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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Yoani Sánchez não é dissidente. Trabalha para Cuba. Dilma não fala dos direitos humanos coibidos em Cuba?

A Yoani Sánchez, vive perfeitamente bem hoje, a vida e as regalias que essa moça goza só são possíveis e permitidas a um MEMBRO do regime, a alguém que serve fielmente ao sistema e que cujo papel inclui passar-se por opositor, infiltrado no meio das agremiações para depois delatar quem quer que seja.

Quem, da verdadeira dissidência possui um notebook, telefone e internet em casa por 24 horas?

Qual a fonte de renda dessa moça?

Ela alega que dá aulas de alemão para turistas... mas como, se os cidadãos fora da Nomenklatura são proibidos (com perseguição da polícia) de se aproximarem dos turistas?

E o marido, trabalha em quê e para quem?

E o apartamento onde ela mora (este da foto)? http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTwwe2-fMVGl5Rm_B8xZeknP2yzRpQ2W6W0HxilPzZQVAjLhF2v

E a liberdade de ter celular e telefonar passeando pela rua?

Qual dos legítimos opositores tem essas regalias?

E como se tudo isso não fosse suspeito o bastante, mesmo depois de descoberto o blog e sua identidade, por que eles nunca foram chamados ou perseguidos pelos ferozes e insanos CDR? (* Comitês de Defesa da Revolução (CDR), são informantes CDR que fazem relatório ao governo (polícia ou para as agências de segurança) sobre as atividades da população. )

Como e por que, vivendo na Suíça voltou para Cuba, entrou sem qualquer atropelo e vive até hoje sem ser minimamente molestada?

Os que saem não têm direito de voltar, pois são considerados traidores... e se tentam, ou são deportados ainda no aeroporto ou vão direto para a prisão.

Só se sai de Cuba com permissão da Nomenklatura e, ainda assim, essa liberdade de ir e vir dentro e fora do país só a possuem os membros do regime. Reflitam!

Só quem não conhece absolutamente NADA sobre o regime ditatorial castro-comunista ou os ingênuos ou coniventes com o regime podem acreditar nas desculpas esfarrapadas que essa moça divulga no seu blog. A dissidência cubana, eu e os estudiosos, já vimos esse filme incontáveis vezes.

Ela não é membro de nenhum grupo opositor, que somente souberam pela imprensa estrangeira que havia feito um ato de presença no caso do roqueiro Gorki, e sobre as demais participações no estrangeiro. Comentaram-nos, além disso, que vive em Nuevo Vedado em uma confortável residência com telefone e serviço de internet, e que jamais foi objeto de perseguição ou maltrato e muito menos detida, pelo que desconhecem o porquê de sua presença como opositora.

Em Cuba hoje, ninguém sabe o porquê da fama de Yoani Sánchez , nem o porquê do Prêmio Ortega y Gasset de Jornalismo Digital 2008, nem a viagem à Espanha suspensa pelo governo de Cuba. Muito menos a participação em vídeo na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa).

A respeito do tema da violência contra jornalistas e meios de comunicação durante as crises sociais e os recentes processos eleitorais na América Latina, devem ser debatidos por jornalistas independentes cubanos que sejam vítimas desta repressão, inclusive que tenham cumprido condenações, perseguição, repressão e expulsões de seus centros de trabalho, e para os quais, informar é o maior dos delitos na ilha; e mesmo assim, continuam na linha de combate sem se deixar vencer.

Isto não ocorre com Yoani Sánchez, pois ela não responde pela imprensa independente cubana; não foi detida, nem perseguida politicamente; nem sequer, como afirma a oposição, pertence a nenhum grupo organizado. Apenas criou um blog em 2007, chamado “Generación Y” com o objetivo, segundo ela, de poder dizer o que sente e para que o mundo conheça [seus pensamentos].

Não lhe concede o direito de representar uma oposição aguerrida, perseguida, fustigada e reprimida que leva muitos anos lutando sem internet, sem liberdade de expressão e neste momento minimizada.

Não é notícia para ninguém que a imprensa independente cubana, fundada em meio a uma sociedade totalitária e repressiva, foi fortemente reprimida pelo governo cubano, inclusive os jornalistas fundadores, e os que atualmente continuam na linha de combate têm que redigir suas notícias em pedaços de papel reciclável, suplicar horas de tempo da máquina de alguma das sedes diplomáticas existentes em Havana,ou na SINA(Repartição de Interesses dos Estados Unidos em Havana), onde para poder ir têm que burlar a custódia policial da Segurança do Estado.

Consideramos, como jornalistas e por ter conhecimento de causa sobre a realidade da oposição na ilha, que existem repórteres independentes que certamente têm capacidade para poder representar a imprensa perante qualquer tipo de Comissão Internacional e muito mais a Sociedade Interamericana de Imprensa, por seu árduo trabalho, por sua experiência sobre repressões e cativeiro, e onde é honesto destacar: Luis Cino, Lucas Galve, José Fornaris, Hugo Araña, Juan González Febles, Jorge Olivera, Guillermo Fariña e outra boa soma de jornalistas, homens e mulheres, anteriores e posteriores à onda repressiva de 2003, que com valor e inteireza cobriram os postos daqueles que para salvar a vida tivemos que sair para o exílio. E expomos este critério por sermos fiéis defensores dos direitos humanos e termos como fortaleza principal a liberdade de expressão das idéias.

