quinta-feira, 15 de março de 2012

Stasi brasileira: Dilma fere direito de ir e vir. Chips no carro, na carteira de identidade e na carteira de trabalho. Instalação do "Grande Irmão" no Brasil é agora!

Dilma cobra rapidez na implantação de chips em veículos até 2014

Com o chip (etiqueta eletrônica) instalado nos para-brisas, os veículos terão seus dados captados por antenas eletrônicas espalhadas pelas cidades. Elas serão capazes de rastrear por onde o automóvel passa – o que fere a liberdade de ir e vir.

Todos os dados serão centralizados no sistema Detran-Denetran.
As informações serão enviadas, on-line, para a Polícia Rodoviária Federal, as Companhias de Engenharia de Tráfego e para a Receita e Polícia Federal.

O sistema tem um duplo objetivo: intensificar o controle do Estado sobre a sociedade e aumentar as receitas com a arrecadação de multas de trânsito – seu dinheiro que entra nos cofres na forma de receitas extra-orçamentárias, livres de fiscalização pelos tribunais de conta.

A “chipagem” facilitará, ainda mais, os esquemas de mensalão. O mesmo equipamento de rastreamento deverá ser capaz de identificar o chip da nova Carteira de Identidade – o que vai completar o cerco ao cidadão.

A Presidenta Dilma Rousseff já definiu como uma de suas prioridades e cobrou velocidade na implantação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos.

Cada carro recebe um identidade eletrônica única e que não pode ser removida de um veículo para outro. "E cada uma dessas placas eletrônicas é fechada à comunicação com qualquer outro tipo de antena que não seja no Sinia", explica Dario Thober, diretor do Centro de Pesquisas Wernher Von Braun.

Instaladas em postes ou placas de sinalização, essas antenas são bastante simples e até sete vezes mais baratas do que o atual sistema de câmeras que lê a combinação de letras e números das placas dos carros. Por meio de ondas de rádio, em uma freqüência para aplicações de curto alcance, essas antenas poderão identificar cada veículo que passar a uma velocidade de até 160 quilômetros por hora. O tempo de "conversação" entre o chip e a antena é de apenas 10 milisegundos - quase dez vezes mais rápido do que um piscar de olhos.

A placa eletrônica trará informações como número da placa, modelo, cor, número do chassi, código Renavam e nome do proprietário. Todos esses dados serão transmitidos, em tempo real, para as centrais de processamento dos Detrans onde serão analisadas. Os principais "objetivos" do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos são identificar veículos com IPVA em atraso e multas vencidas e contribuir no controle e monitoramento de congestionamentos.

Há espaço também no chip para que ele seja explorado pela iniciativa privada.

A instalação desse chip, que inicialmente virá numa caixinha preta e em um futuro próximo passará a ser apenas um adesivo colado no pára-brisas do veículo, será feita junto com o licenciamento do veículo. Ainda não se sabe quem vai arcar com os custos da novidade.

Mas depois da implementação total do sistema, quem não possuir a etiqueta eletrônica estará cometendo infração grave, sujeita à multa de R$ 127 reais, cinco pontos na carteira e retenção do veículo.

O problema é que, em se tratando de Brasil, não há muita dúvida de que a conta vai acabar no bolso da população. E se, por um lado, a tecnologia pode ajudar a melhorar alguns aspectos do nosso dia a dia, esse parece ser mais um exemplo de instrumento para apenas fiscalizar e arrecadar mais, sem que o cidadão receba qualquer contrapartida.

Postos de gasolina, shoppings, pedágios e estacionamentos, por exemplo, podem usá-lo para controlar o acesso e, mediante autorização prévia do usuário, efetuar a cobrança no cartão de crédito.

Os defensores do esquema alegarão que o Sinav atende apenas à necessidade de “mais segurança” e vão jurar que os dados individuais não serão usados para outros fins.

A tese não se sustenta já que, via endereço nos Detrans, qualquer pessoa dona de veículo automotor se torna “encontrável” pela máquina estatal. O BBB sobre rodas é só o comecinho do agravamento de nossa perda de soberania individual no Brasil.

Ou seja, todos seremos monitorados todo o tempo. Se você viajar ou estiver em qualquer lugar, será localizado pelo sistema de triangulação do governo. Uma grande prisão sem grades, todo mundo sob controle. Uma grande manada, gado humano.

RIC: Registro único Civil, é o novo documento que substituirá o nosso RG.

O novo documento brasileiro em formato de um cartão de crédito inclui um chip que integra todos os documentos nacionais, como CPF, carteira de habilitação, título de eleitor e outras informações pessoais, como cor dos olhos e altura.

