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quinta-feira, 15 de março de 2012

Guerra no "governo": Dilma X Michel Temer, José Sarney, Renan Calheiros, Henrique Eduardo Alves, Carlos Lupi e parte da bancada do PDT, Alfredo Nascimento e o Partido da República. Surge na internet uma nova sigla: CAPOD = C...... e Andando Para a Opinião da Dilma.

Fica evidente que a "chefe" do governo optou pelo confronto, contra o PMDB e até o PT, sem falar nos outros.

Esses batalhões mantém a estratégia de criar dificuldades para a votação de projetos de interesse do palácio do Planalto caso não se vejam atendidos em suas exigências de ocupar ministérios, nomear dirigentes de empresas estatais e ter liberadas verbas para suas emendas ao orçamento.

Pouco adianta as declarações de unidade e confiança de uns nos outros, se seus exércitos já se engajaram e continuam arregimentando forças.

Para o biênio 2013-14, o PT cederia a presidência da Câmara ao PMDB, sendo verdadeira a recíproca no Senado, onde os companheiros assumiriam a presidência. Nada mais ilusório do que essa projeção. Porque só por milagre o PT admitirá perder a Câmara e não conquistar o Senado.

O problema é que a relação de forças, no Senado, surge diferente do que na Câmara. Entre os deputados, a bancada do PT é majoritária, com 81 contra 76 do PMDB.

Entre os senadores, o PMDB bate o PT por 20 a 14. Mesmo divididos, os senadores do PMDB não se dispõem ao troca-troca.

Assim, os deputados do PT não tem porque abrir mão de sua prevalência. Apesar de inexistir nos regimentos internos das duas casas a obrigação de o maior partido indicar o presidente, isto é o que ocorre.

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