Yoanis Sánchez é a única cubana com liberdades para utilizar o serviço de internet sem interrupções.

Não consideramos que Yoanis Sánchez tenha argumentos sólidos e experiência virtual sobre os fatos do maleconaço, nem sequer sofreu na própria carne a repressão e o presídio da onda repressiva de 18 de março de 2003, e muito menos que tipo de coisa é ter que fugir dia e noite da Polícia Política, dos registros massivos, dos mítines de repúdio, das agressões em via pública, da deterioração física e espiritual dos opositores e seus familiares.

A SIP e o mundo sabem que a imprensa independente na ilha, apesar de ter sido boicotada pelos espiões a serviço do regime em março de 2003, onde foram detidos mais de 75 jornalistas independentes e opositores pacíficos, e onde um número grande deles, dentre os quais havia 12 mulheres indiciadas, viram-se obrigados a sair para o exílio com seus filhos para não perderem a vida.

Apesar de o atual governante Raúl Castro ter permitido a venda de computadores para o povo, os opositores e jornalistas independentes cubanos não têm impunidade para possuí-los e muito menos para fazer denúncias.

O serviço de internet não é permitido, somente se consegue Intranet e não a dissidentes, pelo qual nenhum tem conhecimentos e muito menos possibilidades de poder adaptar-se às novas tecnologias, muito menos conhecer o blog Generación Y. Como é possível que se possa falar de redes sociais e blog, ou novas tecnologias profissionais em Cuba, se a imprensa independente e a oposição não têm permissão a esses acessos, pelo que consideramos um ato de mágica que Yoanis possa conseguir esse serviço desde sua casa de forma ininterrupta?

Como foi possível que Yoani Sánchez conseguisse uma intervenção especial de sua casa em Havana para Madri, quando as linhas telefônicas cada vez que são utilizadas para informar sobre liberdades, denúncias ou participações com o estrangeiro são cortadas, e disto há muitas testemunhas, tanto dentro quanto fora de Cuba.

Perguntem ao resto da oposição e imprensa independente cubana, tanto fora como dentro do exílio, quantas coisas lhes são e lhes foram negadas, e como transcorre a vida de um dissidente e a de seus familiares.

Já se perguntou de quantas coisas acusaram os jornalistas independentes e opositores pacíficos presos, ou em suposta liberdade, incluindo os que tiveram que sair do país para salvar suas vidas?

Seria bom que se conhecesse que todos foram acusados de: trabalhar para uma potência estrangeira; atentar contra a soberania nacional; contra-revolucionários; atentar contra os órgãos da Segurança do Estado; vende-pátrias; “gusanos” (vermes); lacraia social e uma quantidade de epítetos da língua espanhola que para expô-los necessitaríamos de várias laudas.

Com as comodidades de um serviço de internet 24 por 24 sem interrupções onde somente o exterior lê, ou o grupo de prisioneiros políticos e de consciência que estão morrendo diariamente submetidos às mais cruéis torturas físicas e psicológicas? Ou a imprensa independente e os opositores que buscam a notícia a pé, rua a rua, cidade a cidade, e depois arriscam a vida e a liberdade tratando de transmiti-la para o exterior sem meios sofisticados?

Ela se juntou ao debate de forma virtual com uma intervenção gravada em vídeo, onde explicou como a internet conseguiu romper o monopólio da informação em Cuba. Ao mesmo tempo afirma que graças à rede, a qual denomina seu instrumento, conseguiu nos últimos anos burlar a censura oficialista cubana.

Os jornalistas dissidentes na ilha, 25 dos quais continuam presos em cárceres cubanos após a detenção do chamado “Grupo dos 75” na primavera de 2003.

Passar-se por opositora sem ser molestada, ter todas as regalias que tem e ainda ser convincente em seu papel de dissidente, não é tarefa fácil!

A única blogueira com essas liberdades em Cuba é ela, que nenhum outro opositor, jornalista independente ou povo em geral tem acesso à internet, e que se alguém a tem é uma minoria e quase todos comprometidos com o regime.

Quem desejar pode perguntar a um jornalista independente ou opositor pacífico, tanto em Cuba como fora dela, que eles poderão contar a realidade porque são os únicos que têm a última palavra.

Em Miami vive um grande número de opositores pacíficos e jornalistas independentes com experiência em repressão, perseguição e cativeiro; quem não compreender o que se expõe neste Editorial, por favor comunique-se conosco que, com muito prazer, qualquer um deles lhes contará de suas vivências e a realidade de fazer oposição em um país totalitário. O texto original pode(podia, se já não retiraram) ser lido aqui: http://www.cubaeuropa.com/editorial/editorial2/edit16.htm

Mentirosa compulsiva

Mentiu quando denunciou perante a imprensa internacional que tinha sido golpeada pela polícia em Havana.

