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terça-feira, 26 de junho de 2012

Comissão "da verdade" e bandidos no poder. Cidadãos inconscientes como ovelhas vítimas das raposas.

Membros de organizações terroristas com curso de guerrilha em Cuba

Contribuição para a Comissão da Verdade
Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra
Responsável pelo site www.averdadesufocada.com
 1ª Parte  - 14/06/2012
Aproveitando a ousadia e o idealismo dos jovens, todas as organizações de esquerda, tendo como suporte experientes militantes comunistas, sempre dispensaram especial atenção ao recrutamento dos jovens  Este setor era dirigido por elementos altamente politizados, verdadeiros líderes, de fácil trânsito no meio jovem.
Os contatos eram estabelecidos entre os elementos mais permeáveis às novas idéias. Discussões políticas eram frequentes.
Adquirida a confiança dos jovens, o líder sugeria uma mudança estrutural do regime vigente no País.


Otávio Ângelo, hoje. Especialista em fabricar armas
    
 O próximo passo era sugerir aos jovens, aventureiros e “reformadores do mundo”, idéias para concretizar a mudança: a revolução social, inicialmente apresentada como pacífica, para quebrar resistênciasAos poucos, encantados com a idéia de um mundo melhor, eram envolvidos de forma lenta e ardilosa. Ávidos por mudanças, propunham-se, iniciamente, a apoiar a organização. Contribuíam com dinheiro, mantinham material subversivo e militantes escondidos em suas casas, cediam automóveis para deslocamentos e locais para reuniões. Depois, praticavam pequenas ações. Nessa etapa, era chegada a hora de se afirmarem como guerrilheiros com prática de ações armadas, explosões de bombas e, finalmente, participavam de um assassinato. 
Passavam a viver na clandestinidade, usando nomes falsos.
Deslocavam-se por todo o País e perdiam a liberdade.
Em muitos casos, eram enviados ao exterior para cursos de guerrilha e de capacitação política. Cerca de 150 militantes foram para Cuba, 120 para a China e outros para a União Soviética. Seus princípios se alteravam e se submetiam às condições impostas pela organização.
Depois dos cursos, ocupavam cargos de coordenação ou chefia dentro da organização. Nessa altura, sua formação ideológica tinha normas tão rígidas de comportamento que não havia mais volta. Em casos de arrependimento, corriam o risco de serem “justiçados”. Frente à repressão, esses quadros eram orientados a não se entregarem vivos. Eram ensinados a resistir até a morte.Família, pátria, religião passavam a ser “alienações da burguesia”. Em suas mentes só havia espaço para as convicções ideológicas que lhes impregnaram e que, em muitos casos, levaram-nos à morte em enfrentamentos com os órgãos de segurança.

  
  Diógenes Jose de Carvalho Oliveira , Diógenes do PT- 1 ano de guerrilha em
Cuba, especializado em explosivos
Ações:
-20/03/68 - Bomba no Consulado dos Estados Unidos - 3 feridos, um deles, Orlando Lovécchio
20/05/68-Bomba no Jornal Estado de São Paulo -3 feridos.
22/06/68 -Assalto ao Hospital do Exército/SP
26/6/68- Carro bomba contra o Quartel General do II Exército- Morte de Mario Kosel
1/08/68-Assalto ao Banco Mercantil de São Paulo
20/09/68 -Assalto ao Quartel da Força Pública, no Barro Branco - assassinato do sentinela Antônio Carlos Jeferry
12/10/68 - assassinato com 6 tiros à queima roupa do capitão Charles Chandler
27/10/68- atentado a bomba contra a loja Sears
6/12/68-assalto ao Banco de Estado de São Paulo. Ferido o civil José Bonifácio Guerreiro
11/12/68-Assalto à Casa de Armas Diana - roubo de meia centena de armas e munições. Foi ferido o civil Bonifácio Signori
24/01/69- Assalto ao IV RI , juntamente com Carlos Lamarca- Quitaúna- roubo de grande  quantidade de armas e munições
 Em 2 de março de 69, foi preso em São Paulo
!4/03/70 trocado pelo Cônsul do Japão, foi banido para o México.
Foram muitos os guerrilheiros que tiveram treinamento em Cuba.  Hoje vamos  contribuir com a Comissão da Verdade, iniciando a relacionar alguns desses ativos militantes preparados militarmente em Cuba: 
Otávio Ângelo
Aton Fon Filho
Avelino Bioni Capitani
Marco Antonio da Silva Lima
Isko Germer
Edgard de Aquino Duarte
Celso Carlos Silva
Antonio Duarte dos Santos
Octacílio Ferreira da Silva
Gregório Mendonça
Olímpio Gonçalves Mendes
Hermes Machado Neto
Carlos Alberto Telles Frank
Lourenço Calvete Correa
Paulo Roberto Telles Frank
Carlos Alcides Pinheiro de Araujo
Edival Augusto de Melo
Armando Augusto Vargas
Cláudio de Souza Ribeiro
Diógenes José de Carvalho Oliveira
Amarantho Jorge Rodrigues Moreira 
Nery Benvenutti
Francisco lages dos Santos
Ubiratan Vatutin Borges Kertzcher
José Joaquim de Lima Guimarães
Alfredo Magaldi Brandão
Sérgio Fernando Azambuja Ciria
José Anselmo dos Santos
Alberto dos Reis Benevides
Edson Neves Quaresma
Evaldo Luiz Ferreira de Souza
José Maria Pereira de Araújo
José de Morais Pinheiro
Antonio Borges de Araujo
Paulo Alves Conserva
Virgílio Gomes da Silva
Hanz Rudolf Jakob Manz
José Nonato Mendes
Adilson Ferreira da Silva
Epitácio Remigio de Araújo
Amanhã continuaremos a relacioná-los.
Fontes: Projeto Orvil - A Verdade Sufocada
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                                                                                                                                                                                        13/01 - Anistiado com nome falso 
Ministério da Justiça concede mais 111 anistias –
GUSTAVO URIBE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O Ministério da Justiça concedeu ontem anistia política e indenizações a 111 pessoas que fizeram parte da oposição política ao regime militar brasileiro (1964-85). Entre os beneficiados pela União figura o nome do ex-deputado e secretário de Direitos Humanos do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Nilmário Miranda, remunerado em R$ 99 mil.  Além dele, foram anistiados Luiz Roberto Salinas, professor de filosofia da Universidade de São Paulo (USP) e um dos fundadores do Teatro Oficina, e Antônio Luiz Carneiro Rocha, ex-guerrilheiro da Aliança Nacional Libertadora. Segundo o ministério, ambos foram remunerados em R$ 100 mil. De 2001 até hoje, a União pagou cerca R$ 3 bilhões a anistiados políticos. "

