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terça-feira, 26 de junho de 2018

Novo estilo de guerra mundial decidido na reunião de Bilderberg de 7 a 10 de junho de 2018


O Bilderberg Club continuará a transformar o futuro da humanidade, a economia, a política e as guerras? A reunião de cúpula deste ano tem a ver com a guerra, porque em todas as reuniões de cúpula dos últimos 66 anos conquistaram e transformaram países e mapas. 
A nova arma é a inteligência artificial (IA) que estão desenvolvendo.

A cúpula deste ano em Bilderberg foi um conselho de guerra. Na agenda: Rússia e Irã. Na sala de conferências: o secretário-geral da OTAN, o ministro da defesa alemão e o diretor do serviço francês de inteligência estrangeira, DGSE. Eles se juntaram em Turim, na Itália, por um grande número de estrategistas acadêmicos e teóricos militares, mas para aqueles países em pontos geopolíticos não há nada teórico sobre essas conversas. Não quando os primeiros-ministros da Estônia e da Sérvia estão discutindo a Rússia, ou se o vice-primeiro-ministro turco está falando sobre o Irã. A indicação mais clara de que algum tipo de conflito liderado pelos Estados Unidos está em jogo é a presença do melhor especialista de guerra do Pentágono, James H Baker. Ele é um especialista em tendências militares, e nenhuma tendência é mais moderna no mundo da estratégia de batalha do que a inteligência artificial. Bilderberg dedicará uma sessão completa à AI este ano e convidou o teórico militar Michael C Horowitz, que escreveu extensamente sobre seu possível impacto no futuro da guerra. Horowitz vê a inteligência artificial como "o último facilitador". 

Em um artigo publicado há poucas semanas no Texas National Security Review, ele cita o comentário de Putin de 2017: "A inteligência artificial é o futuro, não apenas para a Rússia, mas para toda a humanidade. esta esfera se tornará a governante do mundo". Horowitz diz que "China, Rússia e outros estão investindo significativamente em IA para aumentar suas capacidades militares relativas", porque oferece "a capacidade de perturbar a superioridade militar dos Estados Unidos". A dominação militar global está subitamente em jogo, o que nos leva à questão mais intrigante da agenda de Bilderberg deste ano: "liderança global dos Estados Unidos". 
O mais eminente cientista geopolítico de Bilderberg, Henry Kissinger, resmungará essa frase sinistra com deleite antigo. Ele tem tocado o sino do funeral da liderança mundial americana por décadas. 
Em 2005, ele escreveu sobre como a ascensão da China causaria "um substancial rearranjo do sistema internacional". A Casa Branca está claramente preocupada: enviou à reunião Bilderberg o diretor do Conselho Nacional de Segurança para a China, Matthew Turpin. Turpin podia falar com porta-voz de Trump.

Mas este é o ponto: essa reconfiguração tectônica do poder, na qual "o centro de gravidade dos assuntos mundiais" se move dos Estados Unidos para a China, é um conceito anterior para a inteligência artificial. O diretor executivo do Google descreveu recentemente que a inteligência artificial é mais importante para a humanidade do que "eletricidade ou fogo". O que esta "revolução abrangente" significa para as estruturas tradicionais de poder é a possibilidade de uma transformação total. Não é apenas que a liderança global é transmitida dos EUA para a China como uma bengala. É que toda a estrutura da liderança mundial poderia simplesmente derreter ou assumir uma forma que ninguém, nem mesmo Kissinger, poderia prever. O que isso significa para Bilderberg é que o sistema de influência transatlântica e a formação de opinião que o grupo dedicou a mais de seis décadas de refinamento poderia desaparecer da noite para o dia. Todas as maquinações diplomáticas de Józef Retinger e Étienne Davignon, todo o poder de Rockefeller, Agnelli e Wallenberg, serão irrelevantes pela interrupção da inteligência artificial.

Se houver um blecaute, o mundo não funcionará. 

Não é de admirar que Bilderberg, neste estado de angústia existencial, tentam desesperadamente se manter com os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos: este ano discutiram sobre "computação quântica" em uma sessão liderada por Hartmut Neven, diretor da Quantum - Laboratório de Inteligência Artificial do Google. 
A lista de convidados de Turim está cheia de pessoas do Google. 
O especialista em inteligência artificial (IA) Demis Hassabis, que administra o projeto DeepMind do Google, já é uma conferência regular. Bilderberg sabe que o futuro está em alta tecnologia, então ele está pegando o Google com as duas mãos. Enquanto isso, ter algumas guerras de poder com a Rússia é uma boa maneira de passar o tempo. Especialmente se você administrar uma empresa de armas gigante, como muitos fazem em Bilderberg. 

Marcus Wallenberg é presidente da Saab, que fabrica aviões de combate. Giampiero Massolo é presidente da Fincantieri, que fabrica fragatas. E Thomas Enders é o chefe da Airbus, a sétima maior empresa de armas do mundo. As escaramuças na Estônia seriam boas para os negócios, se não para a Estônia.

Nós sabemos tudo sobre você. Suas preferências, quanto dinheiro você tem, seus defeitos, virtudes, saúde, onde você está agora. (Orwell)

Ainda assim, a maior questão ética enfrentada pela cúpula não é se a insanidade da guerra deve ser lucrativa. 
Bombardeando e reconstruindo países, mísseis e dívidas, tudo está bem: é assim que funciona. 

