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terça-feira, 22 de março de 2011

Dengue: Empresa que testar vacina na população brasileira

Dr. Roberto Giraldo, médico infectologista, imunologista e psicossomaticista

Recentemente foi anunciado pela mídia que a empresa farmacêutica francesa “Sanofi Pasteur” tenta fazer um contrato com o governo do Brasil para testar em humanos (30 mil brasileiros) uma vacina contra a dengue que nunca foi usada em nenhum país.

A mídia informou que “multinacionais buscam locais onde possam compensar seus investimentos. O Brasil, portanto, seria perfeito: no país a doença é endêmica e, ao contrário da África, possui recursos para a vacina.” (www.estadao.com.br/estadadehoje/20110222/).

Como se vê, trata-se de interesse comercial e não de saúde. É bom saber que o Japão proibiu as vacinas precisamente da empresa francesa “Sanofi” depois de elas causarem 4 mortes de crianças (www.naturalnews.com/031616_vacines_Japan.html).

Os médicos e cientistas mais esclarecidos em muitos países sabem que as vacinas são uma das piores e mais nefastas consequências da “Teoria Germinal” de Louis Pasteur (1822-1895).

Esta predica que as enfermidades vêm de fora do ser humano, de vírus, bactérias, fungos e parasitas, e não do “meio interno” do indivíduo, como, no final do século XIX o grande médico francês Antonio Béchamp (1816-1908), defendeu com valor e coragem na Academia de Ciências da França.

Não só este médico contrariou Pasteur, sustentando a origem interna das doenças, mas também Claude Bernard (1813-1878), concluiu que “o terreno explicava tudo”, que a pessoa deve ter um terreno ou estado interior fraco antes de aparecer qualquer doença.

É aceito cientificamente que só uma em cada 100 pessoas picadas por mosquitos infectados com vírus desenvolve uma doença viral; para isso, tem de estar previamente debilitada e imunossuprimida, do contrário, é impossível desenvolver a dngue ou qualquer outra enfermidade infecciosa: esta é a lei fundamental da infectologia. A simples intuição e o sentido comum ensinam que quem é forte, não adoece!

Portanto, a prevenção consiste em fortalecer a população, e isso não se faz com drogas ou vacinas, mas com boas condições de vida, não apenas materiais, mas psicológicas e sociais.

Norberto R. Keppe, criador da Psicanálise Intregral, mostra em seus mais de 30 livros como as enfermidades psíquicas, orgânicas e sociais têm origem nos desequilíbrios emocionais – na psicopatologia – das pessoas, afetando toda a sociedade, que depois adoece também os indivíduos. A dengue não é exceção (www.trilogia.ws).

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, orgânica e socialmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da dengue. Pensar, portanto que a origem das enfermidades está nos agentes infecciosos externos, deixando de lado o interior do ser humano é a pior inversão da medicina moderna.

O ser humano debilitado e imunossuprimido, que é o mais importante requisito para desenvolver uma doença infecciosa, precisamente no caso da Dengue, ele não é tratado de forma adequada; toda a ênfase é posta no externo, em evitar criadouros de mosquitos, em matá-los com inseticidas e evitar picadas com repelentes, com resultados obviamente insatisfatórios e, mais do que isso, perigosos e danosos. Inseticidas, repelentes, medicamentos e vacinas, todos tóxicos, dão lucros apenas às farmacêuticas, não importando o dano às pessoas.

São atos contra o conhecimento científico, por esse motivo nocivos à saúde pública.

As autoridades brasileiras devem ficar de sobreaviso e estudar estes pontos de vista antes de permitir que o povo brasileiro seja usado como rato de laboratório.

Vamos reduzir o estresse do povo do Brasil, facilitar sua vida econômica e social, fornecer-lhe alegria de viver, dar-lhe boa alimentação, vestuário e teto, trabalho e educação (conscientização), artes e cultura, sobretudo difundir a verdadeira ciência da psico-sócio-patologia no seio da população - esse é o caminho psicossocial para a prevenção erradicação das moléstias e para o desenvolvimento do país.

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