quinta-feira, 26 de julho de 2012

MENSALÃO: Lista dos acusados e julgamento. Corte analisará o caso de 38 réus que responderão por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato e formação de quadrilha. Mas tem muito mais gente envolvida, é só seguir os links e conexões. Se forem condenados, ruirá o sistema corrupto político. Mas nós podemos fazer mais: VOTO NULO - NINGUÉM PODE IMPEDIR VOCÊ DE CONDENAR OS BANDIDOS.

Segue abaixo uma lista com alguns dos principais personagens.

Índice

  [esconder

[editar]Do PT

Em ordem alfabética.
  • Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, assumiu para si toda a responsabilidade 
  • de arquitetar e executar o esquema de financiamento ilegal do PT e de outros 
  • partidos aliados com a ajuda de Marcos Valério
  • Delúbio disse que nem a direção do PT, nem o ministro José Dirceu conheciam a origem 
  • dos recursos obtidos com Marcos Valério. 
  • Ele alega que estes recursos seriam pagos e que serviram para o pagamento de despesas 
  • "não contabilizadas" das campanhas eleitorais de 2002 e 2004 do PT e dos partidos aliados. 
  • A versão foi endossada por Valério. Afastou-se do cargo após as denúncias.
  • José Genoíno, ex-presidente do PT. 
  • Denunciado por utilizar Marcos Valério como fiador de empréstimos ao PT 
  • junto aos bancos do Brasil, Banco Rural e BMG. Também paira sobre ele 
  • a suspeita dos doláres apreendidos na cueca do assessor de seu irmão, 
  • o deputado José Guimarães. Renunciou à presidência do PT após o escândalo.

  • José Mentor (PT-SP), teve atuação polêmica como relator da CPI do Banestado
  • quando fez sumir, inexplicavelmente, as menções ao Banco Rural no relatório final da CPI. 
  • Seu escritório de advocacia recebeu R$ 60 mil de uma conta no Rural de uma empresa de 
  • Marcos Valério.
  • Josias Gomes (PT - BA), suspeito de retirar, pessoalmente, a quantia de 
  • R$ 100 mil das contas de Marcos Valério. [9] 
  • Luiz Gushiken, ex-dirigente da SECOM (Secretária de Comunicação, 
  • até então com status de ministério), que indicava dirigentes para os fundos de pensão. 
  • Acusado de favorecimento de uma corretora de seus ex-sócios ligada a fundos de pensão
  • Os bancos BMG e Rural são suspeitos de lucrar indevidamente com os fundos.[13] , [14] , [15] , [16] , [17] [18] , [19] 
  • Luiz Inácio Lula da Silva(PT-SP) segundo Duda Mendonça em declaração a Veja 
  • Lula supostamente teria conhecimento do escândalo de caixa dois do PT, e não denunciou. 
  • Lula alegou durante muito tempo ser completamente ignorante sobre o esquema, 
  • tendo sido apenas em meados do fim do segundo mandato que admitiu estar ciente desde 2005[20] .
  • Marcelo Sereno, ex-secretário de Comunicações do PT. Demitiu-se após o escândalo.
  • Paulo Rocha (PT-PA), deputado federal, ex-líder do PT na Câmara. 
  • Sua assessora foi ao Banco Rural onde fez saques das contas de Marcos Valério no valor de 
  • R$ 920 mil. Renunciou à liderança do partido e mais tarde ao cargo de deputado 
  • para fugir à cassação. [21] 
  • Rogério Buratti, trabalhou como secretário na prefeitura de Ribeirão Preto
  • durante a administração do prefeito Antonio Palocci (ex-ministro da Fazenda). 
  • Foi também assessor do deputado José Dirceu na década de 1980
  • Foi preso em agosto acusado de lavagem de dinheiro. 
  • Em busca do benefício da delação premiada, Buratti começou a fazer várias acusações 
  • contra o ministro da Fazenda.
  • Waldomiro Diniz, assessor do ministro da Casa Civil José Dirceu
  • Waldomiro foi acusado de extorquir empresários do Jogo do Bicho e de Casas de Bingo 
  • para arrecadar fundos para campanhas políticas do PT. [33] 