O que é mais difícil de justificar, dentro de uma estrutura democrática, é o processo prático pelo qual os principais responsáveis ​​pela formulação de políticas, juntamente com bilionários industriais e especuladores do setor privado, discutem conflitos a portas fechadas. O primeiro-ministro da Holanda discute pontos globais de conflito em privacidade de luxo com o CEO da Royal Dutch Shell e o presidente da Goldman Sachs International. É uma ótica horrível.

Primeiro-ministro holandês Mark Rutte também  compareceu à reunião dos Bilderberg 

Em Bilderberg, você tem o Secretário Geral da OTAN discutindo a Rússia com financiadores cujo trabalho é transformar conhecimento em dólares. O membro do Bilderberg Sir John Sawers costumava voar em um MI6. Agora, ele dirige a Macro Advisory Partners, ajudando os clientes a navegar "por um cenário global volátil e fragmentado" enquanto "maximiza oportunidades e minimiza riscos". 
Ele faz o mesmo com a BP, como membro do seu conselho de administração. É isso que Kissinger vem fazendo há décadas através da Kissinger Associates: aproveitando as informações por dinheiro. Não é assim que a democracia representativa deve funcionar. Mas é assim que Wall Street funciona. É a versão geopolítica da informação privilegiada: acesso privado à informação não pública. O que os políticos em Bilderberg deveriam perceber, quando fazem uma pausa para refletir sobre o buffet, é que eles são o bufê. Não há muita dignidade em minar a democracia. Mas há muito dinheiro e para muitas pessoas isso é suficiente.

sábado, 5 de maio de 2018

China: seus objetivos estratégicos e táticas




O Partido Comunista Chinês (PCC) quer transformar a China numa “superpotência industrial”: um país tão avançado em manufatura de tecnologia que dominaria os mercados globais de alta tecnologia e substituiria os concorrentes estrangeiros.

O modelo econômico para alcançar esse objetivo, o programa “Feito na China 2025”, foi lançado em 2015. Nele, o regime chinês delineia 10 setores relacionados à tecnologia que ele deseja desenvolver:

- tecnologia da informação avançada.
- robótica e máquinas de ferramentas automatizadas.
- aeronaves e componentes aeronáuticos.
- embarcações marítimas e equipamentos de engenharia naval.
- equipamentos ferroviários avançados.
- veículos de energia nova.
- equipamentos elétricos de geração e transmissão.
- máquinas e equipamentos agrícolas.
- novos materiais e produtos farmacêuticos.
- dispositivos médicos avançados.

De acordo com uma análise de 2016 sobre o plano,  realizada pelo Instituto Mercator de Estudos da China com sede na Alemanha, “O objetivo é essencialmente construir uma estrutura econômica e capacidades semelhantes à da Alemanha e do Japão: um país industrial forte baseado numa robusta e inovadora indústria manufatureira.”

O programa baseia-se em políticas industriais existentes, mas com uma coordenação mais profunda entre várias agências estatais. O plano “Feito na China 2025” é agora uma parte crítica da estratégia nacional do regime chinês.
Para alcançar o objetivo de controlar as cadeias de suprimentos globais o mais rápido possível, o regime chinês tem um método principal: direcionar empresas estatais e privadas para investir e adquirir empresas estrangeiras com o objetivo de roubar suas inovações tecnológicas.
O regime chinês financia diretamente esses investimentos de alta tecnologia, usando uma variedade de fundos de investimentos nacionais e empresas de investimento que fornecem apoio financeiro a empresas chinesas de alta tecnologia.
Depois que o plano foi divulgado, os investimentos chineses em empresas estrangeiras, especialmente as alemãs, especializadas em automação e digitalização da produção industrial aumentaram significativamente, segundo o Instituto Mercator.
Os números globais do investimento da China também refletem essa prioridade: em 2016, as duas principais indústrias em que as empresas chinesas participaram de aquisições estrangeiras foram fabricação (em torno de US$ 30 bilhões) e tecnologia da informação/software (cerca de US$ 26,4 bilhões), segundo a Instituição Chung-Hua para Pesquisa Econômica, sediada em Taiwan.
Outra estratégia empregada pelo regime chinês é pressionar empresas estrangeiras que fazem negócios na China a transferir seu conhecimento técnico para suas contrapartes chinesas em joint ventures. Isso geralmente é feito em troca de dar às empresas acesso ao mercado chinês.
Um relatório recente sobre as práticas de roubo de propriedade intelectual da China publicado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA descobriu que, para as empresas norte-americanas que são o foco das políticas industriais do regime chinês, a pressão para transferir tecnologia era “particularmente intensa”.
Uma pesquisa do governo dos EUA de 2017 sobre a indústria de circuitos integrados dos EUA constatou que 25 empresas tiveram que formar joint ventures com entidades chinesas e transferir sua tecnologia.
As empresas europeias também sentem a mesma pressão. A Câmara de Comércio da União Europeia na China divulgou uma pesquisa de confiança empresarial de 2017 em que os percentuais mais altos dos entrevistados estavam em setores visados pelo plano “Feito na China 2025”: 31% na indústria aeroespacial e de aviação, 23% em maquinaria e 21% em automóveis/componentes automotivos. No geral, 17% dos entrevistados disseram que tiveram que transferir sua tecnologia.

