domingo, 29 de maio de 2011

Verás que um filho teu não foge à luta. Sou contra a Marina Silva: “Internacionalizar é a única maneira de preservar a Amazônia”.

Posso até estar bradando sozinho no deserto. Mas o ataque ao nosso país através da guerra não-convencional ficou bem patente nestes últimos dias.

A maioria não percebe a manobra estrangeira para dominar o nosso País, para mantê-lo subdesenvolvido e militarmente fraco. Vemos várias manobras subliminares e outras mais agressivas, como a compra de alguns políticos que fazem o "lobby ambientalista", fazendo ameaças e chantageando outros, enganando e iludindo a população, enfraquecendo as forças morais, induzindo ao medo e amolecendo a fibra da nação com a filosofia da não-resistência. Desta maneira garantiriam a rendição do Brasil, um país de dimensões continentais e de um povo alegre e resiliente!

O nosso País tem, no momento, três trunfos que lhe poderão proporcionar riqueza e influência internacional: os minerais únicos no mundo(por exemplo, nióbio), o pré-sal e a agropecuária. Destes, devido ao aumento da demanda e nossa abundância de terras férteis, a agropecuária é o mais importante e o único inesgotável. A riqueza gerada nos poderá fornecer os recursos necessários para criarmos uma infraestrutura decente, para desenvolvermos a indústria, as pesquisas científicas e até para mantermos uma força militar suficiente para dissuadir as ambições externas.

Dentre as várias pressões que sofremos, a principal é o mau uso do ambientalismo.

A demonstração mais clara é a filosofia da Marina Silva: “Internacionalizar é a única maneira de preservar a Amazônia”.

Preservar para quem?
Será mesmo o papel do Exército e da Força Nacional de Segurança atuar com a Policia Federal e servidores do Ibama nas ações para conter a alta do desmatamento na Amazônia? A serviço de quem? A quem interessa? O governo federal? A quem obedece este governo? Os estrangeiros tentam nos induzir a que preservemos as nossas terras para evitar a concorrência, e quem sabe, para a utilizarem mais tarde. Os estrangeiros usam suas terras para plantar e ganhar dinheiro.

Está na hora dessas forças terem a mesma posição da Câmara e se recusarem a esse serviço de capitães do mato, tal como o Exército teve no episódio da Raposa-Serra do Sol. A quem serviremos?

O nosso País estará em situação privilegiada se conseguir manter-se neutro nas questões dos conflitos mundiais, se ocupar seu território e não se dissolver totalmente nos prazeres desenfreados, mas se tivermos falta de força militar (nuclear) e sem a correta a política demográfica com a urbanização e distribuição da população pelas regiões norte e centro-oeste, dificilmente conseguirá manter seu patrimônio territorial.

Quando um futuro intolerante se precipita (esperamos que não aconteça) parecendo inexorável é preciso reagir, deter, interceptar, barrar, obstruir, antes que a situação evolua e os desdobramentos venham a ter conseqüências desagradáveis à nação.

Aja corretamente Estado Maior das Forças Armadas. E aja agora!

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