sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Missão dos Militares de hoje: Identificar, prevenir e remover.

A principal função de um general é identificar o inimigo real.

Tão logo tome conhecimento de um ataque ou uma ameaça, o general deve procurar conhecer e analisar as suas causas e consequências. É sua obrigação distinguir uma provocação, uma cilada ou um ataque de grandes proporções.

Na guerra econômica (ou de quinta geração) a maior ameaça é desestabilização da economia de um país através da imposição de barreiras comerciais, da pirataria e da manipulação da taxa de câmbio por parte de especuladores estrangeiros ou de traidores dentro do próprio governo.

Exemplo de provocações são o confisco (disfarçado de nacionalização) de ativos no exterior, (tanto privados como públicos) e a tentativa de não cumprir tratados internacionais que regulam as atividades de uma empresa binacional.

Cai numa cilada o país cujo o governo interfere nos assuntos internos de outro, por sugestão (ou imposição) de terceiros. Já um ataque de grandes proporções é a tentativa de submeter a soberania nacional ao controle de alguma entidade supranacional (disfarçada ou não).

O Brasil é um país privilegiado. Sua grandeza territorial, suas riquezas agrícolas, hídricas e minerais lhe possibilitam uma vida totalmente autárquica. Com pequenas obras de infraestrutura (em comparação com a fabulosa riqueza do país) poderemos nos converter de fato em garantidores da segurança alimentar do mundo. Por este motivo não estamos sujeitos a um ataque nuclear de outras potencias. Uma invasão convencional também seria mal sucedida, pelas dimensões continentais do Brasil; para rechaçá-la bastaria utilizar a mesma tática dos russos contra Napoleão e Hitler.

Resta aos verdadeiros inimigos do Brasil (a Oligarquia Financeira Internacional e os que cobiçam nossas riquezas) tentar dividir o país, fomentando para tanto, as diferenças étnicas, regionais, religiosas, etc.

Tentam, também, cooptar a classe política, com benesses que pouco lhe custam (por exemplo: conceder-lhe o direito de manter incólumes em seus bancos, o fruto de seus ataques aos cofres públicos, com a promessa de que não serão molestados pelos juízes amestrados, enquanto votar medidas de seu interesse, principalmente as que ferem a soberania nacional).

Sorte nossa que a Oligarquia Financeira Internacional vive hoje um dilema hamletiano: Não pode destruir fisicamente o Brasil com suas ogivas nucleares ou seus terroristas, porque precisa de nossa comida, de nossa água e de nossos minérios; Não tem condições de nos conquistar militarmente e manter a ocupação devido ao tamanho continental do Brasil e à unidade linguística e cultural de seu povo.

Só lhe resta o caminho da tentativa de nos dividir, de criar artificialmente ódios e rancores, de identificar e pagar regiamente aos que se dispõem a trair a Pátria.

Para implantar a Nova Ordem Mundial é necessária a destruição dos valores “retrógrados” a saber: Pátria, Honra, Família e Liberdade. Sofrerão os maiores ataques as Instituições que ainda defendem estes valores: a Igreja Católica Apostólica Romana e as Forças Armadas - principalmente o Exército Brasileiro. E ainda bem que, os nossos blindados ainda levam pintada em suas laterais a imagem do Cruzeiro do Sul.

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