Evitando a “armadilha da renda média”

A difícil questão econômica do regime chinês

O regime chinês vê a modernização do seu setor manufatureiro como uma parte crítica da sobrevivência na economia moderna e da competição bem-sucedida “com outros rivais estabelecidos no mundo”, como disse um artigo do jornal estatal China Daily. O Estado está tentando escapar do destino da “armadilha da renda média”: um fenômeno no qual, após alcançar os níveis de renda média, o crescimento de um país se detém e não consegue dar o salto para se tornar uma economia avançada.
Assim, em vez da fabricação de bens básicos como roupas e calçados que a China é conhecida, o regime quer produzir principalmente produtos de alta tecnologia. Essa façanha é mais fácil de dizer do que de fazer, já que a China ainda está atrasada em avanços tecnológicos.
Enquanto isso, as empresas estrangeiras que anteriormente confiavam na mão de obra barata da China para produzir seus produtos agora estão em busca de outros lugares. O aumento dos custos da mão-de-obra e dos preços da terra levaram muitas empresas a mudarem suas fábricas para países do Sudeste Asiático, como Vietnã, Bangladesh e Índia, onde os custos operacionais são mais baixos.
Um relatório do Boston Consulting Group de 2011 também descobriu que, com a maior produtividade nos EUA e os custos operacionais crescentes na China, a diferença de custos entre a produção na China e nos Estados Unidos diminuirá, tornando cada vez mais lucrativo para as empresas americanas voltarem para casa.
Nos últimos anos, grandes multinacionais como Nike, Adidas, Nikon e Microsoft fecharam suas fábricas chinesas.


O comunismo é o problema central

Por que o regime chinês não irá, e não pode, jogar de forma justa

Existe uma expressão em chinês, “pedir a um tigre por sua pele”. O dizer pode ser comparado aos Estados Unidos pedindo ao Partido Comunista Chinês que participe de forma justa nos negócios. Assim como o tigre precisa da sua pele para sobreviver, o Partido também precisa do roubo e das práticas desleais para competir.
Um problema fundamental é que os Estados Unidos não entendem a natureza da fera. O problema com as práticas do Partido Comunista não são os problemas na superfície. O problema é a natureza por trás dos problemas, a ideologia que dirige suas ações.
A China ainda é um país comunista, e o Partido mantém um controle rígido sobre todo o país. As crianças são doutrinadas com slogans do Partido; empresas com mais de 50 funcionários são obrigadas a ter representantes intermediários do Partido em suas instalações; o Departamento Político Geral é encarregado de doutrinar os militares com ideologia comunista; e outras áreas do país têm programas semelhantes.
Entre os muitos slogans do Partido há, “Manter o máximo alinhamento com o Comitê Central do Partido” e “Executar os comandos do Partido se você entendê-los. Mesmo que você não os entenda, faça isso de qualquer maneira e sua compreensão deve se aprofundar enquanto estiver cumprindo essas ordens.”
Sob a ideologia comunista, não há conceito de propriedade pessoal e, sob seus sistemas, a luta entre países, empresas e até pessoas comuns se torna o modo de vida padrão. O conceito geral é que, se algo pode ser usurpado, então faça isso; e sustenta que mentiras e enganos são métodos aceitáveis ​​para alcançar seus objetivos. Entre os principais slogans do Partido durante a Revolução Cultural estava, “a batalha com o céu, a luta com a terra e o conflito com a humanidade, nisto está a alegria sem fim”.
O roubo econômico é dirigido pelo Partido Comunista, com metas estabelecidas em seus planos econômicos de cinco anos. O plano “Feito na China 2025” continua programas similares do Partido voltados para o roubo econômico, incluindo sua política do Projeto 863, seu Programa Tocha, seu Programa 973, entre outros. O livro “Espionagem Industrial da China“, de William C. Hannas, James Mulvenon e Anna B. Puglisi, afirma que “cada um desses programas busca colaboração e tecnologias estrangeiras para preencher as lacunas fundamentais” e incentiva especialistas treinados no Ocidente a servirem o Partido, seja retornando para a China ou “servindo no local”.
Um relatório de 2011 do Escritório do Executivo Nacional de Contrainteligência dos EUA diz que o Projeto 863 “fornece financiamento e orientação para os esforços de aquisição clandestina de tecnologia e informações econômicas sensíveis dos EUA”.

Não há empresas privadas reais na China

Empresas estatais e privadas servem aos ditames do regime chinês
Na superfície, o regime chinês permitiu que alguns princípios de mercado fossem introduzidos na China após as reformas econômicas dos anos 80. Na realidade, o sistema comunista não permite a verdadeira propriedade privada.
O regime chinês considera todas as inovações tecnológicas essenciais para seus interesses nacionais. Assim, empresas privadas e estatais servem aos interesses do regime chinês. Quando se trata de investimentos estrangeiros nos setores de alta tecnologia priorizados no plano “Feito na China 2025”, o regime orienta as empresas chinesas sobre onde e como investir, para seu próprio benefício.
Como demonstra a análise do Instituto Mercator, o regime chinês geralmente disfarça ou esconde seu envolvimento e participação. “Os fundos de investimento soberano e as empresas de gestão de investimentos governamentais desempenham um papel cada vez maior no IED [investimento estrangeiro direto] de alta tecnologia”, diz o relatório. “Embora esses fundos e sua administração frequentemente se apresentem como empresas privadas, o papel ativo do Estado é ocultado por trás de uma rede opaca de estruturas de propriedade e financiamento.”
Por exemplo, a JAC Capital adquiriu a empresa holandesa de semicondutores NXP em 2016. 51% da JAC é de propriedade de um veículo de investimento do Conselho de Estado da China, a principal agência administrativa do regime.
Também em 2016, o Fundo Nacional de Investimento em Circuitos Integrados (IC Fund) comprou uma participação de 4,29% na Apex Technology, um consórcio de investimento chinês – pouco antes de a Apex adquirir a Lexmark International, uma fabricante americana de impressoras. De acordo com um relatório da Câmara de Comércio dos EUA sobre o plano “Feito na China 2025”, os formulários de relações com investidores revelaram que “o IC Fund cooperou com a Apex não apenas como investidor financeiro, mas também na esperança de que a Apex satisfizesse a estratégia nacional da China”.
Empresas de fundos privados também podem ser usadas para financiar aquisições estrangeiras. Uma reportagem da Reuters revelou que o financiamento parcial para a oferta de US$ 1,3 bilhão da firma de investimentos privados Canyon Bridge, com sede na Califórnia, para comprar a fabricante americana de chips Lattice Semiconductor originou-se do Conselho de Estado da China.
Em setembro de 2017, o presidente norte-americano Donald Trump bloqueou o acordo, alegando preocupações com a segurança nacional. Afinal, o desenvolvimento da indústria de semicondutores está no topo da lista de prioridades do plano “Feito na China 2025”.
Atualmente, a China depende muito de chips importados, uma das maiores categorias de importação do país.