O governo brasileiro decidiu que a população terá que pagar pelo Registro de Identidade Civil (RIC). Inicialmente orçado em R$ 40, o RIC ainda pode ter o valor reduzido para R$ 15. Segundo o governo, o alto custo é devido ao fato de ele ser um cartão magnético com chip e certificação digital, o que permitirá usá-lo em operações na internet. Atualmente, não há lei que defina a cobrança pela emissão do RG.

A Casa da Moeda vai gastar R$ 90 milhões só no primeiro ano, mas a nova identidade não substituirá esses documentos. Então para que serve mesmo a nova carteira de identidade? Para alguns ganharem dinheiro, além da empresa que empurrou o bagulho ao Ministério da Justiça.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para contestar a validade do Sistema Nacional de Identificação de Veículos (Siniav). Para a ordem, a resolução é “flagrantemente inconstitucional”, uma vez que torna obrigatória a instalação de chips de identificação em todos os veículos em circulação no país. Conhecer a exata localização do veículo de um indivíduo “fere o direito constitucional à garantia de privacidade dos cidadãos”.

Depois que isso estiver funcionando, é só mudar e fazer o microchip-implante prá colocar nas pessoas.

O esquema autoritário se prepara para criar um sistema de fazer inveja ao Ministério de Segurança do Estado, Stasi – a famosa agência de informações e segurança da República Democrática Alemã, a Alemanha Oriental, que nada tinha de democrática no nazi-comunismo que lá vigorou após a 2ª Guerra mundial e durante todo o período da guerra fria, até a queda do Muro de Berlim.

A Stasi brasileira começa a operar a todo vapor. A cidadania deverá pará-la, ou não.











Cinco estados começam a receber o CRM digital com chip



Médicos do Distrito Federal, Espírito Santo, Pará, Pernambuco e Santa Catarina serão os primeiros a receber a carteira digital – em policarbonato (material similar ao de cartões de crédito), com um chip que poderá ser ativado para certificação digital.

"O futuro caminha para todo mundo ser reconhecido através da certificação digital. Então, a nossa função é dar uma carteira profissional com o chip para que os médicos possam aderir aos novos tempos", explica o presidente do CFM, Roberto Luiz dAvila.

A iniciativa do CFM deve contemplar principalmente os profissionais que já têm demandas de certificação digital e os que têm perfil mais informatizado.

Gerson Zafalon Martins, membro da Câmara Técnica de Informática em Saúde do CFM e relator da resolução que institui o documento digital – aprovada na plenária de fevereiro –, destaca que, ciente da complexidade do assunto e com o intuito de estabelecer as normas, padrões e regulamentos, o CFM estabeleceu, em 2002, um convênio com a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). Como resultado, foram publicadas regulamentações, entre elas a Resolução CFM 1.821/2007, o Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde e agora a resolução que estabelece o CRM digital. "O CRM digital será um cartão inteligente (smart card) de acordo com as especificações do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) atendendo às exigências técnicas exigidas", explica.

Visão ecológica – A utilização de prontuários eletrônicos que dispensem o papel permitem, além da redução do uso de recursos naturais e da menor geração de resíduos poluentes, a agilização de processos, maior legibilidade, acurácia e exatidão de dados, entre várias outras vantagens. É o que destaca o 1º secretário do CFM e coordenador das áreas de imprensa e tecnologia da informação, Desiré Carlos Callegari: "A questão do prontuário eletrônico com certeza vai contribuir para a agilidade dos processos e principalmente para a questão ecológica, com a dispensação de papéis, tornando possível a adesão a uma crescente consciência ecológica mundial".

Adesão opcional – A adesão ao novo documento será facultativa. A atual cédula de identidade, instituída em 2007 pela Resolução CFM 1.827, será gradualmente substituída e continuará válida para todos que não a substituam pelo CRM digital.

Os que optarem pelo CRM digital poderão ainda decidir pela ativação ou não do chip (adesão ou não à tecnologia de certificação digital) e a qual autoridade registradora (AR) recorrerão – alguns exemplos são Verisign, Certisign, Caixa, Serasa e Serpro.

Se não habilitado o chip, a carteira não contará com o recurso tecnológico da certificação digital, mas funcionará como um documento de identidade profissional de alta resistência e mais seguro contra falsificações.

Um acordo de cooperação entre o CFM e a Caixa Econômica Federal permitiu um preço bastante competitivo, se comparado aos valores praticados pelo mercado, para médicos obterem a certificação digital. Esta será uma das opções, atraente pelo valor e pela capilaridade da Caixa, mas os profissionais poderão escolher qualquer certificadora.

Cartilha – Para que o médico compreenda melhor os conceitos-chaves da Certificação de Software e Certificação Digital, o CFM e a SBIS elaboraram esta cartilha educativa. Nela o profissional médico e os demais interessados poderão ter uma visão geral sobre Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)/Registro Eletrônico de Saúde (RES), Certificação Digital, Documento Eletrônico e quais as regras para um prontuário 100% digital (paperless - sem papel).

Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Fonte: CFM.

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