domingo, 22 de janeiro de 2017

Teori e conexões. Não foi acidente!

O prefeito do Rio é Marcelo Crivella (PRB) - bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, fundada por seu tio, Edir Macedo(maçom).

Em seu primeiro discurso após a vitória, o prefeito eleito agradeceu os apoios recebidos, como o da Igreja Católica, e disse que conseguiu vencer "uma onda enorme de preconceito levantada na campanha eleitoral". "Agradeço também aos espíritas, umbandistas, aos do candomblé e aos que não têm religião. (...) Ninguém vence sozinho", afirmou.

Em 2016, o tema da redação do Enem foi "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”

Em 2017, um dos temas das redações do Enem foi "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, nos dias 5 e 6 de novembro, quando a maior parte dos candidatos fez a prova; e o outro “Caminhos para combater o racismo no Brasil”, nos dias 3 e 4 de dezembro.


Em vídeo para evento em Nova York, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou para que sejam reforçados os princípios da inclusão, da tolerância e do entendimento mútuo na luta contra a discriminação antimuçulmana – também chamada de islamofobia – e contra o ódio em distintos contextos. O encontro foi promovido pelo Canadá, EUA, União Europeia e a Organização para a Cooperação Islâmica.
No Brasil, os casos de islamofobia não são isolados. Essa realidade é destaque do relatório ‘Intolerância Religiosa no Brasil’, que será lançado nessa semana (19) no Rio de Janeiro.

Teori Zavascki: terceiro judeu empossado no STF

O catarinense Teori Albino Zavascki foi empossado novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga de Cezar Peluso, que completou 70 anos.

André Barcinski, jornalista da Folha, publicou em seu site um relato dos bastidores do acidente aéreo que ocorreu em Paraty

De acordo com André, após o acidente, uma equipe do Corpo de Bombeiros tentou erguer o avião King Air C90GT com a ajuda de moradores locais. A intenção era salvar a vida de uma das moças que estava a bordo. Ela ainda estava viva e clamava por ajuda. Depois de 40 minutos, ela veio a falecer. O jornalista conta que outra tentativa de tirar a aeronave da água foi feita pelo resgate local (moradores, defesa civil, marinha, PM), porém a Aeronáutica teria ordenado que o avião fosse recolocado na água até que a perícia chegasse.
“(…) a aeronave foi novamente colocada no local em que caiu. O pescador tinha provas: um vídeo feito com o celular.” 
Um morador também testemunhou que o avião estava “soltando fumaça branca da asa esquerda antes de perder o controle e cair no mar.”

E para completar apagaram o áudio do piloto!

Não foi acidente!


sábado, 31 de dezembro de 2016

Traidores do Povo Brasileiro!

Estamos sob ataque

Os inimigos discretos

Nós criaremos medicamentos que irão torná-los mais doentes e causarão outras doenças para as quais nós iremos criar ainda mais medicamentos. Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais venenos …

Nós criaremos uma ilusão que será tão grande, tão vasta que vai escapar de sua percepção.  Aqueles que perceberem isso, e falarem a respeito, serão tidos como insanos.  Criaremos frentes separadas de atuação para evitar que eles vejam a conexão entre nós. Nós vamos agir como se não estivéssemos conectados, para manter viva a ilusão por nós criada. Nosso objetivo será realizado em uma gota de cada vez, para nunca trazer suspeitas sobre nós mesmos. Isso também irá evitar que eles vejam as mudanças que ocorrerem.

Estaremos sempre acima do campo relativo da experiência deles, pois nós sabemos os segredos do Absoluto. Trabalharemos sempre juntos e permaneceremos ligados pelo sangue e pelo segredo. A morte virá para aquele que falarem de nossos planos. Nós manteremos suas vidas curtas e suas mentes fracas, enquanto fingimos fazer o contrário. Usaremos nossos conhecimentos de ciência e tecnologia de formas sutis, eles nunca vão ver o que está acontecendo.

Usaremos metais suaves, aceleradores de idade e sedativos nos alimentos e água (FLÚOR), também no ar (CHEMTRAILS). Eles estarão cobertos de venenos em todo lugar que residirem por sua vez. Os metais suaves irão causar-lhes a perda de suas mentes. Iremos prometer encontrar a cura em nossas muitas frentes de pesquisa, no entanto nós iremos alimentá-los com mais venenos.

Os venenos serão absorvidos pela sua pele, boca e respiração, eles vão destruir as suas mentes e sistemas reprodutivos. De tudo isso, seus filhos nascerão mortos, ou defeituosos e nós iremos esconder esta informação. Os venenos estarão escondidos em tudo que os rodeiam, no que eles bebem, comem, respiram e que os desgastam.

Temos que ser espertos na disseminação dos venenos, pois eles veem longe. Nós vamos ensinar-lhes que os venenos são bons, com imagens divertidas e tons musicais na propaganda. Aqueles que assistem até vão nos ajudar. Nós iremos recorrer a eles para empurrar os nossos venenos. Eles irão ver os nossos produtos sendo usados em filmes (n.T. e em tempos mais modernos através da televisão) e irão crescer acostumados com eles e nunca saberão os seus verdadeiros efeitos.

Quando eles nascerem, iremos injetar venenos no sangue de seus filhos e convencê-los que é para  ajudar na sua saúde. Começaremos bem cedo, quando suas mentes são jovens e que terão como alvo os seus filhos com aquilo que as crianças mais amam, coisas doces.

Quando seus dentes estragarem, nós vamos enchê-los de metais que irão matar suas mentes e roubar seus futuros. Quando sua capacidade de aprender tiver sido afetada, nós criaremos medicamentos que irão torná-los mais doentes e causar outras doenças para as quais nós iremos criar ainda mais medicamentos.

Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais venenos.

Vamos centrar a sua atenção para o dinheiro e bens materiais, de modo que muitos nunca se conectem com seu eu interior. Iremos distraí-los com fornicação sexual, prazeres externos e jogos para que eles nunca possam ser um com a unicidade de tudo. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o que dissermos.

Se eles se recusarem, iremos encontrar modos de programá-los mentalmente alterando a tecnologia em suas vidas e usando o consumo desenfreado de drogas. Usaremos o medo generalizado como nossa arma. Nós iremos impor os seus políticos e governos (n.T. Ambos absolutamente controlados por eles) e estabeleceremos oposição e a discórdia dentro deles.

Temos vontade e capacidade de atuação em ambos os lados. Nós iremos sempre esconder nosso objetivo, mas levaremos adiante nosso plano. Eles vão executar o trabalho para nós e nós iremos prosperar com o trabalho deles. Nossas famílias nunca irão se misturar com as deles. Nosso sangue precisa ser sempre puro, pois esse é o caminho. Nós faremos eles se matarem uns aos outros quando isso nos convier.  Nós os manteremos separados da unicidade através de dogma e religião. Nós vamos controlar todos os aspectos de suas vidas e lhes dizer o que pensar, como e quando.

Nós os guiaremos bondosa e gentilmente, os deixando pensarem que estão guiando a si mesmos. Vamos fomentar a animosidade entre eles através de nossas facções. Quando uma luz brilhar entre eles, vamos extingui-la usando a ridicularizarão ou a morte, o que nos for melhor. Nós vamos fazer com que se matem uns aos outros, e matem suas próprias crianças. Iremos conseguir isto usando o ódio como nosso aliado, e a raiva como nossa amiga.

O ódio irá cegá-los totalmente, e nunca hão de ver que ele surge a partir de seus conflitos que emergem com e através de seus governantes, que são controlados por nós. Eles estarão ocupados se matando uns aos outros. Eles vão se banhar em seu próprio sangue e matarão seus vizinhos durante o tempo que acharmos conveniente.

Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais veneno. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o que dissermos.

Vamos nos beneficiar muito com isso, pois eles não vão nos ver, porque eles não podem nos ver. Continuaremos a prosperar devido às suas guerras e suas mortes. Vamos repetir isto mais e mais até que nosso objetivo final seja alcançado. Continuaremos a fazê-los viver com medo e raiva, usando imagens e sons (Hollywood).

Usaremos todas as ferramentas que temos para fazer isso. As ferramentas serão fornecidas pelo trabalho deles. Vamos torná-los inimigos entre si e que odeiem seus vizinhos. Nós iremos sempre esconder a verdade divina deles, de que somos todos um. Eles nunca devem saber!

Eles nunca devem saber que a cor da pele é uma ilusão, eles devem sempre pensar que eles não são iguais. Gota a gota, iremos avançando o nosso objetivo final. Vamos assumir as suas terras, recursos e riquezas para exercer um controle total sobre eles.

Nós vamos enganá-los a aceitarem leis que irão roubar a pouca liberdade que eles ainda têm. Vamos estabelecer um sistema monetário E FINANCEIRO  que vai prendê-los sempre, mantendo eles e seus filhos em dívidas crescentes.

Quando eles se reunirem em grupos, nós iremos acusá-los de crimes e apresentaremos uma história diferente para o mundo através da mídia pois que nós somos proprietários de todos os meios de comunicação.

Usaremos nossa mídia para controlar o fluxo de informações e o sentimento deles em nosso favor. Quando eles se insurgirem contra nós vamos esmagá-los como insetos, pois eles são menos do que isso. Eles serão impotentes para fazer qualquer coisa pois eles não terão armas.
Vamos recrutar alguns deles para levar adiante nossos planos, iremos prometer-lhes a vida eterna, a vida eterna, mas eles nunca a terão pois não são dos nossos. Os recrutas serão chamados por um pomposo nome deiniciados   e serão doutrinados (em sociedades secretas como a Maçonaria, Skull & Bones, Bohemian Grove, Iluminatti, Jason Society, etc…) para acreditar em falsos ritos de passagem para os reinos mais elevados e a ampliação de consciência.
… pois que nós somos proprietários de todos os meios de comunicação … e manipulamos toda a informação para manter o controle…
Os membros destes grupos, acreditarão serem um conosco, mas nunca sabendo da verdade.  Eles nunca devem tomar consciência dessa verdade para eles não se voltarem contra nós.

Por seu trabalho, eles serão recompensados com coisas terrenas e grandes títulos e honrarias mundanas, mas nunca se tornarão imortais e se juntarão a nós, nunca eles vão receber a luz das estrelas e viajar entre elas. Eles nunca alcançarão os reinos superiores, pois pelo assassinato de sua própria espécie  isto irá impedir a passagem para o reino da iluminação e da Luz.

Isto eles nunca saberão. A verdade estará escondida debaixo dos seus rostos e narizes, tão perto que eles não serão capazes de incidir sobre ela até que seja tarde demais. Oh sim, tão grande  será a ilusão de liberdade que criamos, que eles nunca vão saber que em realidade eles são nossos escravos.

Quando tudo estiver no lugar, a realidade que tivermos criado para eles irá possuí-los. Esta realidade será a sua prisão.

Eles viverão em auto-ilusão  permamente. Quando nosso objetivo for conseguido, uma nova era de dominação mundial irá começar (n.t. A tão desejada implantação da Nova Ordem Mundial-NWO).

Suas mentes estarão limitadas por suas crenças e hábitos, as MESMAS crenças e hábitos que nós estabelecemos desde tempos imemoriais (desde  o surgimento da Babilônia).

Mas se eles conseguirem descobrir que nos são iguais, então nós iremos morrer. ELES NÃO DEVEM SABER. Se eles conseguirem descobrir que juntos eles podem nos derrotar, eles tomarão esta ação.

Eles nunca, jamais, devem descobrir o que temos feito, pois se eles fizerem isso, não teremos nenhum lugar para correr, pois será fácil de ver quem nós somos uma vez que o véu caiu. Nossas ações irão revelar quem nós somos e eles vão nos caçar e nenhuma pessoa nos dará abrigo.

Este é o pacto secreto pelo qual viveremos pelo resto das nossas vidas presente e futuras, pois esta realidade irá transcender muitas gerações e abarca toda a vida no planeta. Este pacto é selado com sangue, nosso sangue. Nós, os que dos céus à Terra viemos. (n.t. os que foram expulsos dos  “céus”)

“Este pacto, JAMAIS, NUNCA deverá ser conhecido da sua existência“. Esse grupo de seres esta trabalhando arduamente, nesse exato momento em que voce esta lendo essas linhas, na implantação de um GOVERNO GLOBAL totalitário, controlado por apenas um homem, cuja aparição foi profetizada como o ANTICRISTO.

Nunca, jamais, deve ser escrito ou falado sobre ele, pois se o fizermos, a consciência que ele produzirá irá liberar a consciência e a fúria do Criador sobre nós e então nós seremos lançados para as profundezas de onde viemos, e permaneceremos lá até o fim dos tempos infinitos.

{Nota do Tradutor: Essa declaração foi feita por um ser humano cuja alma e espírito pertence ao grupo conhecido como ANJOS CAÍDOS, WATCHERS (os Vigilantes draconianos), e foram adorados como deuses em tempos remotos de nossa história (na China, Babilônia, etc) e são citados no apócrifo Livro de Enoch. Sua existência é mencionada na Bíblia e em todos os outros escritos sagrados de todas as culturas antigas. 

sábado, 10 de dezembro de 2016

Obama pede às tropas para "protestar" contra a autoridade de Trump. Traindo a pátria americana, é um inimigo interno(enemy from within)






Obama pede às tropas para "protestar" contra a autoridade de Trump, sugerindo "criticar o presidente"

Com Obama assumindo uma atitude tão negativa em relação às forças armadas dos EUA, é difícil imaginar o que poderia estar passando pelos pensamentos dessas pessoas ao serem abordadas por este presidente. Ele apenas se dirigiu às tropas da Base Aérea de MacDill, dizendo-lhes que eles têm o direito de protestar contra a autoridade e a criticar o presidente. Isto é uma espécie de conveniência agora que Obama vai deixar o cargo em pouco mais de um mês. Em uma tentativa de conter o dano que está sendo feito por Obama e seus companheiros progressistas, e "Perturbado pela possibilidade de revolta dentro das forças armadas devido à persistência de tensões com relação à eleição, o presidente do Estado-Maior Conjunto, General Joseph Dunford, exortou os militares a lembrarem que seu dever é com sua nação primeiro ". E aqui está uma das tentativas de Obama para sabotar as coisas para o Sr. Trump. Poderia ser um estímulo de um presidente em exercício para que as tropas cometessem motim?
No final de seu discurso, em declarações claramente destinadas a seu sucessor, Obama disse que queria lembrar as tropas "porque é que você está lutando." "Os Estados Unidos da América não são um país que impõe testes religiosos como um preço da liberdade. Somos um país que foi fundado para que as pessoas possam praticar suas crenças como quiserem. "Os Estados Unidos da América não são um lugar onde alguns cidadãos têm de suportar maior escrutínio ou levar um cartão de identificação especial ou provar que eles não são um inimigo interno. Somos um país que sangrou, lutou e se sacrificou contra esse tipo de discriminação e arbitrariedade aqui em nosso próprio país e em todo o mundo. "Somos uma nação que acredita que a liberdade nunca pode ser tomada como garantia(certeza). E que cada um de nós tem a responsabilidade de sustentá-la(apoiá-la); O direito universal de falar o que a sua quiser mente e de protestar contra a autoridade e de viver numa sociedade aberta e livre que pode criticar o nosso presidente sem retribuição ".

O que Obama pede em seu zelo de estabelecer armadilhas para Trump, é que Trump não vai envenenar seu relacionamento com os militares nem criará um ambiente hostil com eles. Assim como com tantas outras coisas, uma vez que Obama estiver fora da Casa Branca e Donald Trump assumir, podemos antecipar uma melhoria na relação entre os membros das forças armadas e seu comandante-em-chefe(presidente).

Relembrando a tradução do nome de Barack Hussein Obama:
Baraq era o nome da criatura alada (semelhante a um cavalo) que levou Maomé a uma jornada noturna ao Paraíso. Baraq também pode significar "Deus está abençoando".
Obama é uma variação swahili para Osama, que era um dos guerreiros-chefe de Maomé. Osama também quer dizer leão.
Hussein era o nome do neto de Maomé.
Assim, o nome inteiro de Obama é baseado em mitologia islâmica.
Barack Hussein Obama quer dizer [Alá está abençoando] [o neto de Maomé] [Um dos melhores guerreiros de Maomé].

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Empresas de tecnologia dos EUA negociando com o inimigo. A China tem os EUA no bolso.

Peter Singer, um importante estrategista geopolítico, acredita que as empresas de tecnologia dos EUA se abstêm de fornecer seus serviços de ciberguerra ao Pentágono, a fim de evitar comprometer sua relação com o mercado chinês.
Um autor e colega sênior do thinktank da New America Foundation disse que viu os EUA e a China engajados em uma nova guerra fria, que é travada em parte no ciberespaço. De acordo com Singer, ela inclui táticas como cyber-espiões chineses roubando segredos relacionados com o jato F-35 militar dos militares americanos para construir um avião de guerra clonado. Ao mesmo tempo, a China queixou-se de que os Estados Unidos usam seu poder para monitorar outros países fingindo estar lutando contra o terrorismo.
As capacidades militares de alta tecnologia da China deixaram os EUA com tentativas de recuperar o atraso. Peter Singer explicou que no passado o governo liderou o caminho com inovação e indústria seguido, enquanto agora é o setor privado - e isso pode ser visto claramente no recente debate quente sobre a criptografia da Apple. Assim, em tentativas de modernizar as operações de segurança nacional, o governo dos EUA tem tentado fazer contatos com o Vale do Silício - por exemplo, o Pentágono reservou US $ 18 bilhões para investir em tecnologias de próxima geração como munições guiadas, guerra eletrônica e robótica. 

No entanto, as empresas de tecnologia dos EUA não estão dispostas a cooperar, pelo menos porque geralmente dependem da China tanto para sua cadeia de suprimentos como para uma enorme base de clientes. Enquanto o Pentágono está tentando assegurar às empresas que é apenas sobre a China, elas respondem que é muito difícil cooperar com o Pentágono por causa de seu complicado sistema de compras. Ao mesmo tempo, qualquer observador do mercado entende que a verdadeira razão é que, se as firmas de tecnologia adotarem o governo com muita força, correria o risco de lhes custar todo o mercado da China.

domingo, 20 de novembro de 2016

Política macroeconômica brasileira nas mãos de Wall Street. O papel insidioso do Ministro das finanças de Michel Temer, Henrique Meirelles de Campos.

O papel insidioso do Ministro das finanças de Michel Temer, Henrique Meirelles de Campos.

Um antigo Presidente/CEO de uma das maiores instituições financeiras da América (e um cidadão dos EUA), Henrique Meirelles de Campos, controla as principais instituições financeiras do Brasil e define a agenda macroeconômica e monetária para um país de mais de 200 milhões de pessoas, orientado por Wall Street.
O Henrique de Campos Meirelles, ministro interino das finanças, inicou a reforma e o controle sobre a política monetária e macroeconômica. O gerenciamento chave do ponto  de vista de Wall Street são: o Banco Central, que domina a política monetária, bem como operações de câmbio; do Ministério das Finanças e do Banco do Brasil.
Em nome de Wall Street e do "consenso de Washington", o "governo" de Michel Temer nomeou um ex-CEO da Wall Street (com cidadania dos EUA) para chefiar o Ministério das finanças.
Henrique de Campos Meirelles, um antigo presidente do Fleet Boston Financial Global Banking (1999-2002) e ex-chefe do Banco Central, sob a Presidência de Lula foi nomeado Ministro das finanças em 12 de maio.
Ilan Goldfajn, nomeado para dirigir o Banco Central, foi economista-chefe do maior banco privado do Brasil, Itaú. Goldfajn tem laços próximos com o FMI e o Banco Mundial. Ele é um compadrio financeiro de Meirelles.

Antecedentes históricos 1

O sistema de moeda do Brasil sob o Real é fortemente dolarizado. As operações de dívida interna são conducentes a uma aumento da dívida externa. Wall Street tem a intenção de manter o Brasil em uma camisa de força monetária.
Desde o governo de F.H. Cardoso, Wall Street tem exercido controle sobre compromissos econômicos do Brasil, incluindo o Ministério das finanças, o banco do Brasil e o Banco Central. Sob os governos de FHC e Luis Ignacio da Silva (Lula), a nomeação do governador do Banco Central foi aprovada por Wall Street.
Todos os 3: Cardoso, Lula e Temer, têm compromissos em nome de Wall Street
Armínio Fraga: Presidente do Banco Central (4 de março de 1999 – 1 de janeiro de 2003) foi o gestor de fundos de hedge e estava associado à George Soros, do fundo Quantum, de New York, e tem a dupla cidadania Brasil-EUA.

Henrique de Campos Meirelles, Presidente do Banco Central, (1 de janeiro de 2003 – 1 de janeiro de 2011). Tem a dupla cidadania Brasil-EUA. Foi e Presidente e COO do Bank de Boston (1996-99) e presidente do FleetBoston do Financial Global Banking (1999-2002). Em 2004, o FleetBoston fundiu-se com o banco América. Antes da fusão com o banco América, FleetBoston foi o sétimo maior banco dos EUA. O Banco América é atualmente o segundo maior banco dos EUA.
Depois de ter sido demitido por Dilma em 2010, Meirelles foi nomeado Ministro das Finanças pelo Michel Temer.

Ilan Goldfajn, economista-chefe do maior banco privado do Brasil, Itaú. Goldfajn foi nomeado pelo governo de Michel Temer para dirigir o Banco Central. (16 de maio de 2016). Ele tem a dupla cidadania Israel-Brasil.
Goldfajn já havia trabalhado no Banco Central sob a direção de Armínio Fraga, bem como sob a direção de Henrique Mereilles. Ele tem laços pessoais próximos ao Professor Stanley Fischer, atualmente Vice-Presidente do Federal Reserve. Nem será necessário dizer que a nomeação do Golfajn ao Banco Central foi aprovada pelo FMI, o tesouro dos EUA, Wall Street e a Reserva Federal dos EUA.
É interessante notar que Stanley Fischer anteriormente tinha ocupado o cargo de Gerente-Diretor-adjunto do FMI e governador do Banco Central de Israel. Tanto Fischer e Goldfajn são cidadãos israelenses, com laços com o lobby pró-Israel.

Antecedentes históricos 2

No início de 1999, de imediato, acorda do ataque especulativo contra a moeda nacional do Brasil (Real), o Presidente da Central Bank Professor Francisco Lopez (que tinha sido nomeado em Janeiro dia 13 quarta-feira preta 1999) foi demitido pouco tempo depois e substituído por Armínio Fraga, um cidadão americano e funcionário da fundo Quantum de George Soros em Nova York.
"A raposa foi nomeada para guardar o galinheiro".
Mais concretamente, os especuladores de Wall Street foram responsável pela política monetária do Brasil. Sob Lula, Henrique Campos de Meirelles foi nomeado presidente do Banco Central do Brasil. Ele havia atuado anteriormente como presidente e CEO dentro de uma das maiores instituições financeiras de Wall Street. O FleetBoston foi o segundo maior credor do Brasil, depois do Citigroup. Para dizer o mínimo, ele estava sob conflito de interesses. Sua nomeação foi acordada antes da adesão de Lula à Presidência.
Henrique Meirelles foi um acérrimo defensor da controverso plano Cavallo do Argentina, na década de 1990: um "plano de estabilização"  de Wall Street, que espalhou o caos econômico e social na Argentina. A estrutura essencial do plano de Cavallo na Argentina foi replicada no Brasil sob o plano Real, ou seja, a aplicação de uma moeda conversível em dólar nacional (Real). O que este regime implica é que a dívida interna é transformada em dólar na denominada dívida externa.
Quando da adesão de Dilma à Presidência em 2011, Meirielles não foi renovado como presidente do Banco Central.
Soberania na política monetária
O Ministro das Finanças Mereilles sob o governo Temer, apóia a suposta "independência do Banco Central". A aplicação deste conceito falso implica que o governo não deve intervir nas decisões do Banco Central. Mas não há restrições nas intervençõpes das "Raposas de Wall Street".
A questão da soberania na política monetária é crucial. O objetivo foi negar a soberania do Brasil na formulação da política macroeconômica.

As "raposas deWall Street"

Sob Dilma, a "tradição" da seleção de uma raposa de"Wall Street" havia sido abandonada, com a nomeação de Alexandre Antônio Tombini, um oficial de carreira do governo, que chefiou o Banco Central do Brasil de 2011 a maio de 2016.
No momento da adesão de Michel Temer como presidente, Henrique Campos de Meirelles foi nomeado para chefiar o Ministério das Finanças. Por sua vez, Meirelles nomeou seus próprios colegas para chefiar o Banco Central e Banco do Brasil. Meirelles foi descrito pela mídia dos EUA como sendo "amigável ao mercado".
Compromissos econômicos de Michel Temer:
- Henrique de Campos Meirelles, Ministro das finanças,tem dupla cidadania Brasil-EUA
- Ilan Goldfajn, Presidente do Banco Central do Brasil, compadrio, nomeado por Meirelles, tem dupla cidadania Brasil-Israel.
- Paulo Caffarelli, Banco do Brasil, bom amigo, nomeado por Meirelles

Observações finais

O que está em jogo através de vários mecanismos – incluindo operações de inteligência, manipulação financeira, propaganda de mídia – é a desestabilização definitiva da estrutura de estado do Brasil e da economia nacional, além do empobrecimento em massa do povo brasileiro.
Os EUA não quer lidar ou negociar com um governo nacionalista soberano e reformista. O que quer é um país manipulável e compatível com dos EUA.
Lula foi "aceitável", porque ele seguiu as instruções de Wall Street e do FMI.
Enquanto a agenda política neoliberal prevaleceu sob Dilma Rousseff, uma agenda reformista-populista também foi implementada, que partiu do patrocínio de Wall Street durante a Presidência de Lula. 
De acordo com o Managing Director, Heinrich Koeller, do FMI (2003), Lula foi "Nosso melhor presidente": "Sou entusiasta [com a administração de Lula]; mas é melhor dizer que estou profundamente impressionado pelo Presidente Lula"(conferência de imprensa do FMI, 2003).
Sob Lula, não havia necessidade de "mudança de regime". 
Luis Ignacio da Silva tinha aprovado o "consenso de Washington".

O desaparecimento temporário de Henrique de Campos Meirelles, após a eleição de Dilma Rousseff foi crucial. 
Wall Street não havia aprovado as nomeações que Dilma fez para o Banco Central e o Ministério das finanças.
É interessante notar que ex-presidente Lula, que tem uma estreita relação pessoal com Meirelles, havia recomendado à presidente Dilma a nomeação de Meirelles para o cargo de ministro das Finanças.

Nota: as 10 regras do Consenso de Washington

As dez regras




terça-feira, 25 de outubro de 2016

Bancos, empresas e guerra mundial. A família Bush(que “deu” dois presidentes aos EUA) e sua relação incontestável com o nazismo

A família BUSH (que “deu” dois presidentes aos EUA) E SUA relação incontestável com o NAZISMO.
Fonte: http://thoth3126.com.br/a-familia-bush-eua-e-o-nazismo/
A Família Bush, dos dois presidentes norte americanos e o Preço do Sangue Derramado pelos Nazistas. Voces já se perguntaram alguma vez como Adolf Hitler, um artista miserável e medíocre que vivia em albergues, pôde converter-se no deus e füehrer (líder) proeminente da Alemanha nos anos 30 e 40?
Por Victor Thorn
Um artigo bem documentado, revelando o DNA da família Bush. Leia e os seus cabelos ficarão arrepiados!
Uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler desde muito cedo. Voces podem imaginar os desdobramentos desta afirmação?
O então presidente dos Estados Unidos George W. Bush, assim como seu pai (George H.W. Bush-um ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô, seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas e Adolf Hitler.
O que é ainda mais deplorável é o fato de que a família BUSH de nossos dois presidentes formava parte do grupo das pessoas que financiaram a máquina de guerra nazista, e se locupletaram e enriqueceram com ela.
O que quero dizer é que: Quantos sem-teto você conhece (ou conheceu) que tenham tido tal sorte? Para qualquer um que vocês conheçam, o fenômeno nazista não foi mera casualidade. Pelo contrário, foram os banqueiros desde Wall Street (entre outros) os financiadores ocultos desta meteórica ascensão ao poder de Hitler.
 Os autores Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em George Bush: The Unauthorized Biography resumem a situação desta maneira: “Ao decidir que Prescott Bush [o avô de George H.W. Bush] e os outros diretores do Union Banking Company (UBC) eram legalmente TESTAS-DE-FERRO DOS NAZISTAS, o governo evitava o problema histórico mais importante: em que medida os próprios nazistas de Hitler foram contratados, armados e adestrados pelas camarilhas de Nova York (Wall Street) e de Londres, das quais Prescott Bush era um dos principais executivos?”
Portanto, antes de entrar nos elementos essenciais deste artigo, começarei dizendo que o que voces vão ler aqui não é nada de “inédito”. Já está disponível e documentado através de toda uma série de fontes, e não pensem que minha intenção é fazer novas revelações. Meu objetivo é oferecer um resumo de como os serviços de informação holandeses e os arquivos do governo norte-americano confirmam sem margem de erro ou dúvida sobre “os laços diretos entre Prescott Bush, a família alemã Thyssen, nazista de primeira hora  e os lucros sangrentos obtidos de “nossa” Segunda Guerra mundial. Este dinheiro sujo de sangue foi obtido via banco UBC, no qual Prescott Bush e seu sogro, George Herbert Walker, uniram forças com o industrial alemão Fritz Thyssen e financiaram Adolf Hitler e o nazismo antes e durante a Segunda Guerra mundial.
O livro de Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em 
George Bush: The Unauthorized Biography
Ainda que um grande número de outras sociedades ajudasse os nazistas (como a Standard Oil (atual Exxon-Esso no Brasil) e o Chase Manhattan Bank, ambos dos Rockefeller, assim como grandes montadoras de automóveis estadunidenses), os interesses de Prescott Bush foram muito mais profundos e sinistros. Não apenas havia ligações financeiras, como também os laços comerciais estavam muito mais consolidados.
O que quero dizer é isto: uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler. Podem imaginar os desdobramentos desta afirmação? O então presidente dos Estados Unidos, assim como seu pai (ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô Prescot Bush), seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas. As perguntas que gostaria de fazer agora são as seguintes:
1)  Por que o ex-presidente Bush não quer admitir estes crimes  da sua familia?
2) Por que os meios de comunicação não o interrogam diretamente sobre esta situação terrível?
Naturalmente, alguém pode não acreditar que a família Bush ajudou diretamente os alemães nazistas, o que constituiu em essência uma grande traição contra seu próprio país. Contudo, essa é a triste realidade. Para prová-la, comecemos pelo principio.
Em 1922, W. Averell Harriman, este notório magnata das estradas de ferro, foi a Berlim com o objetivo de entrevistar-se com os membros da família Thyssen e de fundar uma filial bancária. E quem se converteu no presidente deste banco? George Herbert Walker, o sogro de Prescott Bush. Dois anos mais tarde, em 1924, o UBC foi criado com vistas a unir suas forças ao “Bank voor Handel von Scheepvaart” (Banco do Comércio e da Navegação) do nazista de primeira hora Fritz Thyssen.
E quem foi nomeado para dirigir diretamente a UBC? Prescott Bush. E ainda melhor para Prescott Bush foi o fato de que George Herbert Walker lhe deu uma ajuda incrível, em 1926, catapultando-o ao cargo de Vice-Presidente e sócio de negócios na Brown Brothers Harriman.

E quem levou Prescott com ele nesta empresa? Um punhado de seus antigos colegas de classe em Yale University pertencentes à (sociedade secreta) Skull & Bones (fundada como um capítulo dos Illuminati). Além disso, Prescott Bush era um dos sete acionistas originais do UBC.
Até este ponto, vocês poderão pensar: e daí? Nada parece extraordinário. São apenas negócios usuais. Mas as aparências enganam, como vamos ver em breve. É que, bem ao fim destes loucos anos 20 do século passado, aconteceu algo que, quando se vê no contexto de Prescott Bush, põe tudo em sua própria perspectiva.
Una vez mais citemos os autores Tarpley e Chaitkin em sua “Biografia Não Autorizada”: “o grande crack financeiro de 1929-1931 comoveu os Estados Unidos, a Alemanha e a Grã-Bretanha, debilitando todos os governos. Além disso, deixou o diligente Prescott Bush, mais desejoso ainda de fazer tudo o que fosse necessário para resguardar seu novo posto no mundo. Foi durante esta crise que certos anglo-americanos decidiram a instauração do regime hitlerista na Alemanha.”

Na foto as três gerações da família Bush , com GHWB e seu filho no colo, ambos mais tarde foram “conduzidos“ à Casa Branca e a presidência dos EUA.

E quem seria um dos personagens-chave para iniciar a troca da guarda na Alemanha? O sócio da família Bush, Fritz Thyssen. Aqui seria oportuno ver um pouco mais de perto o tipo de gente com quem os Bush estavam se metendo. Fritz Thyssen foi o primeiro em impulsionar o partido nazista recém constituído dando-lhe 25.000 dólares em meados dos anos 20. Em 1931, filiou-se ao partido nazista e logo se tornou amigo íntimo de Adolf Hitler. Ao longo dos anos, Thyssen acabou se convertendo no “primeiro e mais importante financiador de Hitler” e se tornou um dos personagens preponderantes em sua ascensão ao poder.
Thyssen estava fascinado por Hitler, e se gabava disto, declarando que: Percebi seu talento de orador e sua capacidade de dirigir as massas. Contudo, o que mais me impressionou foi a ordem que reinava durante seus encontros, a disciplina quase militar de seus seguidores.
Em setembro de 1932, Thyssen convidou um membro da indústria alemã a entrevistar-se com Hitler e tudo correu de forma perfeita depois que Hitler respondeu a cada pergunta à sua “inteira satisfação”. 
Thyssen estava tão entusiasmado em seus elogios, e em seu apoio ao nazismo, que logo escreveu um livro intitulado: “I Paid Hitler” (Eu Financiei Hitler) onde explica claramente o seu papel no nazismo desde outubro de 1923.
Fritz Thyssen também se utilizou de  sua influência pondo em marcha o “German Steel Trust” (Consórcio Siderúrgico Alemão), fundado em 1926 pelo grande manda-chuva de Wall Street, Clarence Dillon. E quem foi um dos auxiliares de Bush neste projeto? o pai de Prescott Bush, Sam Bush. Por conseguinte, Fritz Thyssen se converteu num dos homens mais importantes da máquina de guerra alemã devido à sua posição no German Steel Trust. 
Sua família (os Thyssen) sob seu comando também controlava inúmeros bancos que permitiam aos Thyssen transferir seu dinheiro de Berlim para a Holanda, e de lá para Nova York. Desta forma, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, não se veriam obrigados a renunciar a seus lucros.
Mas estou me adiantando. Como podem ver, durante os anos vinte, a família Thyssen fundou três bancos extremadamente importantes:
1) August Thyssen Bank – Berlim
2) Bank voor Handel em Scheepvaart – Holanda
3) Union Banking Corporation (UBC) – Nova York
Aqui começamos a a desvendar a charada. Por quê? Porque os Thyssen obtiveram seu financiamento inicial a partir de duas instituições que lhes permitiriam lançar suas operações de instalação de uma máquina de guerra: a Brown Brothers Harriman e o banco UBC. E quem eram os elementos-chave destas duas instituições? George Herbert Walker e Prescott Bush!
Assim, o UBC foi criado para facilitar a transferência de fundos entre Manhattan e a Alemanha através dos bancos holandeses de Thyssen. Neste empreendimento, os Thyssen obtiveram a assistência da família real holandesa, que cooperou para esconder suas contas em toda uma série de bancos holandeses. Este detalhe é importante, já que o perpetrador destas operações foi o príncipe Bernhard da Holanda em pessoa, que mais tarde seria um dos fundadores do notório GRUPO BILDERBERG, fundado em 1954!
Mais informações sobre o Grupo Bilderberg:
  1. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/,
  2. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-fatos-que-voce-nunca-soube-a-respeito-desse-grupo/
  3. http://thoth3126.com.br/confissoes-de-um-assassino-economico/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
  5. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-se-reune-na-inglaterra/
Desde então, a UBC se converteria em um canal secreto para o dinheiro nazista, já que saía da Alemanha até os Estados Unidos, passando pelos Países-Baixos-Holanda. E quando os nazistas tinham necessidade de se reabastecer de recursos, a Brown Brothers Harriman mandava seus fundos de volta a Alemanha. Começam a entender como funcionavam estas operações?
O UBC recebia o dinheiro da Holanda e a Brown Brothers Harriman o reenviava. E quem fazia parte do Conselho Diretivo destas duas companhias? Acertaram! Prescott Bush em pessoa, o principal lavador de dinheiro dos nazistas nos EUA!
Suas operações eram tão flagrantes e chocantes para os norte-americanos que em 10 de outubro de 1942, o governo norte-americano ordenou o confisco de todas as operações bancárias nazistas em Nova York, cujo responsável não era outro senão Prescott Bush. O UBC, dirigido por Prescott Bush, foi acusado de infração à “Lei contra o Comércio com o “inimigo” nazista” e todas as suas ações foram seqüestradas. E se recordam de quem possuía todas estas ações? Não havia mais que sete pessoas: Prescott Bush, três banqueiros nazistas e três norte-americanos.
Mas a limpeza não ia terminar por aí; não sem acertar na mira. Em 26 de outubro de 1942, o governo ordenou o confisco de outras duas empresas de fachada, dirigidas por Prescott Bush para a corporação financeira Harriman:
1) Holland-America Trading Corporation (Sociedade Comercial Holanda-América.)
2) Seamless Steel Equipment Corporation (Sociedade de Equipamentos de Tubos de Aço).
Então, em 11 de novembro de 1942, outra companhia dirigida por Prescott Bush e George Herbert Walker foi confiscada, pela mesma “Lei contra o Comércio com o Inimigo”, a Silesian-American Corporation. Não sei se vão concordar comigo, mas se nosso governo foi a esse extremo de fechar estes empresas da família Bush, me parece que era porque estavam metidas em negócios bastante tenebrosos.

John Loftus, que foi citado no começo deste artigo, disse desta situação traiçoeira: Já é bastante grave que a família Bush ajudasse a levantar o dinheiro que Thyssen deu a Hitler nos anos 20, mas conceder apoio e conforto ao inimigo em tempo de guerra é traição ao país. O banco dos Bush ajudou a família Thyssen a fabricar o aço nazista que matou soldados aliados.
Tarpley e Chaitkin, em “George Bush: Uma Biografía Não Autorizada”, são mais objetivos: “A fortuna da família dos dois presidentes dos EUA foi em grande parte um resultado do projeto nazista de Hitler. “
Ainda não estão convencidos? Pois bem, o que dizem disto: o UBC, dirigido por Prescott Bush, e em cooperação estreita com o German Steel Trust de Fritz Thyssen, produziu as seguintes porcentagens de matéria prima essencial da máquina de guerra nazista:
  • – 50.8% do ferro gusa
  • – 41.4% de chapas largas de aço
  • – 36% chapas reforçadas de aço
  • – 38.5% do aço galvanizado
  • – 45.5% de canos e tubos de aço
  • – 22.1% arames
  • – 35% dos explosivos
Todos os materiais acima citados são necessários para se construir blindados, aviões de combate, canhões, navios, submarinos e bombas, – aproximadamente 1/3 de toda a máquina de guerra alemã foi bancado não apenas por um nazista declarado como Fritz Thyssen, mas também pela família Bush dos EUA.
Seja como for, se já não estão enojados o bastante, façamos um pequeno salto de alguns anos. A guerra termina em 1945 e Fritz Thyssen morre em 1951. Com sua morte, os demais acionistas do UBC encerraram suas participações (se tratava dos mesmos bens congelados pelo governo em 1942 sob a “Lei Norte-americana de Custódia de Bens Estrangeiros” e que não foram restituídos antes de 1951). E adivinhe quem foi um dos grandes beneficiários… acertaram – Prescott Bush! E quanto dinheiro ele recebeu? 1,5 milhão de dólares.
A Sociedade Skull & Bones (Crânio e Ossos, em português) é criada como uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos, fundada em 1833. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft. Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã (ILLUMINATI), a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale da SOCIEDADE SECRETA ILLUMINATI, uma sociedade alemã ILLUMINATI da BAVIERA. Os dois Geoge Bush, pai e filho são membros dessa sociedade!!
Por coincidência, o senhor Bush se apossou deste dinheiro e imediatamente utilizou-o para abrir seu próprio negócio. Conveniente, não? Pior ainda, os amigos de Prescott Bush (os mesmos traidores de Wall Street que financiaram Hitler) são igualmente os mesmos que com o tempo fizeram de George Bush pai diretor da CIA nos anos 70 e colocaram ele e seu filho na Casa Branca. Agora entenderam porque Dan Rather e o New York Times não veiculam este tipo de informação?
Para confirmar os detalhes acima mencionados, vieram a tona novas informações em 1996, provenientes de três fontes distintas:
  • a) o jornalista holandês Eddy Roever,
  • b) os informes confidenciais liberados pela “Lei Norte-americana sobre a Liberdade de Informação” e
  • c) os “Arquivos sobre a Custódia de Bens Estrangeiros”. As informações provenientes destas fontes dão uma imagem ainda mais repugnante da situação.
Parece que o banco UBC era propriedade dos Thyssen. Por conseguinte, a principal casa bancária da família Bush estava em mãos de um dos nazistas mais notórios de todos os tempos, e que, além disso, era seu patrão! A grande questão, a esta altura, é saber se Prescott Bush estava consciente de seus laços com os nazistas e de seus negócios.
Um olhar revelador de George H.W. Bush, em momento shapeshifting, os seus olhos (azuis) se transformaram nos olhos de um reptiliano com as pupilas verticais. Talvez aqui esteja uma grande pista da origem” da família BUSH!!!
Considerada toda a informação proporcionada por este artigo, diria que ele como DIRETOR do UBC era de sua responsabilidade supervisionar qualquer investimento, incluindo para quem era feito e para onde os recursos eram enviados.
Outra observação interessante, é que a família ROCKFELLER também investiu pesadamente na máquina de guerra nazista.
Como se verificou, O BANCO UBC TAMBÉM foi um elemento essencial na lavagem do dinheiro sujo proveniente dos investimentos da família Rockefeller na Alemanha, durante a segunda guerra mundial. Este cenário fica mais interessante quando descobrimos que o banco dos Rockefeller – o Chase Manhattan – acabou se tornando proprietário de 31% do grupo Thyssen depois da Segunda Guerra Mundial. Este detalhe é muito importante já que o TBC (o grupo Thyssen) é a maior indústria da Alemanha hoje em dia, valendo muitos bilhões de dólares.
“Chocante em suas divulgações, elegantemente trabalhado e perfeitamente comedido em seus julgamentos, Family of Secrets é nada menos que um primeiro retrato histórico completo da dinastia BUSH e da época em que se forma. De revelação a revelação, de uma visão desde o assassinato de Kennedy para o escândalo Watergate, às intrigas da indústria do petróleo e da indústria financeira que estão por trás das manchetes de hoje é um drama arrebatador sobre dinheiro e poder, forças invisíveis, e o triunfo emblemático de uma linhagem que semeou a tragédia nacional. Famíly of Secrets de Russ Baker vai tomar o seu lugar como uma das obras mais surpreendentes e influentes da história do jornalismo norte americano “-. Roger Morris, ex-membro da equipe sênior, do Conselho de Segurança Nacional
O grupo Thyssen é tão grande que inclusive adquiriram o grupo alemão Krupp, outro infame fornecedor de armas dos nazistas. Resumindo, o grupo constitui uma das mais ricas multinacionais do planeta, e de onde vem seu capital inicial? Dos nazistas!
Temos portanto conexões com as três maiores organizações comerciais do mundo. O príncipe Bernhard, que fundou o Grupo Bilderberg, permitiu que a família Thyssen lavasse seu dinheiro via Holanda, enquanto que os Rockefeller adquiriam aproximadamente 1/3 do controle da Thyssen (foi David Rockefeller quem fundou a Comisão Trilateral).
E, finalmente, a Brown Brothers Harriman e o banco UBC, através das quais o dinheiro nazista era encaminhado para os Estados Unidos, foram fundados principalmente por membros da fraternidade (sociedade secreta Illuminati) Skull & Bones da Yale University, todos eles fundamentais na criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR). É possível de se começar a entender como todas estas organizações estão interligadas qual tentáculos de um polvo gigante?
Para concluir nós discutimos neste artigo como a fortuna da família Bush foi amealhada sobre o sangue vertido pelos nazistas e soldados norte americanos e de todas as nacionalidades que morreram na segunda guerra mundial. Além disso, num artigo anterior descobrimos que a família Bush também desfrutou de relações comerciais com a família saudita de Osama Bin Laden no transcorrer dos últimos trinta anos, e ambas pertenciam ao Grupo Carlyle do complexo militar industrial.

Tendo isso em mente, a quem George W. Bush, seu pai George H.W. Bush e seu avô Prescot Bush foram leais, e que tipo de decisões vimos que ambos tomaram enquanto à frente da presidência dos EUA, que beneficiaram cidadãos norte americanos comuns, ou foram aquelas decisões tomadas pelos seus mentores? Se me perguntassem, diria que estivemos em enormes apuros (ainda estamos com Obama…)Victor Thorn.

Todas as guerras são guerras dos banqueiros. Você é escravo dos bancos!

Todas as Guerras São Guerras dos Banqueiros

ALL WARS ARE BANKERS’ WARS
from What Really Happened by Michael Rivero
Radialista, Ativista da Paz, ex. NASA

"O terrorismo tornou-se uma espécie de disfarce criado pelos políticos de Washington no final da Guerra Fria ...Foi fabricada para manter a população assustada e insegura, para justificar aquilo que os Estados Unidos pretendem fazer no mundo." - Edward Said, ativista palestino e autor, Revisão da Internacional Socialista, agosto/setembro 2001 , p30
"O Banco foi concebido na iniquidade e nasceu no pecado. Os banqueiros são os donos da Terra. Tire isso deles, mas permita-lhes criar depósitos, que artificialmente eles criarão o suficiente para comprá-la de volta. Tirando esse poder de suas mãos eles desaparecerão, assim o mundo seria um lugar melhor para se viver. Mas, se você deseja permanecer escravo dos banqueiros e pagar pelo custo de sua própria escravidão, deixe-os criando depósitos". - Sir Josiah Stamp, presidente do Banco da Inglaterra, em 1920, o segundo homem mais rico da Grã-Bretanha.

Eu sei que muitas pessoas têm uma grande dificuldade em compreender que as guerras são iniciadas sempre pelo propósito de forçar os bancos centrais privados nas nações, então deixe-me mostrar alguns exemplos, que você entenderá por que o governo dos EUA está atolado nessas guerras contra tantas nações estrangeiras. Existe um amplo precedente para isso.
Os Estados Unidos lutaram a chamada Revolução Americana contra a Inglaterra, basicamente devido à Lei da Moeda imposta pelo rei George III, que obrigava os colonos, em suas negociações, a usarem apenas cédulas impressas pelo Banco da Inglaterra emprestadas a juros.
"O banco recebe os benefícios dos juros sobre todo o dinheiro que ele cria a partir do nada."  William Paterson, fundador do Banco da Inglaterra em 1694.
Após a revolução, o novo Estados Unidos adotou um sistema econômico radicalmente diferente onde o governo emitia o seu próprio dinheiro baseado em valor, de modo que os bancos privados, como o Banco da Inglaterra, não sugavam a riqueza do povo através de suas notas criadas para os juros.
"A recusa do rei George III em permitir que as colônias operassem um sistema honesto de moeda, que livrava o homem comum das garras dos manipuladores de dinheiro, foi, provavelmente, a principal causa da revolução." - Benjamin Franklin, fundador da nação.
Após a revolução, o governo dos EUA tomou medidas reais para manter os banqueiros fora do novo governo!
"Qualquer pessoa que tenha qualquer relação com qualquer instituição de natureza bancária não pode ser membro da Casa enquanto perdurar tal relacionamento." - Terceiro Congresso do Senado dos Estados Unidos, 23 de dezembro de 1793, assinado pelo presidente, George Washington.
Mas os banqueiros são muito dedicados aos seus esquemas de adquirir a tua riqueza, e sabem muito bem como é fácil corromper os líderes de uma nação. Apenas um ano após Mayer Amschel Rothschild ter pronunciado seu infame "Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e eu não me importo com quem faz as leis", os banqueiros conseguiram a criação de um Banco Central Privado chamado First Bank of United States, em grande parte graças aos esforços do representante dos Rothschilds nos EUA, Alexander Hamilton. Fundado em 1791, arruinou a economia do país durante os vinte anos que perdurou sua Carta até ser cassada, mas os banqueiros se enriqueceram. O Congresso sinalizou sua intenção de voltar a ter uma moeda emitida pelo governo. Isto resultou em uma ameaça de Nathan Mayer Rothschild contra o governo dos EUA, "Ou o pedido da renovação da Carta seja concedido, ou os Estados Unidos vão encontrar-se envolvidos na mais desastrosa das guerras." O Congresso se recusou a renovar a Carta, e Nathan Mayer Rothschild protestou: "Vamos ensinar uma lição a esses insolentes americanos! Traga-os de volta ao status colonial!" O primeiro-ministro britânico na época, Spencer Perceval foi inflexível na sua oposição à guerra com os Estados Unidos , principalmente porque a maioria dos militares da Inglaterra estavam ocupados com as guerras napoleônicas em curso. Spencer Perceval acreditava que a Grã-Bretanha não faria sucesso em uma nova guerra contra os americanos, uma preocupação compartilhada por muitos no governo britânico. Então, Spencer Perceval foi assassinado (o único primeiro-ministro britânico a ser assassinado durante seu ofício) e substituído por Robert Banks Jenkinson, 2º conde de Liverpool, que era totalmente favorável a uma guerra para reconquistar as colônias.
"Se meus filhos não quisessem guerras, não haveria nenhuma." - Gutle Schnaper, esposa de Mayer Amschel Rothschild e mãe de seus cinco filhos.