 Comentario do site     www.averdadesufocada.com

 Antonio Luiz Carneiro Rocha é na realidade Otávio Angelo, conhecido na luta armada como "Fermin".  Ele fazia parte do 1º Exército da ALN - grupo de militantes do Agrupamento Comunista de São Paulo - , que Marighela enviou para fazer curso de guerrilha em Cuba ,  em 1967. 
Seguiram nessa primeira leva os seguintes adeptos da luta armada pregada por Marighela:  Adilson  Ferreira da Silva, Aton Fon Filho, Epitácio Remígio de Araujo, Hans Rudolf, Jacob Mariz, Jose Nonato Mendes, Virgílio Gomes da Silva e Otavio Ângelo.
De volta ao Brasil, clandestinamente, depois do 1º período em Cuba, Otavio Ângelo foi escolhido para montar a fábrica de armamentos que abasteceria a ALN com  armas, bombas e munição, que se somariam as "expropriadas" pela organização.
Com o curso feito em Cuba, onde aprendeu a lidar com explosivos, a fabricar armas transformando pedaços de canos e equipamentos de automóveis em armas automáticas e de grosso calibre, ele não teve problemas em aceitar a missão recebida O dinheiro veio por meio de Joaquim Câmara Ferreira - Toledo - segundo homem na hierarquia da  ALN.
Para iniciar suas atividades, comprou um torno e preparou o galpão da casa de Francisco Bispo de Carvalho, ex- membro do Partido Comunista, onde a fábrica foi montada. O galpão foi revestido com material a prova de som, para que as provas de tiro não levantassem suspeitas entre os vizinhos.
Apesar de todos os cuidados foram denunciados e, no dia 25 de dezembro de 1969, Otavio Ângelo foi preso juntamente com Francisco.
Ficou pouco tempo na prisão, menos de três meses. Em 11/03/1970,  um grupo terrorista, formado por membros da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR , Resistência Democrática - REDE e Movimento Revolucionário Tiradentes - MRT, sequestrou o cônsul do Japão, em São Paulo , Nobuo Okuchi e exigiu a libertação de 5 terroristas em troca da vida do cônsul japonês. Entre eles estava Otavio Angelo, que, depois de  passar dois meses no México, novamente voltou a Cuba. 
Na ilha de Fidel Castro recebeu documentos falsos com o nome de Antonio Luiz Carneiro Rocha e voltou ao Brasil  em 1971, mais especializado nas técnicas de guerrilha e disposto a retomar a guerrilha, já como militante do Movimento de Libertação Popular (Molipo). 
Porém, sem contato com antigos companheiros, mas sem jamais dissociar atividade política da atividade armada , continuou  tentando realizar o sonho dos militantes da luta armada - implantar um regime comunista no Brasil. Ainda se define como marxista.
Em 2001 Ângelo revelou seu segredo à família e, somente para  conseguir a tramitação de seu pedido de indenização, ele, Otávio Ângelo, tornou pública  a identidade falsa que utilizava - Antonio Luiz Carneiro Rocha -.
A identidade falsa  era tão perfeita que  com este documento se casou, constituiu família, formou-se em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e recebe, hoje, uma aposentadoria de técnico de nível médio do Estado.
O advogado de Ângelo, Willian dos Santos, afirma que a Lei da Anistia permite que seu cliente mantenha a identidade adotada durante a clandestinidade. 
Se Otavio Ângelo tivesse morrido  antes de revelar seu segredo, teria sido enterrado com o nome de Antonio Luiz Carneiro Rocha e hoje seria mais um "desaparecido", e  a versão que a esquerda alardearia seria que "seu corpo fora enterrado clandestinamente pelos militares".
Aliás, sua irmã, Teresa Ângelo, no livro " Mulheres que foram à luta armada" de Luiz Maklouf Carvalho foi dada como morta na Argentina, enquanto, na realidade, ela, assim como Otávio Angelo, vivia clandestinamente,  no Brasil.

Fontes: Orvil
A Verdade Sufocada-A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça - Carlos Alberto Brilhante Ustra
Agência Estado

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