Meios de todo o mundo resenharam que 6 de novembro de 2009 havia sido presa, junto com três amigos por “três fortes desconhecidos” durante uma “tarde carregada de golpes, gritos e insultos”. Em 8 de novembro recebeu jornalistas em sua casa para mostrar as evidências de supostas pancadas, das que não tinha falado até 48 horas depois.

De acordo com os que reportaram este encontro na casa da blogger, YS disse que recebeu “pancadas e empurrões, “golpes nas articulações”, nova “onda de golpes”, o “joelho sobre [seu] peito”, os golpes nos “rins e [...] a cabeça”, “o cabelo” puxado, o “rosto envermelhado pela pressão e muita dor no corpo”, “os golpes [que] seguiam caindo” e “todos estes morados”. Porém, o correspondente da BBC em Havana Fernando Ravsberg disse que Sánchez “não tem hematomas, marcas ou cicatrizes”. [8]

O jornal La República, da Espanha, publicou um vídeo com depoimentos dos médicos que a atenderam um dia depois das supostas pancadas, quando ela se apresentou para reclamar um documento que provasse que tinha sido vítima da violência. Os três especialistas que a assistiram referiram que YS não tinha o menor indício de violência, apesar de ter passado 24 horas do suposto ataque e de ela ter tez muito branca, uma pele que dificilmente esconderia marcas e arroxeados causados por um ataque violento.

Aqui se pode ver o vídeo com o depoimento dos médicos em Youtube:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cPm68xcBzPs


Dedurar é essencial para regimes totalitários.

Gulags tanto de Stalin e de Castro foram preenchidas principalmente com os prisioneiros delatados pelas atuações de dedos-duros. Dedurar tal, tem um efeito bola de neve. O próprio fato de você dedurar dá a algumas pessoas um sentido (geralmente falsas) de proteção da polícia do regime, porque eles são os que assistem. Então, como mais e mais pessoas se arredondado, mais e mais pessoas se sentem ameaçados, assim mais e mais deles - mais medo, mais prisões; colocam vizinho contra vizinho, primo contra primo, mesmo filhos e filhas contra os pais.

Em meados da década de 1990, o católico de Direitos Humanos do grupo Pax Christi, com sede na Bélgica, visitou Cuba e, secretamente, realizou um estudo sobre o status do CDR e relatou: "O medo é o instrumento básico do controle político cubano", conclui o estudo. "Há um CDR para cada 140 cubanos. As informações à disposição da Segurança do Estado pode ser usada para ameaçar e intimidar ninguém.

OPOSIÇÃO É PROIBIDA PELA CONSTITUIÇÃO CUBANA

Emendas à Constituição feita pelo PCC(Partido Comunista Cubano) em seu congresso de 1991 reafirmou a ilegalidade de qualquer atividade política ou cívica fora das estruturas do Estado. Embora na Carta, no artigo 54, ainda apareça para conceder certos direitos relativos à liberdade de associação e de reunião, esses direitos estão subordinados à construção e preservação do regime comunista, como previsto no artigo 62:

Nenhuma das liberdades reconhecidas aos cidadãos pode ser exercida contra as disposições da Constituição e das leis, nem contra a existência e fins do Estado socialista, nem contra a decisão do povo cubano de construir o socialismo eo comunismo. Infrações deste princípio são puníveis.

Liberdade de expressão é igualmente circunscrita pelo artigo 53, que afirma:

Liberdade de expressão e de imprensa são reconhecidas para os cidadãos de acordo com os fins da sociedade socialista. As condições materiais para seu exercício estão presentes pelo fato de que a imprensa, rádio, televisão, cinema e outros meios de comunicação são estatais ou de propriedade social e nunca pode ser propriedade privada, o que garante o seu uso exclusivamente a serviço do trabalho pessoas e no interesse da sociedade.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (CIDH-OEA), no capítulo sobre Cuba no seu relatório anual mais recente,

... Considera que a Constituição cubana estabelece claramente as bases legais para a censura, pois o Estado é o único que pode determinar se a expressão oral ou escrita, o direito de associação e de reunião, ou a outros direitos estabelecidos na Constituição são contrários à sistema político vigente.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos declara ainda:

Não há meios legais para desafiar abertamente as políticas do Governo ou partido, ou concorrentes, como um grupo, movimento ou organização do partido político para o direito de governar, para substituir o Partido Comunista e os seus líderes por meios pacíficos, e para desenvolver novos e políticas diferentes ... é impossível fazer crítica aberta e organizada das políticas do Governo e do Partido que pode segurar os principais líderes responsáveis ​​ou torná-los suscetíveis de ser afastado do cargo.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos conclui que o regime em Cuba é "um sistema político totalitário", 13 como a Constituição cubana

... Elimina qualquer possibilidade de defesa para o indivíduo diante do poder do Estado, e confere proteção constitucional ao exercício arbitrário do poder contra o povo de Cuba.

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