quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Jacques Wagner. Como o PT age. Antes e depois de assumir o poder.

No Congresso em 18 de Setembro de 1992.
Era a favor da greve, solidário aos policiais, diz que a reinvindicação é justa.
Contra o governador.

Veja que Wagner incentivava de forma aberta a indisciplina. Destaco alguns trechos:“Em primeiro lugar solidarizo-me com nossos conterrâneos da Polícia Militar do Estado da Bahia, que há aproximadamente dez dias vêm se movimentando juntamente com seus familiares, particularmente as esposas, numa justa reivindicação por melhorias salariais. Infelizmente, a impermeabilidade do Governador do Estado fez com que o Comando da Polícia Militar punisse cerca de 110 militares.”
Como bom petista, apoiava tudo o que servisse para minar a credibilidade de um governo adversário.
(…)
“Acho um absurdo o atual vencimento dos agentes da Polícia Militar da Bahia, bem como o dos oficiais. Entendo que aqueles que têm por tarefa a manutenção da ordem pública precisam ter uma remuneração condizente com o risco de vida a que se expõem todos os dias.”
Notem o apelo sutil à indisciplina justamente dos oficiais. Mas o melhor vem agora.
“Por isso, registro minha solidariedade aos 110 oficiais e policiais militares já punidos e reitero veementemente meu apelo ao Comando da Polícia Militar para que, em vez de simplesmente seguir as ordens do Governador do Estado da Bahia, sempre impermeável às reivindicações do funcionalismo do nosso Estado, tente sensibilizar o Executivo do nosso Estado no sentido de que sejam atendidas as reivindicações das esposas dos militares que, na verdade, estão indo às ruas porque não têm como comprar alimentos para a família”.
Não lhes escapou, obviamente, que o companheiro Wagner estava convidando o comando da PM a se rebelar contra o governador… “




Em 2012. É contra a greve.
Chama as forças armadas para intervir.
Agora é governador.

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