[editar]Da base aliada

Entenda-se por "base aliada" os partidos que davam sustentação política ao PT,
antes do início do escândalo: PTB, PP, PL e PMDB.
  • Roberto Jefferson (PTB-RJ), que deu origem ao escândalo quando denunciou 
  • a prática do Mensalão. Acusado de operar um esquema de arrecadação de 
  • "contribuições eleitorais" de fornecedores de estatais como os Correios, o IRB e Furnas. 
  • Também é acusado de crime eleitoral, quando recebeu R$ 4 milhões diretamente 
  • das mãos de Marcos Valério (enviado de José Dirceu) para o PTB, 
  • numa operação não declarada à Justiça Eleitoral.
  • José Janene (PP-PR), (1955-2010). Citado por Jefferson desde o início, era acusado de 
  • distribuir o Mensalão para a bancada do PP. Seu envolvimento foi comprovado pelo 
  • depoimento de seu assessor João Cláudio Genu à Polícia Federal, 
  • que confessou fazer os saques e entregar o dinheiro à tesouraria do PP.
  • Pedro Corrêa (PP-PE) - presidente do PP, também foi denunciado por Jefferson e 
  • incriminado por Genu.
  • Pedro Henry (PP-MT) - Ex-líder da Câmara, também foi implicado pelo depoimento de Genu.
  • José Borba (PMDB-PR) - Ex-líder do PMDB na Câmara. É acusado pela diretora financeira 
  • da SMPB de ter recebido R$ 2,1 milhões, mas de ter se recusado a assinar o comprovante 
  • de saque (obrigando-a a ir até a agência do banco para liberar o pagamento).
  • Valdemar Costa Neto (PL-SP)- acusado de ser o distribuidor do Mensalão para a bancada 
  • do PL. Seu ex-tesoureiro, Jacinto Lamas, é acusado de ser o maior beneficiário dos saques 
  • das contas de Marcos Valério no Banco Rural, recebendo R$ 10.837.500,00. 
  • Para evitar o processo de cassação, o deputado renunciou às pressas, 
  • antes que fosse aberto inquérito contra ele.
  • Anderson Adauto (PL-MG) - o ex-ministro dos transportes, atualmente filiado ao 
  • PMDB e prefeito reeleito de Uberaba em 2008
  • Apesar dos processos contra ele foi reeleito em primeiro turno demonstrando a indiferença 
  • do brasileiro á corrupção, recebeu, por intermédio de seu chefe de gabinete, 
  • o valor de R$ 1.000.000,00 de Marcos Valério.

