Translate

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Cúpula de lobistas, juízes e políticos têm dossiês sobre patrimônio de R$ 700 milhões da família Lula.Autoridades da Zona do Euro podem investigar dossiês sobre aplicações da família de Lula na Europa.

A família de Lula da Silva teria um patrimônio de mais de R$ 700 milhões em imóveis, participações acionárias em empresas, além de investimentos em títulos públicos brasileiros e papéis do tesouro de países europeus, principalmente da França, em cujos bancos os Silva teriam três caixas de segurança para depósitos.

Tais informações sobre a polpuda fortuna de Lula e seus familiares circulam, abertamente, entre conversas dos principais lobistas do eixo Brasília-RJ-SP. A cúpula do Judiciário, as principais figuras do Ministério Público Federal e muitos senadores e deputados já teriam os famosos dossiês contendo esses mesmos dados.

Por isso, transforma-se em ação de alto risco político qualquer tentativa de investigação rigorosa sobre escândalos envolvendo pessoas próximas a Lula – como foi o caso do Mensalão e agora é o caso da Operação Porto Seguro. Na avaliação de lobistas, políticos e da elite do Judiciário todos os caminhos investigados levam a Lula. E o tamanho do patrimônio de sua família não tem mais como ficar escondido – se for alvo de uma ação pente fino, absolutamente dentro da lei.

No País da impunidade, no qual a corrupção opera com ares de normalidade nas relações público-privadas, a sorte de Lula é que ele não está sozinho na impossível ocultação de uma riqueza ostentada. Pelo menos 40 senadores têm patrimônio acima de R$ 1 bilhão – a maioria totalmente incompatível com o salário e a atividade pública e privada do dia-a-dia. A situação é idêntica no chamado “alto clero” da Câmara.

Qualquer apuração oficial que tente relacionar patrimônio com corrupção recebe, nos bastidores, uma mafiosa pressão oculta e contrária de senadores, deputados e empresários (com quem fazem negócios). A impunidade acaba premiada e generalizada por causa da Justiça lenta e da falta de condições políticas e técnicas para uma livre atuação de órgãos públicos (como a Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central). 

Assim, o Ministério Público dificilmente tem provas objetivas na hora de oferecer as denúncias. Condenações só acontecem quando o Judiciário aplica o chamado “rigor seletivo”, apelando para teorias como a do “domínio do fato”, que ficou famosa depois de empregada no julgamento dos réus do Mensalão. E as punições só se tornam viáveis quando existe uma grande pressão das conhecidas “forças ocultas” transnacionais – geralmente contrariada ou muito prejudicada em negócios pelos esquemas de corrupção política.

A maior preocupação de Lula é que ele se transformou em alvo de poderosos inimigos externos. Ele hoje sofre duros ataques, chantagens e espionagens ilegais financiadas pelos mesmos sujeitos que o colocaram no poder e, por extensão, ajudaram a construir o belo patrimônio de sua família. A Oligarquia Transnacional que controla de fato o Brasil já descarta o PT e seus líderes.

Por isso, a previsão é de troca de marionetes para a eleição presidencial de 2014. Tudo tende a ficar do jeito parecido – com os esquemas de corrupção funcionando para impedir que o Brasil cresça e se desenvolva -, porém com personagens “renovados” na cúpula do poder. Lula e seus aliados se transformaram em objetos descartáveis. O negócio é esperar para ver como acontecerá o descarte...

#############################################################################################

Luiz Inácio Lula da Silva e seus familiares correm o risco de sofrer uma investigação de autoridades tributárias da União Europeia, para apurar a veracidade de versões contidas em dossiês que lhes atribuem milhões de reais, dólares e euros em patrimônio – parte do qual estaria guardado em caixas de segurança de bancos ou protegido em títulos do tesouro de países europeus. Os documentos já teriam sido enviados a quem tem o direito e dever de apurar.

Já houve um precedente para este tipo de investigação – que independe de qualquer pedido brasileiro. Em 2002, autoridades suíças investigaram e desvendaram o chamado escândalo do Propinoduto. Uma grande transnacional de alimentos daquele país foi alvo de chantagens e achaques promovidos por fiscais da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. O presidente da empresa enviou provas à Justiça suíça e o caso foi rigorosamente investigado por lá.

