sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Bancos no Brasil: corrupção e lavagem de dinheiro.



BANCO DO BRASIL / CORRUPÇÃO. 

Vejam esta notícia publicada no site Jus Brasil de 28/2/12, onde o famoso BB entra no rolo da corrupção:


Agrava-se a crise Banco do Brasil/Previ e um ex-vice-presidente é acusado de corrupção.


“Parece que este mar de lama que emporcalha a política não vai acabar nunca. Enquanto se agrava a disputa entre os presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e da Previ (fundo de pensão dos funcionários), Ricardo Flores, surge a denúncia de que o ex-vice-presidente Allan Toledo, que até dezembro ocupava uma das áreas mais importantes do banco, está sendo investigado por ter recebido quase R$ 1 milhão numa conta bancária no ano passado.
Reportagem de Andreza Matais, publicada na Folha, revela que, além de abrir uma sindicância interna para apurar o caso, o banco também notificou a Polícia Federal.
O executivo recebeu em sua conta depósitos mensais no valor de R$ 953 mil. O dinheiro foi transferido para a conta dele pela aposentada Liu Mara Fosca Zerey, de 70 anos.
Toledo alega ser procurador da aposentada e que abriu a conta no banco para administrar o dinheiro dela. Segundo ele, o valor é proveniente da venda de uma casa da aposentada, localizada no Novo Brooklin (São Paulo), para o empresário Wanderley Mantovani.
Certidão da Prefeitura de São Paulo, porém, mostra que a casa continua em nome de Liu Mara Fosca Zerey. 
Também não há registro em cartório de compra e venda do imóvel e a aposentada continua morando na casa um ano e dois meses após a transação alegada." 


Banco Rural favoreceu PT em 

empréstimos simulados

Relator do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), 
o ministro Joaquim Barbosa indicou ontem que o 
Banco Rural simulou empréstimos para favorecer 
o PT e as agências do empresário Marcos Valério.
A avaliação foi feita durante análise do segundo 
dos sete itens da denúncia do mensalão que investiga 
se houve gestão fraudulenta de quatro réus ligados à cúpula 
do Banco Rural, que compõem o chamado 
núcleo financeiro da denúncia.

Segundo a Procuradoria Geral da República, responsável 
pela acusação, o banco injetou R$ 32 milhões no mensalão
São acusados nesta parte da denúncia a dona do Banco Rural,
Kátia Rabello, o ex-vice-presidente João Roberto Salgado,
o vice-presidente Vinícius Samarane a ex-vice-presidente 
Ayanna Tenório.
Barbosa não concluiu seu voto sobre esse item -- 
o que deve ocorrer na segunda-feira. 
O crime de gestão fraudulenta tem pena prevista de 
3 a 12 anos de prisão.
Os quatro réus são acusados de aprovarem 

empréstimos "fictícios" ao PT e às agências de Valério. 
Os valores milionários foram liberados sem que os clientes 
comprovassem renda ou garantias suficientes para pagar 
o empréstimo.
Na avaliação do relator, os dirigentes do Rural permitiram 

que outros acusados movimentassem recursos sem notificar
devidamente os órgãos de controle, como o Banco Central, 
e ignoraram alertas da própria instituição para permitir 
movimentação financeira do esquema.
"Apesar das análises constatadas, os empréstimos feitos 

pelo Banco Rural ao PT e às agências de Valério, 
e suas renovações, foram feitos com informações 
defasadas e parecer desfavorável por parte dos analistas", 
disse.
O ministro citou uma operação de 2003, na qual um 
empréstimo de R$ 3 milhões ao PT foi liberado mesmo 
com o partido ter encerrado o ano anterior com um rombo 

de R$ 2 milhões.
De acordo com a denúncia, o banco negociou 

empréstimos fraudulentos para financiar o esquema em 
troca de vantagens na liquidação do 
Banco Mercantil de Pernambuco.
A defesa nega irregularidades e sustenta ainda 

que o ex-vice presidente do banco José Augusto Dumont, 
já morto, foi o responsável pelos empréstimos investigados 
no mensalão.
Para sustentar seu voto, Barbosa lançou mão de laudos 

periciais da Polícia Federal e do Rural que 
apontaram que os empréstimos ao publicitário 
não deveriam ser renovados. 
"O Banco Rural descumpria normativos combativos 
de lavagem de dinheiro do sistema nacional", disse o relator.
Para apontar a negligência, o relator disse que Valério, 

no cadastro do Banco Rural, declarou ter rendimento 
de R$ 15 mil, sem apontar nenhum bem como garantia 
e que não foi cobrado nenhuma seguranças para as operações. 
As agências de publicidade do empresário também tinham 
pendências com órgãos de consulta ao crédito.
Ele apontou ainda que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares 
e o ex-presidente do PT José Genoíno foram avalistas 
das operações, mas não tinham patrimônio suficientes. 
(Folhapress)

Download Video 

O pedágio do PT


Além de desviar dinheiro da Bancoop, o tesoureiro do partido(Delúbio Soares)
arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando propina



"Rural, BMG, Santos... Tirando os bancos grandes, quase todos têm negócio com eles."Corretor Lúcio Funaro, em depoimento ao MP 


Para saber mais: 

http://exbancario.blog.br/?p=8810

http://www.cosif.com.br/publica.asp?arquivo=cc5lavagem

http://www.cosif.com.br/mostra.asp?arquivo=curso10-3rastrea

http://portal2.tcu.gov.br/portal/pls/portal/docs/2055356.PDF

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pessoas_envolvidas_no_esc%C3%A2ndalo_do_mensal%C3%A3o

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