sábado, 23 de junho de 2012

Dilma não perdoa "torturadores", reescreve a história e anula anistia.


A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (22), que não perdoa os torturadores.
No início da semana, os jornais "Correio Braziliense" e "Estado de Minas" publicaram reportagens que mostram depoimento dado por Dilma em 2001 ao Conselho Estadual de Direitos Humanos de Minas Gerais (Condedh-MG). No depoimento, Dilma relata as torturas que sofreu quando foi presa pelo regime militar.
“Não há sentimento que se justifique contra esse tipo de ato. Há a frieza da razão”, disse a presidente ao ser perguntada a respeito do depoimento que deu ao Condedh-MG.
Para a presidente, “vingar, se magoar ou odiar é ficar dependente de quem se quer odiar e vingar.” 
Segundo a presidente, a Comissão da Verdade, criada para apurar violações aos direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar, vai virar de modo definitivo "a página" dos períodos antidemocráticos vividos pelo país.
"Trata-se de virar a página desse país e para virar a página desse país, para isso, nós temos a Comissão da Verdade”, afirmou a presidente.

A presidente Dilma Rousseff, durante entrevista coletiva na Rio+20 (Foto: Alexandre Durão/G1)
Intolerância
A presidente destacou que é preciso agora exigir que “a partir desse documento, as nações avancem". “O que não podemos conceber é que alguém fique aquém dessa posição”, declarou.
“Nós não temos que como chegar a uma posição em comum sem levar em conta que os países têm estágios diferenciados de compromisso. O que acho que é importante é que, quando você tem um documento escrito, ninguém pode negar ou esquecer o que está escrito. A vantagem é, primeiro, que foi escrito por centenas de países e, segundo, que está escrito”, disse.
Sobre as críticas das ONGs e grupos da sociedade civil de não terem sido bem representados, Dilma disse que foi construído um espaço, por iniciativa do governo brasileiro, para escutá-los e que não daria para igualar o peso da voz de uma pessoa com a de uma nação. 
E se a pessoa estiver correta e a nação errada? É a ditadura da maioria! 
Iniciam um processo de lavagem cerebral, opressão da mídia, do PT e demais bandidos e os cidadãos terão que se curvar à bandidagem?
E o soldado Mario Kosel será lembrado? 
E os justiçamentos, seqüestros, assaltos à bancos e atentados a bomba da esquerda, serão apurados?
E roubo do cofre da casa de Ademar de Barros, será esclarecido?

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