Por que a China precisa roubar tecnologia

O sistema comunista não permite a verdadeira inovação
O povo chinês é conhecido por se destacar em educação e constitui um dos maiores grupos étnicos envolvidos em programas de estudos universitários no exterior, como nos Estados Unidos. Então, por que o regime chinês se tornou tão notório por roubar propriedade intelectual para impulsionar sua economia?
O problema não está no povo chinês, que mantém, até certo ponto, os valores familiares e a ética de trabalho da cultura tradicional chinesa. Em vez disso, o problema está no regime chinês, em suas visões comunistas sobre a propriedade intelectual e em seu sistema de corrupção que permite e até endossa essas atividades.
Sob o Partido Comunista Chinês, que incentiva a luta e o engano, o investimento em inovação e o desenvolvimento de propriedade intelectual única é uma perspectiva perdida. Se uma empresa gasta tempo e dinheiro em pesquisa e desenvolvimento (P&D), o produto resultante será copiado pelos concorrentes logo após o seu lançamento. Por causa dessa cultura de roubo do Partido, a pesquisa e o desenvolvimento são, portanto, um investimento perigoso para a sobrevivência de um negócio.
Devido à falta de inovação independente, o Partido foi forçado a preencher essa lacuna, investindo em programas de P&D. No entanto, com os fundos do Estado fluindo através de inúmeros níveis da burocracia, o dinheiro muitas vezes não chega onde é pretendido; e em empresas estatais, onde há pouca perspectiva de ascender na hierarquia sem se envolver em negociações corruptas, é comum os funcionários não se dedicarem e simplesmente aproveitarem para pegar a onda dos financiamentos estatais pelo maior tempo possível.
O Partido Comunista Chinês está ciente desse problema e, por causa disso, apesar de ter uma grande população de pessoas qualificadas e treinadas em pesquisa, o Partido ainda depende de inovações estrangeiras por meio de programas como o “Feito na China 2025” e o Projeto 863.
Além disso, as empresas chinesas são forçadas a competirem por seus benefícios e subsídios. A principal marca da China na história recente tem sido seu mercado de fabricação barata e de produtos de baixo custo. As empresas chinesas precisam, portanto, competir arduamente nos preços e são forçadas sempre que possível a cortar custos e recorrer a atalhos sacrificando a qualidade.
É por causa dessa concorrência pela produção de baixo custo que os produtos chineses modernos são igualmente de qualidade inferior.
Ambos os elementos afetaram o esforço do Partido Comunista Chinês para criar marcas locais respeitadas e sua tentativa de entrar nos mercados de bens de luxo e de alta tecnologia. A cultura corrupta do Partido é a responsável pela P&D ruins, o que leva a seus programas de roubo de propriedade intelectual. A cultura do Partido também é a causa da baixa qualidade do produto chinês, que também prejudica a percepção do público a respeito das marcas chinesas.
Fonte: Epoch Times

domingo, 22 de janeiro de 2017

Teori e conexões. Não foi acidente!

O prefeito do Rio é Marcelo Crivella (PRB) - bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, fundada por seu tio, Edir Macedo(maçom).

Em seu primeiro discurso após a vitória, o prefeito eleito agradeceu os apoios recebidos, como o da Igreja Católica, e disse que conseguiu vencer "uma onda enorme de preconceito levantada na campanha eleitoral". "Agradeço também aos espíritas, umbandistas, aos do candomblé e aos que não têm religião. (...) Ninguém vence sozinho", afirmou.

Em 2016, o tema da redação do Enem foi "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”

Em 2017, um dos temas das redações do Enem foi "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, nos dias 5 e 6 de novembro, quando a maior parte dos candidatos fez a prova; e o outro “Caminhos para combater o racismo no Brasil”, nos dias 3 e 4 de dezembro.


Em vídeo para evento em Nova York, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou para que sejam reforçados os princípios da inclusão, da tolerância e do entendimento mútuo na luta contra a discriminação antimuçulmana – também chamada de islamofobia – e contra o ódio em distintos contextos. O encontro foi promovido pelo Canadá, EUA, União Europeia e a Organização para a Cooperação Islâmica.
No Brasil, os casos de islamofobia não são isolados. Essa realidade é destaque do relatório ‘Intolerância Religiosa no Brasil’, que será lançado nessa semana (19) no Rio de Janeiro.