A apuração europeia evoluiu para a abertura de um processo no Brasil, que acabou com a condenação de 22 envolvidos. O Propinoduto foi um marco na condenação de crimes de colarinho branco, com a prisão de fiscais, doleiros e até banqueiros. Todos acabaram punidos por lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e evasão de divisas. A repercussão serviu para chamar a atenção para os crimes financeiros e tributários associados à corrupção que recebem rigorosa punição na Europa. 

A quadrilha chegou a enviar US$ 34 milhões para a Suíça. Foram condenados os cabeças do esquema. Rodrigo Silveirinha Corrêa, ex-subsecretário de Administração Tributária do Estado do Rio na gestão de Antony Garotinho,, que enviou US$ 9,6 milhões para conta na Suíça. Também foi punido o chefe da inspetoria de Grande Porte, Carlos Eduardo Pereira Ramos, que mandou para a bancos suíços US$ 19,4 milhões. O então governador Antony Garotinho não teve seu nome envolvido no caso.

Mesmo milagre pode não acontecer agora com Lula, caso as autoridades europeias decidam mesmo apurar que volume ele e seus familiares teriam de investimentos na Zona do Euro. Os informes sobre a polpuda fortuna de da família Lula circulam, abertamente, entre conversas dos principais lobistas do eixo Brasília-RJ-SP. A cúpula do Judiciário, as principais figuras do Ministério Público Federal e muitos senadores e deputados já teriam os famosos dossiês contendo esses mesmos dados que apontam uma fortuna do grupo Lula em torno de R$ 700 milhões.

As mesmas fontes do submundo financeiro revelaram que Lula foi vítima de chantagistas cibernéticos que exigem US$ 25 milhões para não revelar informações financeiras supostamente comprometedoras do ex-Presidente da República Sindicalista. Lula é alvo de ataques, chantagens e espionagens ilegais financiadas pelos mesmos sujeitos que o colocaram no poder e, por extensão, ajudaram a construir o belo patrimônio de sua família. Lobistas confidenciam que os dossiês contra Lula – que circulam reservadamente na cúpula dos três poderes republicanos – são produzidos por encomenda de grandes investidores europeus que foram prejudicados ou contrariados por Lula ou por outros membros da cúpula petista.

O estouro da Operação Porto Seguro foi o primeiro grande sinal de ataque contra Lula. Muitas das informações contidas ou não no inquérito da Polícia Federal foram obtidas com o conteúdo dos famosos dossiês. Por isso, parte do conteúdo apurado nem pode ser usado como prova concreta pelo Ministério Público Federal na ação judicial. Mas os dados mais comprometedores, mesmo que não revelados, servirão de base para decisões judiciais com base na “teoria do domínio do fato” consagrada pelo Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Mensalão.

No Rosegate, ficará muito difícil alegar que as ações de Rosemary Nóvoa Noronha não tinham o conhecimento ou até aprovação de seu melhor amigo e superior imediato Luiz Inácio Lula da Silva. Tudo vai depender se o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, vai mesmo cumprir a obrigação de convocar Lula a prestar esclarecimentos sobre o escândalo. Afinal, Rose tinha ligação direta com Lula e promovia os contatos com empresários suspeitos de participação no sistema de corrupção, usando o cargo e até o nome do (ex) Presidente da República.

Delta das coisas

Mais apavorado que Lula só existe um sujeito: Fernando Cavendish.

Entre os malvados lobistas de Brasília e adjacências, comenta-se que o ex-timoneiro da empreiteira Delta seja o nome que mais pode gerar problemas para Luiz Inácio Lula da Silva e, por extensão, Sérgio Cabral e, finalmente, Dilma Rousseff, a mãe do PAC...

E o grande temor é que o contador de Carlinhos Cachoeira, Giovani Pereira da Silva, resolva falar bastante coisa que sabe, em troca de uma tardia delação premiada que alivie os 13 anos de prisão a que foi condenado...

Boca fechada

O Rosegate, revelado pela Operação Porto Seguro, completa quase dois meses.

Até agora, Luiz Inácio Lula da Silva não teve a decência de vir a público justificar os atos de sua amiga, apadrinhada e assessora direta Rosemary Nóvoa Noronha.

Será que Lula se esquece do velho ditado popular “quem cala consente”...



Nenhum comentário: