quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Carlyle Group, integrado pelas famílias Bush e Bin Laden, adquiriu a Tok&Stok. Outras 5 empresas brasileiras foram compradas pelo Carlyle no Brasil. Este grupo foi premiado com um contrato de mil milhões de dólares para "reconstruir" o Iraque após a guerra. Avô de Bush deu suporte a Hitler.

Empregados e associados famosos do grupo:

Executivos
G. Allen Andreas - Chairman da Archer Daniels Midland Company
Daniel Akerson
Joaquin Avila
Laurent Beaudoin - CEO da Bombardier
Paul Desmarais - Chairman da Power Corporation of Canada
Arthur Levitt - ex-Chairman daU.S. Securities and Exchange Commission
Karl Otto Pöhl - ex-presidente do Bundesbank

Políticos e autoridades do grupo

James Baker III
George H. W. Bush
Osama Bin Laben
George W. Bush
Frank Carlucci
Richard Darman
Allan Gotlieb
Liu Hong-Ru
William Kennard
Arthur Levitt
Peter Lougheed
John Major
Frank McKenna
Mack McLarty
Anand Panyarachun
Randal K. Quarles
Fidel V. Ramos
Dan Senor
Thaksin Shinawatra
Luis Téllez KuenzlerSão Paulo - Criado em 1987 em Washington, nos Estados Unidos, o Carlyle começou suas atividades como gestor de ativos com 5 milhões de dólares em caixa. De lá para cá, 25 anos se passaram - e os recursos sob gestão pularam para 156 bilhões de dólares.

Hoje, o Carlyle está presente em 20 países diferentes. Seu time tem como política levantar recursos com investidores para adquirir companhias e depois passá-las para frente, aprimorando a gestão das empresas neste meio tempo para torná-las mais rentáveis na venda.

No Brasil desde 2008, o Carlyle já arrematou seis empresas por aqui. Veja quais são elas a seguir:

A compra da Tok&Stok ganhou ares de novela: nos bastidores, foi levantada até uma suposta divergência entre os fundadores do negócio, o casal Regis e Ghislaine Dubrule, pelos termos que cada preferia para o acordo.

Depois de pelo menos cinco fundos de private equity se interessarem pela empresa, foi o Carlyle quem fechou a aquisição nesta quinta, desembolsando 700 milhões de reais por 60% da empresa, conforme antecipado por EXAME. Ghislaine continuará como CEO da varejista. Fundada em 1978, a Tok&Stok registrou vendas de 1 bilhão de reais no ano passado, com 35 lojas no país.

CVC
A operadora de turismo CVC foi a primeira empresa brasileira a entrada no portfólio do Carlyle. Fundador da empresa, Guilherme Paulus embolsou 700 milhões de reais na venda 63,6% do negócio, em 2009. Desde então, o Carlyle promoveu uma série de mudanças na empresa, trocando as diretorias de finanças e recursos humanos a adotando um sistema mais rigoroso para a abertura de novas filiais (Paulus permaneceu com o restante das ações e o cargo de presidente do conselho).

No começo do ano, a CVC abortou os planos de ir à bolsa depois de ver o período de registro junto à Comissão de Valores Mobiliários expirar. Estima-se que a operadora queira ser avaliada em 6 bilhões de reais na oferta pública de ações. O preço faria a fatia do Carlyle valer mais de 3,8 bilhões de reais, quase 4,5 vezes o valor pago na compra.

Qualicorp
Depois de pagar um montante estimado em 1,5 bilhão de reais, o Carlyle tornou-se dono da corretora de planos de saúde Qualicorp em julho 2010, com uma fatia de quase 70% da empresa. O fundador, José Seripieri Júnior, ficou com uma fatia minoritária da companhia e o assento de presidente do conselho.

Quase um ano depois, a Qualicorp estreou na Bovespa em uma oferta que movimentou mais de 1 bilhão de reais. Apesar de se desfazer de parte dos papéis, o Carlyle ainda mantém uma participação de 23,4% do negócio. Seripieri Júnior tem 25,6% das ações da companhia.

Scalina
As meias e lingeries da Scalina, dona das marcas TriFil e Scala, entraram para o patrimônio do Carlyle em agosto de 2010. Sem ter o valor divulgado, a transação foi avaliada em cerca de 250 milhões de reais.

Em 2011, foi a vez de o Grupo Boticário adquirir uma participação minoritária no negócio. Na época, levantou-se a possibilidade de peças de roupa serem vendidas no catálogo da marca de maquiagem Eudora – o que não foi confirmado por nenhuma das partes. Atualmente, os produtos ainda não são ofertados.