Teori Zavascki: terceiro judeu empossado no STF

O catarinense Teori Albino Zavascki foi empossado novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga de Cezar Peluso, que completou 70 anos.

André Barcinski, jornalista da Folha, publicou em seu site um relato dos bastidores do acidente aéreo que ocorreu em Paraty

De acordo com André, após o acidente, uma equipe do Corpo de Bombeiros tentou erguer o avião King Air C90GT com a ajuda de moradores locais. A intenção era salvar a vida de uma das moças que estava a bordo. Ela ainda estava viva e clamava por ajuda. Depois de 40 minutos, ela veio a falecer. O jornalista conta que outra tentativa de tirar a aeronave da água foi feita pelo resgate local (moradores, defesa civil, marinha, PM), porém a Aeronáutica teria ordenado que o avião fosse recolocado na água até que a perícia chegasse.
“(…) a aeronave foi novamente colocada no local em que caiu. O pescador tinha provas: um vídeo feito com o celular.” 
Um morador também testemunhou que o avião estava “soltando fumaça branca da asa esquerda antes de perder o controle e cair no mar.”

E para completar apagaram o áudio do piloto!

Não foi acidente!


sábado, 31 de dezembro de 2016

Traidores do Povo Brasileiro!

Estamos sob ataque

Os inimigos discretos

Nós criaremos medicamentos que irão torná-los mais doentes e causarão outras doenças para as quais nós iremos criar ainda mais medicamentos. Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais venenos …

Nós criaremos uma ilusão que será tão grande, tão vasta que vai escapar de sua percepção.  Aqueles que perceberem isso, e falarem a respeito, serão tidos como insanos.  Criaremos frentes separadas de atuação para evitar que eles vejam a conexão entre nós. Nós vamos agir como se não estivéssemos conectados, para manter viva a ilusão por nós criada. Nosso objetivo será realizado em uma gota de cada vez, para nunca trazer suspeitas sobre nós mesmos. Isso também irá evitar que eles vejam as mudanças que ocorrerem.

Estaremos sempre acima do campo relativo da experiência deles, pois nós sabemos os segredos do Absoluto. Trabalharemos sempre juntos e permaneceremos ligados pelo sangue e pelo segredo. A morte virá para aquele que falarem de nossos planos. Nós manteremos suas vidas curtas e suas mentes fracas, enquanto fingimos fazer o contrário. Usaremos nossos conhecimentos de ciência e tecnologia de formas sutis, eles nunca vão ver o que está acontecendo.

Usaremos metais suaves, aceleradores de idade e sedativos nos alimentos e água (FLÚOR), também no ar (CHEMTRAILS). Eles estarão cobertos de venenos em todo lugar que residirem por sua vez. Os metais suaves irão causar-lhes a perda de suas mentes. Iremos prometer encontrar a cura em nossas muitas frentes de pesquisa, no entanto nós iremos alimentá-los com mais venenos.

Os venenos serão absorvidos pela sua pele, boca e respiração, eles vão destruir as suas mentes e sistemas reprodutivos. De tudo isso, seus filhos nascerão mortos, ou defeituosos e nós iremos esconder esta informação. Os venenos estarão escondidos em tudo que os rodeiam, no que eles bebem, comem, respiram e que os desgastam.

Temos que ser espertos na disseminação dos venenos, pois eles veem longe. Nós vamos ensinar-lhes que os venenos são bons, com imagens divertidas e tons musicais na propaganda. Aqueles que assistem até vão nos ajudar. Nós iremos recorrer a eles para empurrar os nossos venenos. Eles irão ver os nossos produtos sendo usados em filmes (n.T. e em tempos mais modernos através da televisão) e irão crescer acostumados com eles e nunca saberão os seus verdadeiros efeitos.

Quando eles nascerem, iremos injetar venenos no sangue de seus filhos e convencê-los que é para  ajudar na sua saúde. Começaremos bem cedo, quando suas mentes são jovens e que terão como alvo os seus filhos com aquilo que as crianças mais amam, coisas doces.

Quando seus dentes estragarem, nós vamos enchê-los de metais que irão matar suas mentes e roubar seus futuros. Quando sua capacidade de aprender tiver sido afetada, nós criaremos medicamentos que irão torná-los mais doentes e causar outras doenças para as quais nós iremos criar ainda mais medicamentos.

Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais venenos.

Vamos centrar a sua atenção para o dinheiro e bens materiais, de modo que muitos nunca se conectem com seu eu interior. Iremos distraí-los com fornicação sexual, prazeres externos e jogos para que eles nunca possam ser um com a unicidade de tudo. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o que dissermos.

Se eles se recusarem, iremos encontrar modos de programá-los mentalmente alterando a tecnologia em suas vidas e usando o consumo desenfreado de drogas. Usaremos o medo generalizado como nossa arma. Nós iremos impor os seus políticos e governos (n.T. Ambos absolutamente controlados por eles) e estabeleceremos oposição e a discórdia dentro deles.

Temos vontade e capacidade de atuação em ambos os lados. Nós iremos sempre esconder nosso objetivo, mas levaremos adiante nosso plano. Eles vão executar o trabalho para nós e nós iremos prosperar com o trabalho deles. Nossas famílias nunca irão se misturar com as deles. Nosso sangue precisa ser sempre puro, pois esse é o caminho. Nós faremos eles se matarem uns aos outros quando isso nos convier.  Nós os manteremos separados da unicidade através de dogma e religião. Nós vamos controlar todos os aspectos de suas vidas e lhes dizer o que pensar, como e quando.