Click for larger image of the Geneva Gazette for July 1, 1912, reporting on the assassination of Spencer Perceval together with the declaration of the War of 1812.
Financiada, virtualmente sem juros, pelo Banco da Inglaterra, controlado pelos Rothchilds, a Grã-Bretanha, logo em seguida, provocou a guerra de 1812 para recolonizar os Estados Unidos e forçá-los de volta à escravidão do Banco da Inglaterra, ou mergulhar os Estados Unidos em tantas dívidas que seriam forçados a aceitar um novo banco central privado. E o plano funcionou. Mesmo tendo vencido a guerra de 1812, o congresso dos Estados Unidos foi obrigado a conceder uma nova carta para outro banco privado emissor da moeda pública com empréstimos a juros, the Second Bank of the United States. Mais uma vez, os banqueiros privados estavam no controle da oferta de moeda do país e não se importavam com quem fazia as leis ou quantos soldados britânicos e americanos morreram para isso.
Mais uma vez a nação se encontrou mergulhada em dívidas, desemprego e pobreza pela predatória ação do banco central privado, e, em 1832, Andrew Jackson foi eleito para seu segundo mandato como presidente, sob o lema, "Jackson e nenhum banco!" Fiel à sua palavra, Jackson consegue bloquear a renovação da Carta para o segundo banco dos Estados Unidos.
"Senhores! Eu também tenho sido um observador atento dos feitos do Banco dos Estados Unidos. Tive homens vos observando por um longo tempo, e estou convencido de que vocês têm usado os fundos do banco para especular até nos alimentos básicos do país. Quando vocês ganham, vocês dividem os lucros entre vocês, e quando vocês perdem vocês repassam o prejuízo para o banco. Vocês me dizem que se eu tomar os depósitos do banco e anular a vossa Carta eu prejudicarei dez mil famílias. Isso pode ser verdade, senhores, mas este é o vosso pecado! Se eu deixá-los, vocês arruinarão cinquenta mil famílias, e este será meu pecado! Vocês são um antro de víboras e de ladrões. Eu prometi erradicá-los, e pelo Eterno, ( batendo o punho em cima da mesa ) vou erradicá-los!" - Andrew Jackson , pouco antes de cassar a Carta do segundo banco dos Estados Unidos.
Pouco depois de o presidente Jackson (o único presidente americano que realmente pagou a dívida nacional) extinguiu o segundo banco dos Estados Unidos houve um atentado contra a vida do presidente, porém falharam ambas as pistolas usadas pelo assassino, Richard Lawrence. Lawrence diria mais tarde que com Jackson morto, "O dinheiro seria abundante."
Presidente Zachary Taylor se opôs à criação de um novo Banco Central Privado, devido aos abusos históricos dos Primeiro e Segundo Bancos dos Estados Unidos.
"A ideia de um banco nacional está morta, e não será relançada no meu tempo." - Zachary Taylor
Taylor morreu em 09 de julho de 1850 depois de comer uma tigela de cerejas com leite, houve rumores de ter sido envenenado. Havia sintomas que indicavam envenenamento por arsênico.
O presidente James Buchanan também se opôs a um banco central privado. Durante o pânico de 1857 ele tentou estabelecer limites aos bancos que emitiam mais empréstimos do que seus fundos reais, e exigiu que todas as notas emitidas fossem garantidas pelos ativos do Governo Federal. Ele foi envenenado com arsênico e sobreviveu, porém, outras 38 pessoas no jantar morreram.
Certamente, o sistema público de ensino é tão subserviente aos desejos dos banqueiros que mantêm algumas histórias longe de você. E como a mídia corporativa é subserviente aos desejos da Monsanto escondendo de você os perigos dos OGM, assim, também a verdade sobre os motivos reais dos eventos da Guerra Civil não são bem conhecidas pelo povo americano em geral.
"Os poucos que entendem o sistema estarão tão interessados em seus lucros ou serão dependentes dos seus favores que não haverá oposição dessa classe, enquanto, por outro lado, a grande massa de pessoas, mentalmente incapaz de compreender a enorme vantagem que o capital deriva do sistema, irá suportar a sua carga sem queixa, e talvez sem sequer suspeitar que o sistema seja hostil aos seus interesses" - dos irmãos Rothschild de Londres escrevendo para os associados, em Nova York, 1863.
Quando a Confederação separou-se dos Estados Unidos, os banqueiros mais uma vez viram a oportunidade para uma rica colheita dos débitos, e se ofereceram para financiar os esforços de Lincoln em trazer o sul de volta à União, porém com 30% de juros. Lincoln remarcou que ele não libertaria o homem negro escravizando o homem branco aos banqueiros, e usou sua autoridade como presidente para emitir sua própria moeda, o greenback. Esta foi uma ameaça direta à riqueza e ao poder dos banqueiros centrais, que rapidamente responderam.
"Se essa irresponsável política financeira, que tem sua origem na América do Norte, perdurar a ponto de se tornar lei, aquele governo gerará seu próprio dinheiro sem custo. Ele pagará seus débitos e ficarão sem dívidas. Ele terá todo o dinheiro necessário para manter seu comércio. Gozarão de uma prosperidade sem precedentes na história do mundo. Os cérebros e a riqueza de todos os países irão para a América do Norte. Esse país deve ser destruído ou ele vai destruir cada monarquia do globo." - The London Times respondendo à decisão de Lincoln em emitir o Greenback para financiar a guerra civil, em vez de concordar com os empréstimos dos bancos privados com 30 % de juros.
Em 1872, os banqueiros de Nova York enviaram cartas a todos os outros bancos dos Estados Unidos, instando-os a financiar os jornais que se opunham ao dinheiro emitido pelo governo (os dólares de Lincoln).
"Prezado Senhor: É aconselhável usar todo o seu poder para sustentar tais proeminentes jornais diários e semanais ... que se oporão à emissão do greenback dolar, e é necessário também suspender todos os patrocínios ou favores a todos os beneficiários que não estão dispostos a opor-se ao interesse do governo de emitir dinheiro. Deixemos o governo emitir as moedas e os bancos emitirem o papel moeda do país... Restaurar a circulação com dinheiro impresso pelo Governo, irá abastecer o povo com dinheiro, e portanto, afetará seriamente o seu lucro individual como banqueiro e credor." - Plutocracia Triunfante ; a história da vida pública americana de 1870 a 1920, de Lynn Wheeler.
“Estamos esperando que o secretário do Tesouro faça sua recomendação ao Congresso. Esse não permitirá que o greenback, como é chamado, circule em quantidade e por tempo que não possamos controlá-lo." - Plutocracia triunfante; a história da vida pública americana 1870-1920 , por Lynn Wheeler
"Certamente a escravidão será abolida pelo poder da guerra e a propriedade sobre o escravo será destruída. Isso, eu e meus amigos europeus somos a favor, pois escravidão significa apenas possuir o trabalho e traz consigo o cuidado com o trabalhador, enquanto no plano europeu, liderado pela Inglaterra, é o capital quem controla o trabalho controlando os salários. Isso pode ser feito controlando o dinheiro". - Plutocracia triunfante ; a história de vida pública americana 1870-1920, por Lynn Wheeler.
Instigada pelos banqueiros privados, grande parte da Europa apoiaram a Confederação contra a União, com a expectativa de que a vitória contra Lincoln significaria o fim do Greenback. França e Grã-Bretanha prepararam um ataque surpresa aos Estados Unidos para ajudar a Confederação, mas foram mantidos à distância pela Rússia, que tinha acabado de exterminar o sistema de servidão bancaria e havia instalado seu próprio banco central. Livre da intervenção europeia, a União ganhou a guerra, e Lincoln anunciou sua intenção de continuar emitindo os greenbacks. Após o assassinato de Lincoln, os Greenbacks foram retirados de circulação, e o povo americano foi forçado a voltar a uma economia baseada em notas do banco emprestadas a juros pelos banqueiros privados. O czar Alexandre II, que autorizou assistência militar russa à Lincoln, foi, posteriormente, vítima de vários atentados contra a sua vida em 1866, 1879, e 1880, até seu assassinato em 1881.
James A. Garfield foi eleito presidente em 1880 com a plataforma do controle sobre a oferta da moeda pelo governo.
"O principal dever do Governo Nacional em relação à moeda do país é o de cunhar moeda e declarar o seu valor. Dúvidas graves foram lançadas se o Congresso está autorizado pela Constituição para legalizar qualquer tipo de papel moeda. A presente edição das notas dos Estados Unidos foi sustentada pela necessidade da guerra, mas o valor desse papel deveria depender da sua conveniência do uso e de seu pronto resgate conforme a vontade de seu detentor e não sobre a sua circulação compulsória. Estas notas não são dinheiro, mas promessa de serem pagas com dinheiro real. Se os detentores exigirem, a promessa deve ser mantida. - James Garfield.
"Pela experiência das nações comerciais em todas as épocas, sabe-se que o ouro e a prata são a única base na qual pode-se relacionar um sistema monetário . Recentemente gerou-se alguma confusão devido as variações no valor relativo dos dois metais, mas eu, confiantemente, acredito que arranjos podem ser feitos entre as principais nações comerciais que garantem o uso de ambos os metais. O Congresso deve estabelecer que a cunhagem obrigatória de prata, agora exigido por lei, não possa perturbar o nosso sistema monetário pela especulação. Se possível, um ajuste deve ser feito para que o poder de compra de cada dólar cunhado seja exatamente igual ao valor prometido para restituir a todos os mercados do mundo - James Garfield.
"Aquele que controla a geração do dinheiro de uma nação controla o país - James Garfield.
Garfield foi baleado em 02 de julho de 1881 e morreu desses ferimentos, algumas semanas depois. Chester A. Arthur substituiu Garfield como presidente.
Em 1896, William McKinley foi eleito presidente no meio de um forte debate entre moeda controlada pelo governo lastreada em ouro versus notas bancarias emprestadas a juros dos bancos privados. Mckinley era a favor da moeda lastreada em ouro, com um orçamento do governo equilibrado, o que libertaria o público da acumulação da dívida.
"Nosso sistema financeiro precisa de alguma revisão, o nosso dinheiro vai bem nesse momento, mas para que seu valor não seja mais ameaçado no futuro, devemos fortalecer sua base para que não esteja sujeito a ataques fáceis, e que sua estabilidade não seja motivo de duvidas ou disputas. Nossa moeda precisa continuar sob a supervisão do Governo. As diversas formas de nosso papel moeda oferecem, em minha opinião, um incomodo constante ao Governo e um equilíbrio seguro no Tesouro". - William McKinley.
McKinley foi baleado por um anarquista desempregado em 14 de Setembro de 1901, em Buffalo, NY, sucumbindo aos seus ferimentos alguns dias depois. Ele foi substituído no cargo por Theodore Roosevelt.
Finalmente, em 1913, os banqueiros centrais da Europa, em particular os Rothschilds da Grã-Bretanha e os Warburgs da Alemanha, reuniam-se com os seus colaboradores financeiros americanos em Jekyll Island, na Geórgia para formar um novo cartel bancário com o propósito expresso de formar o Terceiro Banco dos Estados Unidos, com o objetivo de colocar o controle completo na oferta da moeda dos Estados Unidos, mais uma vez, sob o controle dos banqueiros privados. Devido à hostilidade contra os bancos anteriores, o nome foi mudado para "The Federal Reserve", a fim de conceder ao novo banco uma imagem quase-governamental, mas, na verdade, é um banco privado, nada mais "Federal" do que a Federal Express. Tanto é que, em 2012, “The Federal Reserve” tentou anular uma ação na justiça, movida pela Bloombeg News que usava a “lei da liberdade da informação”, alegando que por ser uma empresa bancaria privada, e não realmente uma parte do governo, a lei da liberdade da informação não se aplica ao "segredo comercial das operações do ‘The Federal Reserve’”.
"Quando eu ou você escrevemos um cheque, deve haver fundos suficientes na nossa conta para cobrir o cheque, mas, quando o Federal Reserve assina um cheque, não precisa haver nenhum depósito bancário de onde sai esta retirada. Quando o Federal Reserve escreve um cheque, ele está criando dinheiro. -"do panfleto do Boston Federal Reserve Bank "Putting it Simply".
"Tenho certo receio que o cidadão comum não vai gostar de ser informado que os bancos têm o poder para criar dinheiro, e é isto que fazem. E quem controla o crédito do país dirige a política dos governos e detêm na palma da sua mão o destino das pessoas. - "Reginald McKenna, presidente do Banco Midland, falando aos acionistas em 1924.
"Os estados, principalmente os grandes hegemônicos como os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, são controlados pelo sistema de banco central internacional, trabalhando através de acordos secretos no Bank for International Settlements (BIS), e operando através dos bancos centrais nacionais (tais como o Banco da Inglaterra e o Federal Reserve)... O mesmo cartel bancário internacional que controla os Estados Unidos de hoje, controlava a Grã-Bretanha, e continua como hegemonia internacional. Quando a ordem britânica se enfraqueceu, sendo substituída pelos Estados Unidos, este passou a controlar a economia global. No entanto, os mesmos interesses são servidos. Os estados são usados e descartados pela vontade do cartel bancário internacional; são simplesmente ferramentas" . - Andrew Gavin Marshall, 26.
No final de 1913 houve a negociata. Enquanto os congressistas, que se opunham à criação do Federal Reserve, gozavam em casa os feriados do Natal, um grupo aprovou a lei, e o presidente Woodrow Wilson assinou, como havia prometido aos banqueiros em troca de generosas contribuições de campanha . Wilson, mais tarde, viria se arrepender dessa decisão.

"I am a most unhappy man. I have unwittingly ruined my country. A great industrial nation is now controlled by its system of credit. We are no longer a government by free opinion, no longer a government by conviction and the vote of the majority, but a government by the opinion and duress of a small group of dominant men." -- Woodrow Wilson 1919
No próximo ano a Primeira Guerra Mundial teve início, e é importante lembrar que antes da criação do Federal Reserve nunca havia acontecido uma guerra mundial.
                                                                                                                                                       
A Primeira Guerra Mundial começou entre a Áustria -Hungria e a Sérvia, mas rapidamente mudou seu foco para a Alemanha, cuja capacidade industrial era visto como uma ameaça econômica à Grã-Bretanha, que viu a queda de sua libra esterlina pela demasiada ênfase na atividade financeira em detrimento da agricultura, desenvolvimento industrial e infra estrutura (não muito diferente do atual Estados Unidos). Embora na pré- guerra a Alemanha tinha um banco central privado, este era fortemente restringido e a inflação era mantida em níveis razoáveis. Sob o controle do governo, os investimentos eram garantidos para o desenvolvimento econômico interno, e a Alemanha era visto como uma grande potência. Assim, conforme os meios de comunicação da época, a Alemanha foi vista como o principal adversário na Primeira Guerra Mundial, e não apenas foi derrotada, mas a sua base industrial arrasada. Após o Tratado de Versalhes, a Alemanha foi condenada a pagar os custos de guerra de todas as nações participantes, mesmo que não fosse a Alemanha quem realmente começou a guerra. Este valor correspondia a três vezes o valor da própria Alemanha. O Banco Central privado da Alemanha - a quem a Alemanha passou a dever profundamente, com dívidas feitas para pagar os custos da guerra - conseguiu se libertar do controle do governo, e uma inflação maciça explodiu (principalmente desencadeada por especuladores de moeda), mergulhando o povo alemão em uma dívida sem fim.
Quando a República de Weimar entrou em colapso econômico, abriu-se a porta para o partido nacional-socialista chegar ao poder. Seu primeiro movimento financeiro foi emitir sua própria moeda pelo Estado, e não mais emprestadas dos banqueiros centrais privados. Libertada de ter que pagar juros sobre o dinheiro em circulação, a Alemanha floresceu e rapidamente começou a reconstruir sua indústria. A mídia chamou isso de "O milagre alemão". A revista TIME considerou Hitler uma celebridade pela melhora surpreendente na vida do povo alemão e pelo explosivo crescimento da indústria alemã, e até mesmo o elegeu como O Homem do Ano da revista Time, em 1938.

Mais uma vez, a produção industrial da Alemanha tornou-se uma ameaça para a Grã-Bretanha.
"Caso a Alemanha volte aos negócios pelos próximos 50 anos, a nossa luta nessa guerra (1ª Guerra Mundial) foi em vão." - Winston Churchill na revista The Times (1919).
"Vamos forçar essa guerra contra Hitler, queira ele isso ou não." - Winston Churchill (1936 no rádio).
"A Alemanha tornou-se muito poderosa. Temos que esmagá-la." - Winston Churchill (novembro de 1936 falando ao general americano, Robert E. Wood).
"Esta guerra é uma guerra inglesa e seu objetivo é a destruição da Alemanha." - Winston Churchill (outono de 1939, falando no rádio)
A moeda baseada em valor emitida pelo governo da Alemanha foi uma ameaça direta à riqueza e ao poder dos bancos centrais privados, e no começo de 1933 eles começaram a organizar um boicote mundial contra a Alemanha para estrangular este presunçoso governante que pensou que poderia se libertar dos banqueiros centrais privados!

Click for larger image
Exatamente como aconteceu na Primeira Guerra Mundial, a Grã-Bretanha e outros países ameaçados pelo poder econômico da Alemanha procuram uma desculpa para irem à guerra, e como a ira crescia entre a população da Alemanha devida ao boicote, Hitler tolamente criou essa desculpa. Anos mais tarde, em um espírito de sinceridade, as verdadeiras razões para essa guerra ficaram claras.
" A guerra não foi apenas para abolir o fascismo, mas também para conquistar os mercados. Nós poderíamos ter evitado a guerra, se fosse essa a nossa intenção, mas não era isso que queríamos. - Winston Churchill to Truman (Fultun, USA March 1946)
"O crime imperdoável da Alemanha, antes da 2ª Guerra Mundial, foi a sua tentativa de libertar sua economia do sistema mundial de comércio e construir um sistema de troca independente onde o mundo das finanças não mais conseguiria ter lucro. .... Nós matamos o porco errado". - Winston Churchill (A Segunda Guerra Mundial - Bern, 1960).
Como uma nota lateral, precisamos dar um passo para trás antes da 2ª Grande Guerra e recordar o Major da Marinha, General Smedley Butler. Em 1933, os banqueiros e financistas de Wall Street haviam financiado os bem sucedidos golpes de Hitler e Mussolini. O Brown Brothers Harriman de Nova York financiou Hitler até o dia em que a guerra contra a Alemanha foi declarada pelos EUA. E eles decidiram que uma ditadura fascista nos Estados Unidos como na Itália seria muito melhor para os seus interesses comerciais do que o "New Deal" de Roosevelt, que ameaçava redistribuir uma enorme riqueza para recapitalizar o trabalho e a classe média da América. Assim, os magnatas de Wall Street recrutaram o General Butler para liderar a derrubada do governo dos EUA e instalar uma "Secretaria de Assuntos Gerais", que responderia à Wall Street e não ao povo, e esmagaria a agitação social e todos os sindicatos. General Butler fingiu aceitar o esquema, e em seguida, expôs a trama ao Congresso. O Congresso, então, como hoje, sempre no bolso dos banqueiros de Wall Street, se recusou a agir. Quando Roosevelt soube do planejado golpe exigiu a prisão dos conspiradores, mas os conspiradores simplesmente lembraram a Roosevelt que, se qualquer um deles fosse enviado para a prisão, os seus amigos em Wall Street deliberadamente colapsariam a já frágil economia e o culpado seria Roosevelt. O presidente ficou assim incapaz de agir até o início da 2ª Guerra Mundial, quando ele processou muitos dos conspiradores pela lei do Comércio com o Inimigo.
As atas do Congresso sobre o golpe foi finalmente liberadas em 1967 e foi a inspiração para o filme "Sete Dias de Maio", mas com os verdadeiros vilões financeiros retirados do script .
"Eu passei 33 anos e quatro meses ativo no serviço militar como membro da força militar mais ágil do nosso país - o Corpo de Fuzileiros Navais. Eu servi em todos os escalões comissionados, de segundo-tenente a major-genera,l e passei a maior parte desse período servindo como um excelente homem forte para o Big Business, para o Wall Street e para os banqueiros. Em suma, eu fui um criminoso, um gangster para o capitalismo. "Eu suspeitava que eu fosse apenas uma parte do crime naquele momento. Agora eu tenho certeza disso. Como todos os membros da profissão militar, eu nunca tive um pensamento original, até o dia em que deixei o serviço. Minhas faculdades mentais permaneciam numa animação suspensa enquanto eu obedecia às ordens dos meus superiores. Isso é típico à todos no serviço militar. Assim eu ajudei a garantir o México e especialmente a Tampico aos interesses dos americanos em 1914. Eu ajudei a fazer do Haiti e de Cuba um lugar decente para os rapazes do National City Bank coletarem suas receitas. Ajudei no estupro de meia dúzia de repúblicas da América Central em benefício de Wall Street. A lista dos crimes é longa. Eu ajudei a purificar a Nicarágua para a casa bancária internacional dos Brown Brothers em 1909-1912. Eu trouxe luz para os interesses dos americanos no açúcar da República Dominicana. Na China, em 1927, eu ajudei a fazer com que a Standard Oil fizesse seu trabalho sem ser molestada. Durante esses anos, como diria os rapazes dos bastidores, eu participei somente em grandes golpes. Fui recompensado com honrarias, medalhas e promoções. Olhando para trás em tudo isso, sinto que poderia ter dado ao Al Capone algumas dicas. Pois, o máximo que ele fez foi operar sua máfia em três bairros da cidade. Eu operei em três continentes." - General Smedley Butler, comandante do Corpo da Marinha dos EUA em 1935.

Quando presidente, John F. Kennedy percebeu a natureza predatória do Banco Central Privado. Entendeu o porquê do Presidente Andrew Jackson ter lutado duramente para exterminar o Second Bank of the United States. Então, Kennedy escreveu e assinou a Medida Executiva 11.110 que autorizava o Tesouro dos EUA a emitir uma nova moeda, a nota dos Estados Unidos.

As Notas dos Estados Unidos de Kennedy não foram emprestadas do Federal Reserve, mas criadas pelo Governo dos EUA ancoradas nos estoques de prata mantidos pelo governo dos EUA. Isto representava um retorno ao sistema econômico de quando os Estados Unidos fora fundado, e foi perfeitamente legal que Kennedy o fez. Ao todo, cerca de quatro e meio bilhões de dólares entraram em circulação pública, corroendo os juros do Federal Reserve e enfraquecendo seu controle sobre o país. Cinco meses depois, John F. Kennedy foi assassinado em Dallas, Texas, e as Notas dos Estados Unidos foram retiradas de circulação e destruídas (exceto as amostras mantidas por colecionadores). John J. McCloy, presidente do Chase Manhattan Bank e Banco Mundial, foi nomeado para a Comissão Warren, presumivelmente, para ter certeza que a dimensão do envolvimento dos banqueiros no assassinato fosse escondida do público.
Ao entrarmos no décimo primeiro ano daquilo que a futura história, certamente, vai descrever como a Terceira Guerra Mundial (9/11), é preciso examinar as dimensões financeiras por trás das guerras.
Ao aproximar o final da Segunda Guerra Mundial, quando se tornou óbvio que os aliados ganhariam e ditariam o clima do pós-guerra, as grandes potências econômicas mundiais se reuniram em Bretton Woods, um resort de luxo em New Hampshire, em julho de 1944, e elaboraram o acordo de Bretton Woods para a finança internacional. A libra britânica perdeu seu status como a moeda do comércio mundial para o dólar dos EUA (parte do preço exigido por Roosevelt em troca da entrada dos EUA na guerra). Ausente das vantagens econômicas de ser a moeda padrão, a Grã-Bretanha foi obrigada a nacionalizar o Banco da Inglaterra, em 1946. O acordo de Bretton Woods, ratificado em 1945, além de tornar o dólar a moeda da reserva e comércio global, obrigou as nações signatárias a amarrarem suas moedas em relação ao dólar. As nações que ratificaram o acordo Bretton Woods fizeram isso com duas condições. A primeira foi a de que o Federal Reserve se abstenha de imprimir dólares sem parâmetros, como um meio de saquear os produtos reais produzidos por outras nações em troca de tinta e papel; basicamente um imposto imperial. A garantia desse requisito veio na segunda condição, onde diz que o dólar dos EUA seria sempre conversível em ouro a US$35 por onça.
Claro , o Federal Reserve, sendo um banco privado e sem a necessidade de responder ao Governo dos EUA, começou imprimir dólares de papel sem nenhum lastro, e grande parte da notável prosperidade dos anos 1950 e 1960 foi resultado das obrigações que as nações estrangeiras tinham em aceitar as notas de papel como valendo ouro à taxa de US$ 35 a onça. Então, em 1970, a França percebendo a enorme pilha de notas de papel guardadas em seus cofres, recebidas em troca de seus reais produtos, vinho e queijo franceses, citando Bretton Woods, notificou o governo dos Estados Unidos que iria exercer sua opção de retornar as notas de papel em ouro no cambio de US$35 a onça. É claro que os Estados Unidos não tinham o ouro para resgatar suas notas de papel, de modo que em 15 de agosto de 1971, Richard Nixon "temporariamente" suspendeu a conversibilidade do ouro pelas notas do Federal Reserve. Esse "choque de Nixon" foi o fim de Bretton Woods e muitas moedas globais começaram a se desvincular do dólar dos EUA. E o pior, uma vez que os Estados Unidos havia garantido seus empréstimos com as reservas de ouro do país, rapidamente se tornou visível que o governo dos EUA, de fato, não teria ouro suficiente para cobrir suas dívidas pendentes. As nações estrangeiras começaram a ficar muito nervosas quanto a seus empréstimos para os EUA e, compreensivelmente, tornaram-se relutantes em emprestar mais dinheiro aos americanos sem alguma forma de garantia. Então Richard Nixon deu início ao movimento ambientalista, com o EPA (Agencia de Proteção Ambiental) e seus vários programas, como "zonas de natureza selvagem", “áreas sem estradas", “rios tombados como Patrimônio", "Pântanos", os quais formavam vastas áreas de terras públicas e foram declaradas fora do acesso para o povo americano, que eram, tecnicamente os proprietários dessas terras. Mas Nixon não estava preocupado com o meio ambiente, pois o verdadeiro propósito desta apropriação de terras sob o pretexto ambiental era de prometer essas terras virgens com seus vastos recursos minerais como garantia da dívida nacional. A grande variedade de programas era simplesmente para esconder a verdadeira dimensão do quanto das terras americanas estavam sendo prometidas aos credores estrangeiros como garantia das dívidas do governo; eventualmente, quase 25 % de toda a nação.
 click for full size image
Quando acabou o lote de terras que serviram de garantia, o governo dos EUA iniciou um novo programa para reabilitar a então fraca demanda internacional pelo dólar. Os Estados Unidos se aproximaram das nações produtoras de petróleo, principalmente no Oriente Médio, e ofereceu-lhes um acordo. Em troca de apenas vender o seu petróleo por dólares, os Estados Unidos garantiriam a segurança militar dessas nações ricas em petróleo. Essas concordariam em gastar e investir seus dólares de papel dentro dos Estados Unidos, em particular em títulos do Tesouro dos EUA, resgatáveis pelas futuras gerações de contribuintes norte-americanos. O conceito foi rotulado de "petrodólares". Conclusão, os EUA incapazes de garantir seu dólar com ouro, foi agora apoiá-lo com petróleo. Petróleo de outros povos. E essa necessidade de manter o controle sobre essas nações de petróleo para sustentar o dólar moldou a política externa dos Estados Unidos na região desde então.
Mas, como a indústria e a agricultura da América retrocederam, as nações produtoras de petróleo enfrentaram um dilema. Aquelas pilhas de notas do Federal Reserve não eram capazes de adquirir muitas coisas dos Estados Unidos, porque, além de alguns imóveis, os Estados Unidos não tinham muito para oferecer. Os carros e aeronaves da Europa eram superiores e menos onerosos, enquanto os experimentos com culturas de alimentos transgênicos levaram as nações a rejeitarem a oferta dos alimentos dos EUA. A beligerância constante de Israel contra seus vizinhos fez com que esses se perguntassem se os EUA realmente poderia manter sua parte do acordo dos petrodólares. As nações produtoras de petróleo começaram a falar em vender o seu petróleo por qualquer moeda que os compradores escolhessem usar. O Iraque, já hostil aos Estados Unidos devido à operação Tempestade no Deserto (Desert Storm), revindicou o direito de vender o seu petróleo em Euros em 2000 e 2002, a ONU concordou em permitir essa troca com base no programa “Oil for Food”que havia sido instituído logo após o “Desert Storm”. Um ano depois, os Estados Unidos invadiram o Iraque novamente, linchou Saddam Hussein, e colocou o petróleo do Iraque novamente no mercado mundial apenas em dólares americanos.
Após o 9/11, a política de ser um representante da paz imparcial no Oriente Médio começa a mudar e claramente os EUA passam a dar suporte inquestionável às agressões de Israel, o que veio arruinar ainda mais a confiança no acordo do Petrodolar, e mais nações produtoras de petróleo começaram a dizer abertamente que negociariam o seu produto com outras moedas globais.
Na Líbia, Muammar Kadafi havia instituído um banco central estatal e uma moeda comercial com base em valor, o dinar de ouro. Kadafi anunciou que o petróleo da Líbia estava à venda, mas somente em dinar de ouro. Outras nações africanas, vendo a ascensão do dinar de ouro e do euro, enquanto o dólar dos EUA declinava pela inflação forçada, debandaram para a nova moeda comercial da Líbia. Este movimento tinha o potencial de prejudicar seriamente a hegemonia global do dólar. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, conforme reportado, chegou a ponto de declarar a Líbia como uma "ameaça" para a segurança financeira do mundo. Assim, os Estados Unidos invadiram a Líbia, e brutalmente assassinaram Kadafi (a lição de linchamento de Saddam não foi o suficiente como uma mensagem, aparentemente), impuseram um banco central privado, e retornaram a venda do petróleo da Líbia apenas em dólares. O ouro que era para lastrear o dinar de ouro desapareceu.
Segundo o general Wesley Clark, o plano mestre para a "dolarificação" das nações petrolíferas incluía sete alvos: Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irã (Venezuela, que se atreveu a vender o seu petróleo para a China por Yuan, foi adicionada posteriormente). O que é notável sobre as sete nações originalmente alvos dos EUA é que nenhuma delas é membro do Bank for International Settlements, o banco central dos banqueiros privados, localizado na Suíça. Isso significa que essas nações estavam decidindo por si mesmo como dirigir as economias de seus países, ao invés de se submeterem aos bancos privados internacionais.
Agora, a mira dos banqueiros esta virada para o Irã, que se atreve a ter um banco central do governo e a vender o seu petróleo pela moeda que escolher. A agenda da guerra é, como sempre, forçar o Irã a vender o seu petróleo apenas em dólares e forçá-los a aceitar um banco central privado. A Malásia, uma das novas nações sem um banco central dos Rothschilds, agora está sendo invadido por uma força alegadamente ser o "Al Qaeda". E com a morte do presidente Hugo Chávez, um plano que pretende impor um regime amigável aos EUA e aos banqueiros na Venezuela está, claramente, sendo implementado.
O governo alemão pediu, recentemente, ao Banco da França e ao Federal Reserve a devolução de algumas de suas barras de ouro. A França respondeu que precisa de um prazo de cinco anos para devolver o ouro à Alemanha. Os Estados Unidos alegaram que precisam de oito anos para devolver o ouro à Alemanha. Isto sugere fortemente que o Banco da França e o Federal Reserve de NY usaram o ouro depositado para outros fins, muito provavelmente para cobrir os contratos futuros de ouro, usados para suprimir artificialmente o preço do ouro e manter os investidores nos mercados de ações, enquanto os bancos centrais lutam para encontrar novo ouro e cobrir o déficit para evitar uma corrida do ouro. Por isso, é inevitável que, de repente, a França invada Mali, ostensivamente para combater o Al Qaeda, com os EUA participando. Acontece que Mali é, hoje, um dos maiores produtores de ouro do mundo, com o metal representando 80% das exportações do Mali. 
Guerra para os banqueiros nunca foi mais óbvio do que isso!
O México exigiu uma auditoria física de suas barras de ouro depositadas no Banco da Inglaterra, e junto com vastas reservas de petróleo da Venezuela (maiores do que da Arábia Saudita), as minas de ouro da Venezuela é um prêmio desejado por todos os bancos centrais que negligenciaram as barras de ouro de outras nações. Assim, podemos esperar mudanças nos dois regimes ou uma descarada invasão, em breve.
Você foi criado em um ambiente em que o sistema de ensino público e a mídia constantemente afirmam que as razões para todas estas guerras e assassinatos são muitas e variadas. Os EUA alega levar a democracia para as terras conquistadas - eles não fazem isso, o normal é a imposição de uma ditadura, como aconteceu em 1953 no Irã, a CIA derrubou o governo democraticamente eleito pelo povo, Mohammad Mosaddegh, e impôs o Xá, e também em 1973, a CIA derrubou o governo do Chile democraticamente eleito, o presidente Salvador Allende, e impôs o ditador Augusto Pinochet - ou para salvar um povo de um opressor cruel, vingança devido a 9/11, ou aquela velha desculpa para invasão, armas de destruição em massa. Assassinatos são sempre apresentados como ação de alguns “malucos solitários”, para encobrir a agenda real.
Por trás de todas essas guerras, de todos esses assassinatos, de cem milhões de mortes terríveis se encontra somente a política da ditadura. Os banqueiros centrais privados permitem que os governantes governem com a condição de que o povo de uma nação seja escravizado ao banco central privado. Falhando isso, tal governante será morto, e sua nação invadida por essas outras nações escravizadas aos bancos centrais privados.
O chamado "choque de civilizações", que lemos na mídia corporativa é, na verdade, guerra entre os sistemas bancários, com os banqueiros centrais privados forçando sua hegemonia no resto do mundo, não importa quantos milhões devem morrer por isso. Na verdade, a fonte do ódio constante contra os muçulmanos encontra-se em um fato simples. Como os antigos cristãos (antes do sistema bancário privado dos Cavaleiros Templários), os muçulmanos proibiam a usura. E essa é a razão pela qual o nosso governo e a mídia insistem que devem ser mortos ou convertidos. Eles se recusam a submeter-se a moedas emitidas a juros. Eles se recusam a serem escravos da dívida.
Assim, seus filhos devem ir para a guerra, e derramar seu sangue para o ouro dos viciados em dinheiro. Nós, que acabamos de sofrer duas guerras mundiais destruidoras, e agora em plena era nuclear/arma biológica estariam esses banqueiros centrais privados dispostos a arriscar incinerar todo o planeta apenas para alimentar sua ganância?(Nota minha: não sou muçulmano, nem defendo nada além da verdade)
Aparentemente sim.
Isto nos leva à atual situação na Ucrânia.
A União Europeia tem cortejado o governo da Ucrânia para se juntar com a UE e, mais ao ponto, fundir a sua economia com o Banco Central Europeu, de propriedade privada. O governo da Ucrânia considerou o convite, mas não fez qualquer compromisso. Parte de sua preocupação se baseava nas condições de outros países da UE escravizados pelo BCE (Banco Central Europeu), nomeadamente Chipre, Grécia, Espanha e Itália. Então, permaneceu devidamente cauteloso. Em seguida, a Rússia entrou em cena com uma oferta melhor, e a Ucrânia, exercendo a opção que todos os consumidores têm em escolher o melhor produto com o melhor preço, preteriu a UE e anunciou que optaria pela oferta da Rússia. Foi nesse ponto que agentes provocadores inundaram a Ucrânia, secretamente financiados pelas agências de inteligência como CANVAS (Applied NonViolent Action and Strategies) e USAID (United States Agency International Development), semeando problemas, enquanto a mídia ocidental proclamava se tratar de uma revolução popular. Atiradores de elite atiraram em pessoas e essa violência foi atribuída ao então presidente Yanukovich. Porém, uma gravação que vazou de um telefonema entre Catherine Ashton da União Europeia e o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Urmas Paet confirmou que os atiradores estavam trabalhando para os conspiradores, e não ao governo ucraniano. Urmas Paet confirmou a autenticidade da gravação desse telefonema.
Este é um padrão clássico de derrubada secreta que vimos muitas vezes antes. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os EUA tentaram secretamente derrubar os governos de 56 nações, conseguiram em 25 delas.(Nota minha 2: não sou anti-americano, apenas relato os fatos históricos; os americanos em si não são culpados, mas os governos sim).
Enquanto os bancos centrais privados tiverem permissão para existir, inevitavelmente, tal como a noite segue o dia, haverá pobreza, desesperança, e milhões de mortes em intermináveis ​​guerras mundiais, até que a própria Terra seja sacrificada em chamas para Mamon.
"Os bancos não têm a obrigação de promover o bem público." - Alexander Dielius, CEO da Goldman Sachs de 2010 para Alemanha, Áustria e Europa Oriental.
"Eu sou apenas um banqueiro a fazer o trabalho de Deus ." - Lloyd Blankfein , CEO da Goldman Sachs de 2009.