christian AID Norwegian Church Aid, Church World Service, Canadian International Development Agency, United Church of Canada e Church Development Service” (pode ser conferido no site http://www.koinonia.org.br/).

Parece difícil de entender, mas não é. 
No site http://www.koinonia.org.br há uma ampla investida e ataques sobre os militares. 

Que são quem realmente irá defender o Brasil.

Ataques sem armas que atiram projéteis.

Além disso: 

Até que ponto se compromete a defesa nacional quando, entre outras vulnerabilidades, se admite que: 40% das peças utilizadas nos blindados GUARANI devam ser fabricadas no exterior

a ELBIT, empresa israelense, se aproprie da AEROELETRÔNICA, que desenvolve, fabrica, mantém e viabiliza o suporte logístico de produtos eletrônicos para veículos aéreos, marítimos e terrestres, fornecendo os sistemas de aviônica para o Tucano e o Super Tucano, da EMBRAER, e para o caça ítalo-brasileiro AMX

a HELIBRAS, única fábrica latino-americana de helicópteros, seja controlada, em mais de 75%, pela EUROCOPTER, francesa, que por sua vez pertence em 100% à EADS (consórcio com participação dos governos alemão e espanhol); 

a BAESystems, inglesa, tenha sido selecionada para fornecer os sistemas de controle eletrônico de vôo do novo jato de transporte militar KC-390 da EMBRAER e que, agora, segundo informes de fontes especializadas, esteja buscando “parcerias estratégicas” para participar das licitações do SISFRON-Sistema Integrado de Fronteiras e do SISGAAZ - Sistema de Monitoramento da Amazônia Azul, avaliados em US $15 bilhões?

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