Ri Happy
Líder no mercado, a loja de brinquedos Ri Happy foi a bola da vez em março deste ano: por um valor estimado em 500 milhões de reais, o Carlyle ficou com 85% da empresa. O fundo americano revelou no anúncio do negócio a intenção de investir 200 milhões de reais na companhia em três anos.

Em junho, a Ri Happy já foi às compras. A empresa adquiriu a rival PBKids sem divulgar o preço da transação. Juntas, as duas bandeiras possuem mais de 170 lojas no país.

Grupo Orguel
No começo de setembro, o alvo do Carlyle foi o grupo Orguel, que fabrica e aluga equipamentos para a construção civil, mineração e indústria. A transação, fechada em estimados 200 milhões de reais, deu ao Carlyle uma fatia de 25% da empresa.

Fundado na década de 60 pelos irmãos Fábio Guerra Lages e Francisco de Assis Guerra Lages, o Orguel atua em 11 estados brasileiros. Justificando a transação, o Carlyle atribuiu seu interesse ao potencial do setor de construção no país.


O grupo americano de armamento vem a Lisboa

por The Portugal News [*]

Directores de uma das maiores companhias mundiais de armamento estão a planear uma reunião em Lisboa nas próximas três semanas. O Carlyle Group com sede nos EUA está fortemente envolvido no fornecimento de armas para as forças da coalisão que combatem na guerra iraquiana.

Ele também possui a maioria das acções da companhia Seven Up e da Federal Data Corporation, fornecedora de sistemas de vigilância e controle de tráfego aéreo à US Federal Aviation Authority. A companhia de US$ 12 mil milhões assinou recentemente contratos com a United Defence Industries para equipar os exércitos da Turquia e da Arábia Saudita com sistemas de defesa de aviação.

Espera-se que o ponto principal da agenda seja o envolvimento da companhia na reconstrução da infraestrutura de Bagdad após a cessação das actuais hostilidades. Juntamente com várias outras companhias americanas, espera-se que o Carlyle Group seja premiado pelo governo dos EUA com um contrato de mil milhões de dólares para colaborar no redesenvolvimento dos aeroportos e áreas urbanas destruídas pelos bombardeamentos aéreos da coalisão.

O grupo é administrado por uma equipe de antigo pessoal do governo americano, incluindo o seu presidente Frank Carlucci, ex-vice-director da CIA antes de se tornar secretário da Defesa. Seu vice é James Baker II, que foi secretário de Estado sob George Bush pai. Vários antigos políticos de alto gabarito são empregados para representar a companhia no estrengeiro, dentre eles John Major, antigo primeiro-ministro britânico, bem como George Bush pai, outrora director da CIA antes de se tornar presidente dos EUA.

Os activos financeiros da Saudi Binladen Corporation (SBC) também são administrados pelo Carlyle Group. A SBC é dirigida pelos membros da família de Osama bin Laden, que desempenhou um papel fundamental ajudando George W. Bush a ganhar concessões petrolíferas do Bahrain quando ele estava à frente da companhia de petróleo texana Harken Energy Corporation — um contrato que proporcionou milhões de dólares à família Bush. Salem, irmãos de Osama bin Laden, era representado no Conselho de Directores da Harken pelo seu agente americano, James R. Bath.

A conexão entre as famílias Bush e bin Laden pode também ser remontada ao colapso do Bank of Credit and Commerce International (BCCI) na década de 1990. Os membros do Conselho de directores do banco anglo-paquistanês incluiam Richard Helms e William Casey, parceiros de negócios de George Bush pai e antigos agentes da CIA. Durante o seu período no BCCI tanto Helms como Casey trabalharam em conjunto com o director amigo Adnam Khasshoggi, que também representava os interesses da família bin Laden nos EUA.

The Portugal New foi informado por uma fonte confiável que a reunião do Carlyle Group em Lisboa discutirá o relacionamento entre a Saudi Binladen Corporation (SBC) e Osama bin Laden. Muitos responsáveis americanos afirmam que a SBC continua a financiar suas actividades políticas, e tem feito isso ao longo de muitos anos. Se for verdade, isto colocaria George Bush pai e seus colegas no Carlyle Groupo numa posição embaraçosa. Como administradores dos investimentos financeiros da SBC eles podem muito bem ser acusados de ajudar e acumpliciar-se com o inimigo número um dos Estados Unidos.


Carlyle Group - Bush connection to Bin Laden


 
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Bush Family Aided Hitler


 
 


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