Nós os guiaremos bondosa e gentilmente, os deixando pensarem que estão guiando a si mesmos. Vamos fomentar a animosidade entre eles através de nossas facções. Quando uma luz brilhar entre eles, vamos extingui-la usando a ridicularizarão ou a morte, o que nos for melhor. Nós vamos fazer com que se matem uns aos outros, e matem suas próprias crianças. Iremos conseguir isto usando o ódio como nosso aliado, e a raiva como nossa amiga.

O ódio irá cegá-los totalmente, e nunca hão de ver que ele surge a partir de seus conflitos que emergem com e através de seus governantes, que são controlados por nós. Eles estarão ocupados se matando uns aos outros. Eles vão se banhar em seu próprio sangue e matarão seus vizinhos durante o tempo que acharmos conveniente.

Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais veneno. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o que dissermos.

Vamos nos beneficiar muito com isso, pois eles não vão nos ver, porque eles não podem nos ver. Continuaremos a prosperar devido às suas guerras e suas mortes. Vamos repetir isto mais e mais até que nosso objetivo final seja alcançado. Continuaremos a fazê-los viver com medo e raiva, usando imagens e sons (Hollywood).

Usaremos todas as ferramentas que temos para fazer isso. As ferramentas serão fornecidas pelo trabalho deles. Vamos torná-los inimigos entre si e que odeiem seus vizinhos. Nós iremos sempre esconder a verdade divina deles, de que somos todos um. Eles nunca devem saber!

Eles nunca devem saber que a cor da pele é uma ilusão, eles devem sempre pensar que eles não são iguais. Gota a gota, iremos avançando o nosso objetivo final. Vamos assumir as suas terras, recursos e riquezas para exercer um controle total sobre eles.

Nós vamos enganá-los a aceitarem leis que irão roubar a pouca liberdade que eles ainda têm. Vamos estabelecer um sistema monetário E FINANCEIRO  que vai prendê-los sempre, mantendo eles e seus filhos em dívidas crescentes.

Quando eles se reunirem em grupos, nós iremos acusá-los de crimes e apresentaremos uma história diferente para o mundo através da mídia pois que nós somos proprietários de todos os meios de comunicação.

Usaremos nossa mídia para controlar o fluxo de informações e o sentimento deles em nosso favor. Quando eles se insurgirem contra nós vamos esmagá-los como insetos, pois eles são menos do que isso. Eles serão impotentes para fazer qualquer coisa pois eles não terão armas.
Vamos recrutar alguns deles para levar adiante nossos planos, iremos prometer-lhes a vida eterna, a vida eterna, mas eles nunca a terão pois não são dos nossos. Os recrutas serão chamados por um pomposo nome deiniciados   e serão doutrinados (em sociedades secretas como a Maçonaria, Skull & Bones, Bohemian Grove, Iluminatti, Jason Society, etc…) para acreditar em falsos ritos de passagem para os reinos mais elevados e a ampliação de consciência.
… pois que nós somos proprietários de todos os meios de comunicação … e manipulamos toda a informação para manter o controle…
Os membros destes grupos, acreditarão serem um conosco, mas nunca sabendo da verdade.  Eles nunca devem tomar consciência dessa verdade para eles não se voltarem contra nós.

Por seu trabalho, eles serão recompensados com coisas terrenas e grandes títulos e honrarias mundanas, mas nunca se tornarão imortais e se juntarão a nós, nunca eles vão receber a luz das estrelas e viajar entre elas. Eles nunca alcançarão os reinos superiores, pois pelo assassinato de sua própria espécie  isto irá impedir a passagem para o reino da iluminação e da Luz.

Isto eles nunca saberão. A verdade estará escondida debaixo dos seus rostos e narizes, tão perto que eles não serão capazes de incidir sobre ela até que seja tarde demais. Oh sim, tão grande  será a ilusão de liberdade que criamos, que eles nunca vão saber que em realidade eles são nossos escravos.

Quando tudo estiver no lugar, a realidade que tivermos criado para eles irá possuí-los. Esta realidade será a sua prisão.

Eles viverão em auto-ilusão  permamente. Quando nosso objetivo for conseguido, uma nova era de dominação mundial irá começar (n.t. A tão desejada implantação da Nova Ordem Mundial-NWO).

Suas mentes estarão limitadas por suas crenças e hábitos, as MESMAS crenças e hábitos que nós estabelecemos desde tempos imemoriais (desde  o surgimento da Babilônia).

Mas se eles conseguirem descobrir que nos são iguais, então nós iremos morrer. ELES NÃO DEVEM SABER. Se eles conseguirem descobrir que juntos eles podem nos derrotar, eles tomarão esta ação.

Eles nunca, jamais, devem descobrir o que temos feito, pois se eles fizerem isso, não teremos nenhum lugar para correr, pois será fácil de ver quem nós somos uma vez que o véu caiu. Nossas ações irão revelar quem nós somos e eles vão nos caçar e nenhuma pessoa nos dará abrigo.

Este é o pacto secreto pelo qual viveremos pelo resto das nossas vidas presente e futuras, pois esta realidade irá transcender muitas gerações e abarca toda a vida no planeta. Este pacto é selado com sangue, nosso sangue. Nós, os que dos céus à Terra viemos. (n.t. os que foram expulsos dos  “céus”)

“Este pacto, JAMAIS, NUNCA deverá ser conhecido da sua existência“. Esse grupo de seres esta trabalhando arduamente, nesse exato momento em que voce esta lendo essas linhas, na implantação de um GOVERNO GLOBAL totalitário, controlado por apenas um homem, cuja aparição foi profetizada como o ANTICRISTO.