[editar]Outros

  • Marcos Valério, empresário, sem partido. 
  • Sendo o "operador do Mensalão", está sendo acusado de diversos crimes de ordem política, 
  • financeira, criminal, eleitoral e fiscal. Além de seu envolvimento atual com o PT e o "mensalão", 
  • revelou que manteve um esquema semelhante em 1998 envolvendo o PSDB
  • naquele ano, através de empréstimos bancários avalizados pelos contratos de publicidade 
  • que mantinha com o governo mineiro, financiou as campanhas de diversos candidatos tucanos, 
  • entre os quais o senador Eduardo Azeredo, candidato ao governo de Minas Gerais
  • e que tinha, como candidato a vice-governador, Clésio Andrade
  • então sócio de Valério na SMP&B.
  • Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Não é acusado de envolvimento direto com o Mensalão, 
  • mas é acusado de recebimento de recursos de Marcos Valério para compor o "caixa 2" 
  • de sua campanha eleitoral ao Governo de Minas em 1998.
  • Marcio Lacerda (PSB-MG)Foi acusado de ter sacado R$457.000,00 da conta de 
  • Marcos Valério para ajudar a campanha presidencial de Ciro Gomes em 2002, 
  • da qual ele foi coordenador financeiro. O empresário foi então exonerado de seu cargo no 
  • Ministério da Integração Nacional, mas seu nome não chegou a ser incluído entre os réus 
  • do processo.[1] Em recente entrevista Delúbio Soares relembrou a participação de 
  • Lacerda no Valerioduto: “E o Marcio Lacerda, que era o tesoureiro da campanha do Ciro Gomes?
  •  Ele recebeu 1,2 milhão de reais na conta dele e ninguém falou nada”[2]
  • Roberto Brant (PFL-MG). Deputado mineiro do PFL, foi um dos que receberam recursos 
  • das empresas de Valério. Chamou a atenção o fato do deputado Brant, de um partido 
  • de oposição ao governo, ser identificado como um dos que receberam dinheiro 
  • de Valério. Brant argumentou que o dinheiro que recebeu teria sido contribuição 
  • de campanha da empresa Usiminas, a qual não havia sido declarada como 
  • um de seus doadores oficiais. 
  • Valério desmentiu o deputado e a Usiminas não se manifestou.
  • Duda Mendonça, publicitário responsável pela campanha eleitoral de Lula. 
  • Sua sócia, Zilmar da Silveira, aparece como beneficiário de Marcos Valério, 
  • tendo recebido dela R$ 15.500.000,00.
  • Fernanda Karina Somaggio, secretária de Marcos Valério, 
  • resolveu testemunhar contra o seu ex-chefe. 
  • Confirmou o envolvimento de Valério com Delúbio Soares 
  • e com diversos deputados acusados posteriormente de envolvimento com o esquema 
  • de corrupção. Denunciou também que os pagamentos eram feitos em malas de dinheiro.
  • Sua agenda que marca os encontros entre Marcos Valério e outras personagens 
  • envolvidas no escândalo (Delúbio Soares, José Mentor, entre outros) foi apreendida 
  • pela Polícia Federal.
  • Renilda Soares, esposa de Valério. 
  • Não acrescentou muito às investigações, mas denunciou que José Dirceu 
  • tinha pleno conhecimento do esquema de corrupção de Valério, 
  • e que tudo era feito com a sua anuência.
  • Toninho da Barcelona ou Antônio Oliveira Claramunt. 
  • Um dos principais doleiros brasileiros, preso e condenado por realizar operações 
  • financeiras ilegais. Ouvido informalmente por alguns parlamentares da CPMI dos Correios,
  •  ele alegou que fez várias operações de câmbio para o Partido dos Trabalhadores (PT) 
  • e outros partidos. Segundo o doleiro, o PT mantinha uma conta clandestina no exterior 
  • no Trade Link Bank, offshore vinculada ao Banco Rural; o caixa do partido vivia cheio 
  • de dólares; em 2002, durante a eleição para presidente, o doleiro fazia operações 
  • quase diárias de troca de dólares, com valores entre 30 mil e 50 mil dólares, 
  • no gabinete do então vereador Devanir Ribeiro
  • e a corretora Bônus-Banval, de São Paulo era usada para lavagem de dinheiro e 
  • outras operações escusas.
  • Daniel Dantas, empresário, dono do grupo financeiro Opportunity. 
  • Teria praticado tráfico de influência, com a ajuda de Marcos Valério, 
  • para que seu grupo fosse favorecido na disputa pelo controle da Brasil Telecom
  • travada contra o fundo de pensão Previ e o Citibank. Dantas foi condenado em 
  • primeira instância pela justiça dos Estados Unidos por práticas que ferem os interesses 
  • de acionistas minoritários. Correm contra ele também processos por ter efetuado 
  • escutas ilegais em políticos ligados ao então candidato a presidente 
  • Luis Inácio Lula da Silva, contratadas junto à empresa Kroll.
  • Paulo Okamoto, Presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas 
  • (SEBRAE),e com comprovadas ligações com o PC do B
  • Acusado de enviar R$ 29.436,00 de um empréstimo feito com ajuda do tesoureiro do PT
  • para o PC do B na carta que Delúbio Soares enviou a CPI do mensalão em 
  • 30 de agosto de 2005.(ver no Bloger da jornalista Elane Moura [34] )
  • Carlos Massa, o Ratinho, apresentador do "Programa do Ratinho" do SBT na noite. 
  • Seu nome foi citado em um suposto pagamento de 5 milhões de reais para falar bem do PT 
  • em 2004, segundo a revista Veja dia 4 de março, datada do dia 8. 
  • Ratinho nega a acusação e chegou a ameaçar em processar a revista.

[editar]Em Portugal

Antonio Mexia - ex-Ministro das Obras Públicas, Transportes

e Comunicações de Portugal

. Disse numa entrevista para o jornal Expresso, publicada em 

16 de julho de 2005, que recebeu o empresário brasileiro 

Marcos Valério em Janeiro de 2005 como 

"consultor do Presidente do Brasil", a pedido de 

Miguel Horta e CostaPresidente da Portugal Telecom.

Em 4 de agosto, após ter tido uma conversa com o embaixador 

brasileiro em Portugal, Mexia diz que recebeu Valério apenas 

como um empresário brasileiro e que ele não se apresentara 

como representante do governo brasileiro.

  • Miguel Horta e Costa - Presidente da Portugal Telecom
  • Admite que Marcos Valério já foi recebido pela Portugal Telecom para tratar de negócios 
  • envolvendo a empresa Telemig Celular. Ele nega a existência de qualquer negócio escuso 
  • com o empresário brasileiro. A Portugal Telecom nega ter havido um encontro com 
  • Marcos Valério e Emerson Palmieri nos dias 24, 25 e 26 de janeiro de 2005, em Lisboa. 
  • A empresa "assegura que nunca participou de qualquer encontro com o objetivo de discutir 
  • ou negociar operações que envolvessem o financiamento de partidos políticos brasileiros."
Fontes; Wikipedia, O Globo

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