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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Romain Rolland

Romain Rolland, escritor francês, manifestou-se da seguinte forma em relação às unanimidades "patrióticas" a que assistia à sua volta:

"Todo homem de verdade deve aprender a ficar só no meio de todos, a pensar só por todos. A humanidade pede àqueles que a amam de fato que, sempre que necessário, sejam capazes de guiá-la e revoltar-se contra ela".

Em escala diferente, mas com igual pertinência, nos cabe alertar contra descaminhos que nos parecem conduzir nossa sociedade a recuos ou pelo menos à estagnação, no plano econômico e material, quando não a retrocessos nos planos político ou cultural.

Sei o que todas as pessoas comuns sabem: o Estado coletivista está enforcando a instituição familiar, impondo ditatorialmente a vontade de uns poucos ativistas políticos, contra a vontade da maioria que escolhe sua vida amorosa, heterossexual para preservar a vida, ou homossexual por incapacidade de manter o compromisso monogâmico procriador, desde que se tem registro dos comportamentos humanos.

O alvo da política coletivista é a família.

O objetivo é que sejamos todos filhos(ou escravos) do Estado.

“Ouso dizer que é a serviço cego de uma comunidade cega, ou de cegos como são todos os Estados, incapazes de entender a complexidade dos povos, que a imposição, atrelada às paixões e interesses de uma pessoa, não servem de fato à comunidade, mas a escravizam e aviltam”. (Romain Roland, 1917)

Nessas horas, talvez seja útil seguir a lição de Rolland e ficar sozinho contra todos, e cumprir o papel de mensageiro do desastre, não tendo medo do isolamento, mas respondendo exclusivamente à sua própria consciência.

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