Nunca, jamais, deve ser escrito ou falado sobre ele, pois se o fizermos, a consciência que ele produzirá irá liberar a consciência e a fúria do Criador sobre nós e então nós seremos lançados para as profundezas de onde viemos, e permaneceremos lá até o fim dos tempos infinitos.

{Nota do Tradutor: Essa declaração foi feita por um ser humano cuja alma e espírito pertence ao grupo conhecido como ANJOS CAÍDOS, WATCHERS (os Vigilantes draconianos), e foram adorados como deuses em tempos remotos de nossa história (na China, Babilônia, etc) e são citados no apócrifo Livro de Enoch. Sua existência é mencionada na Bíblia e em todos os outros escritos sagrados de todas as culturas antigas. 

sábado, 10 de dezembro de 2016

Obama pede às tropas para "protestar" contra a autoridade de Trump. Traindo a pátria americana, é um inimigo interno(enemy from within)






Obama pede às tropas para "protestar" contra a autoridade de Trump, sugerindo "criticar o presidente"

Com Obama assumindo uma atitude tão negativa em relação às forças armadas dos EUA, é difícil imaginar o que poderia estar passando pelos pensamentos dessas pessoas ao serem abordadas por este presidente. Ele apenas se dirigiu às tropas da Base Aérea de MacDill, dizendo-lhes que eles têm o direito de protestar contra a autoridade e a criticar o presidente. Isto é uma espécie de conveniência agora que Obama vai deixar o cargo em pouco mais de um mês. Em uma tentativa de conter o dano que está sendo feito por Obama e seus companheiros progressistas, e "Perturbado pela possibilidade de revolta dentro das forças armadas devido à persistência de tensões com relação à eleição, o presidente do Estado-Maior Conjunto, General Joseph Dunford, exortou os militares a lembrarem que seu dever é com sua nação primeiro ". E aqui está uma das tentativas de Obama para sabotar as coisas para o Sr. Trump. Poderia ser um estímulo de um presidente em exercício para que as tropas cometessem motim?
No final de seu discurso, em declarações claramente destinadas a seu sucessor, Obama disse que queria lembrar as tropas "porque é que você está lutando." "Os Estados Unidos da América não são um país que impõe testes religiosos como um preço da liberdade. Somos um país que foi fundado para que as pessoas possam praticar suas crenças como quiserem. "Os Estados Unidos da América não são um lugar onde alguns cidadãos têm de suportar maior escrutínio ou levar um cartão de identificação especial ou provar que eles não são um inimigo interno. Somos um país que sangrou, lutou e se sacrificou contra esse tipo de discriminação e arbitrariedade aqui em nosso próprio país e em todo o mundo. "Somos uma nação que acredita que a liberdade nunca pode ser tomada como garantia(certeza). E que cada um de nós tem a responsabilidade de sustentá-la(apoiá-la); O direito universal de falar o que a sua quiser mente e de protestar contra a autoridade e de viver numa sociedade aberta e livre que pode criticar o nosso presidente sem retribuição ".

O que Obama pede em seu zelo de estabelecer armadilhas para Trump, é que Trump não vai envenenar seu relacionamento com os militares nem criará um ambiente hostil com eles. Assim como com tantas outras coisas, uma vez que Obama estiver fora da Casa Branca e Donald Trump assumir, podemos antecipar uma melhoria na relação entre os membros das forças armadas e seu comandante-em-chefe(presidente).

Relembrando a tradução do nome de Barack Hussein Obama:
Baraq era o nome da criatura alada (semelhante a um cavalo) que levou Maomé a uma jornada noturna ao Paraíso. Baraq também pode significar "Deus está abençoando".
Obama é uma variação swahili para Osama, que era um dos guerreiros-chefe de Maomé. Osama também quer dizer leão.
Hussein era o nome do neto de Maomé.
Assim, o nome inteiro de Obama é baseado em mitologia islâmica.
Barack Hussein Obama quer dizer [Alá está abençoando] [o neto de Maomé] [Um dos melhores guerreiros de Maomé].

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Empresas de tecnologia dos EUA negociando com o inimigo. A China tem os EUA no bolso.

Peter Singer, um importante estrategista geopolítico, acredita que as empresas de tecnologia dos EUA se abstêm de fornecer seus serviços de ciberguerra ao Pentágono, a fim de evitar comprometer sua relação com o mercado chinês.
Um autor e colega sênior do thinktank da New America Foundation disse que viu os EUA e a China engajados em uma nova guerra fria, que é travada em parte no ciberespaço. De acordo com Singer, ela inclui táticas como cyber-espiões chineses roubando segredos relacionados com o jato F-35 militar dos militares americanos para construir um avião de guerra clonado. Ao mesmo tempo, a China queixou-se de que os Estados Unidos usam seu poder para monitorar outros países fingindo estar lutando contra o terrorismo.
As capacidades militares de alta tecnologia da China deixaram os EUA com tentativas de recuperar o atraso. Peter Singer explicou que no passado o governo liderou o caminho com inovação e indústria seguido, enquanto agora é o setor privado - e isso pode ser visto claramente no recente debate quente sobre a criptografia da Apple. Assim, em tentativas de modernizar as operações de segurança nacional, o governo dos EUA tem tentado fazer contatos com o Vale do Silício - por exemplo, o Pentágono reservou US $ 18 bilhões para investir em tecnologias de próxima geração como munições guiadas, guerra eletrônica e robótica. 

