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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O principal erro das forças armadas: OMISSÂO. Um país com seu poder público nas mãos de covis de bandidos não tem futuro.

Aquilo que ignorantes, hipócritas, levianos, prevaricadores, omissos, corporativistas e covardes, sem exclusão de qualquer classe social, especialmente a dos canalhas esclarecidos, costumam chamar de Abertura Democrática, nada mais foi, e ainda é, do que a contaminação proposital e disfarçada das relações sociais pelos ditames do Decálogo de Lênin – ações táticas para a tomada do poder, transcritos e resumidamente explicados ao longo desta crônica, conforme já divulgado em um blog na internet, explicações que foram adaptadas ou estendidas para atender as nossas presentes finalidades.

Em outras palavras, a Abertura Democrática foi a maior fraude política já registrada na história da civilização ocidental, uma hedionda fraude que transformou o Brasil em um Paraíso de Patifes e os podres Poderes da República em covis de bandidos de todos os matizes.

Já podemos, didaticamente, distinguir duas principais fases do processo de destruição política e social do nosso país.

A primeira inicia-se com a estúpida e antecipada entrega, pelo Regime Militar, da administração do poder público nas mãos de sórdidas burguesias e oligarquias civis que já vinham traindo ou subornando níveis inferiores da administração pública-militar através da infiltração de meliantes de uma esquerda terrorista e absolutamente corrupta-corporativista em todos os segmentos da vida nacional.

Enquanto os terroristas das armas lutavam contra nossas Forças Armadas nas ruas e nas selvas, os terroristas da corrupção e do corporativismo sórdido ocupavam, sem maiores dificuldades, as bases de poder representadas pela academia, meios de comunicação, meio artístico e muitas outras instituições público-privadas ou associações de profissionais, especialmente e principalmente o submundo comuno-sindical, sórdido berço de formação das gangs que hoje ocupam o poder público em todas as suas extensões.

Estúpida porque estancou o trabalho de uma administração pública-militar que já havia recolocado o país nos trilhos de uma via segura que estava fazendo do Brasil uma potência econômica com todas as condições estruturais, econômicas e sociais para se tornar uma integrante das maiores e mais bem sucedidas nações do mundo.

Antecipada porque faltava ainda dar importantes e fundamentais passos na direção de uma revolução educacional e cultural que evitaria que as relações sociais públicas e privadas fossem conduzidas ao incontrolável grau de degeneração moral que atualmente prevalece, tendo o poder público como seu mentor e executor fundamental.

1º. Ditame do Decálogo de Lênin: ”Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual” – subornar os meios estudantis e tornar obrigatória a aceitação do homossexualismo, com o risco de ser julgado por preconceito, levar crianças a passeatas de homossexuais, semear a destruição das bases de influência familiar e religiosa, aproveitar as escolas públicas de ensino básico para difundir comportamentos sexual-libertários em crianças e adolescentes em fase de formação de caráter e personalidade, incentivar ou permitir a difusão de programas televisivos com cenas ou roteiros que não deveriam ser permitidas para determinadas faixas de idade, ou programas que reproduzam as deformações dos comportamentos sociais as transformando, intencionalmente, em “novos valores comportamentais” a serem aceitos pela maioria. Registre-se a absurda e covarde omissão da Igreja Católica durante esse processo.

O Regime Militar tinha a obrigação e a responsabilidade de limitar - através da reformulação de seu Poder Judiciário - com uma postura de tolerância zero, a histórica influência do DNA da prática do ilícito como norma básica de comportamento social, assim como coibir, com a força do necessário e inflexível respeito aos códigos legais, a sistemática impunidade em relação aos atos de corrupção e prevaricação que civis praticavam no submundo das relações público-privadas, mesmo durante o Regime Militar.

Mesmo considerando-se a precipitação das Forças Armadas em devolver o país ao controle dos civis, nossa sociedade, se tivesse mínimos princípios de patriotismo, dignidade, honra e reconhecimento pelo fato de que nossos militares evitaram que, em 1964, o país caísse nas mãos de uma canalha comunista da pior espécie – a pedido da própria sociedade organizada –, não teria e não estaria permitindo que uma corja de “senhores e senhoras” de espírito e posturas lesa-pátria, durante os desgovernos civis, desenvolvessem instrumentos para desqualificar, depauperar, desrespeitar e criminalizar os combatentes militares que evitaram que hoje nosso país estivesse vivendo no mesmo nível da destruída e decadente sociedade de Cuba ou até bem pior.

Então outro grave erro foi e continua sendo cometido pelas Forças Armadas, sistematicamente ofendidas e agredidas por todos os presidentes civis, seus cúmplices, e pelos canalhas do comuno-sindicalismo que ocupavam e ocupam os espaços de influência na sociedade junto com a manipulação de movimentos sociais: os erros do silêncio, da omissão, da covardia e do comodismo, que transformam heróis em culpados e terroristas em heróis agraciados com indenizações milionárias e pensões vitalícias tecnicamente inexplicáveis.

2º. Ditame do Decálogo de Lênin: “Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa” – um “novo” sistema de comunicação de massas foi lentamente reestruturado permitindo que o jornalismo marrom controlador de fortes grupos de comunicação, se despusesse a influenciar a classe média que estava em cima do muro, a academia já amplamente infiltrada de socialistas decadentes, e médios e grandes empresários, todos formadores de opinião e pertencentes às oligarquias e burguesias lacaios dos desgovernos civis que estavam plantando as sementes do futuro Paraíso dos Patifes.

Tendo esse ditame leninista em mente os canalhas fraudadores da Abertura Democrática deram um grande passo na direção da formação de um canal viciado de comunicação entre os desgovernos civis e a sociedade: linhas editoriais que, sem separar suas posições próprias da realidade dos fatos, incentivavam a distorção entre uma compulsória honestidade de informar e a edição de notícias, levando, progressivamente, uma massa de leitores, vítimas da falência cultural e educacional, propositalmente provocada pelos desgovernos civis, a fazerem sistemáticos erros de avaliação da realidade do Regime Militar.

A estratégia foi utilizar e continuar utilizando os recursos jornalísticos disponibilizados pela imprensa marrom para criar uma idéia de quase absoluta desconexão entre as virtudes econômicas e sociais – frutos diretos do Regime Militar – e suas potencialidades, com a administração pública militar.

Como pano de fundo da ocupação do meio jornalístico, cada vez mais marrom, devem ser citados os instrumentos da disputa por verbas de propaganda dos podres Poderes da República e os financiamentos tipo “cala a boca”, feitos por meio de bancos estatais em condições de negociação ou renovação fora dos padrões do mercado financeiro formal e, evidentemente, o risco de não renovação das concessões de funcionamento dos mais influentes grupos de comunicação.

Texto de Geraldo Almendra.

Fonte: http://www.ocaoquefuma.com/2012/02/um-pais-sem-futuro-parte-i.html
http://www.ocaoquefuma.com/2012/02/um-pais-sem-futuro-parte-ii.html#more

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