No entanto, as empresas de tecnologia dos EUA não estão dispostas a cooperar, pelo menos porque geralmente dependem da China tanto para sua cadeia de suprimentos como para uma enorme base de clientes. Enquanto o Pentágono está tentando assegurar às empresas que é apenas sobre a China, elas respondem que é muito difícil cooperar com o Pentágono por causa de seu complicado sistema de compras. Ao mesmo tempo, qualquer observador do mercado entende que a verdadeira razão é que, se as firmas de tecnologia adotarem o governo com muita força, correria o risco de lhes custar todo o mercado da China.

domingo, 20 de novembro de 2016

Política macroeconômica brasileira nas mãos de Wall Street. O papel insidioso do Ministro das finanças de Michel Temer, Henrique Meirelles de Campos.

O papel insidioso do Ministro das finanças de Michel Temer, Henrique Meirelles de Campos.

Um antigo Presidente/CEO de uma das maiores instituições financeiras da América (e um cidadão dos EUA), Henrique Meirelles de Campos, controla as principais instituições financeiras do Brasil e define a agenda macroeconômica e monetária para um país de mais de 200 milhões de pessoas, orientado por Wall Street.
O Henrique de Campos Meirelles, ministro interino das finanças, inicou a reforma e o controle sobre a política monetária e macroeconômica. O gerenciamento chave do ponto  de vista de Wall Street são: o Banco Central, que domina a política monetária, bem como operações de câmbio; do Ministério das Finanças e do Banco do Brasil.
Em nome de Wall Street e do "consenso de Washington", o "governo" de Michel Temer nomeou um ex-CEO da Wall Street (com cidadania dos EUA) para chefiar o Ministério das finanças.
Henrique de Campos Meirelles, um antigo presidente do Fleet Boston Financial Global Banking (1999-2002) e ex-chefe do Banco Central, sob a Presidência de Lula foi nomeado Ministro das finanças em 12 de maio.
Ilan Goldfajn, nomeado para dirigir o Banco Central, foi economista-chefe do maior banco privado do Brasil, Itaú. Goldfajn tem laços próximos com o FMI e o Banco Mundial. Ele é um compadrio financeiro de Meirelles.

Antecedentes históricos 1

O sistema de moeda do Brasil sob o Real é fortemente dolarizado. As operações de dívida interna são conducentes a uma aumento da dívida externa. Wall Street tem a intenção de manter o Brasil em uma camisa de força monetária.
Desde o governo de F.H. Cardoso, Wall Street tem exercido controle sobre compromissos econômicos do Brasil, incluindo o Ministério das finanças, o banco do Brasil e o Banco Central. Sob os governos de FHC e Luis Ignacio da Silva (Lula), a nomeação do governador do Banco Central foi aprovada por Wall Street.
Todos os 3: Cardoso, Lula e Temer, têm compromissos em nome de Wall Street
Armínio Fraga: Presidente do Banco Central (4 de março de 1999 – 1 de janeiro de 2003) foi o gestor de fundos de hedge e estava associado à George Soros, do fundo Quantum, de New York, e tem a dupla cidadania Brasil-EUA.

Henrique de Campos Meirelles, Presidente do Banco Central, (1 de janeiro de 2003 – 1 de janeiro de 2011). Tem a dupla cidadania Brasil-EUA. Foi e Presidente e COO do Bank de Boston (1996-99) e presidente do FleetBoston do Financial Global Banking (1999-2002). Em 2004, o FleetBoston fundiu-se com o banco América. Antes da fusão com o banco América, FleetBoston foi o sétimo maior banco dos EUA. O Banco América é atualmente o segundo maior banco dos EUA.
Depois de ter sido demitido por Dilma em 2010, Meirelles foi nomeado Ministro das Finanças pelo Michel Temer.

Ilan Goldfajn, economista-chefe do maior banco privado do Brasil, Itaú. Goldfajn foi nomeado pelo governo de Michel Temer para dirigir o Banco Central. (16 de maio de 2016). Ele tem a dupla cidadania Israel-Brasil.
Goldfajn já havia trabalhado no Banco Central sob a direção de Armínio Fraga, bem como sob a direção de Henrique Mereilles. Ele tem laços pessoais próximos ao Professor Stanley Fischer, atualmente Vice-Presidente do Federal Reserve. Nem será necessário dizer que a nomeação do Golfajn ao Banco Central foi aprovada pelo FMI, o tesouro dos EUA, Wall Street e a Reserva Federal dos EUA.
É interessante notar que Stanley Fischer anteriormente tinha ocupado o cargo de Gerente-Diretor-adjunto do FMI e governador do Banco Central de Israel. Tanto Fischer e Goldfajn são cidadãos israelenses, com laços com o lobby pró-Israel.

Antecedentes históricos 2

No início de 1999, de imediato, acorda do ataque especulativo contra a moeda nacional do Brasil (Real), o Presidente da Central Bank Professor Francisco Lopez (que tinha sido nomeado em Janeiro dia 13 quarta-feira preta 1999) foi demitido pouco tempo depois e substituído por Armínio Fraga, um cidadão americano e funcionário da fundo Quantum de George Soros em Nova York.
"A raposa foi nomeada para guardar o galinheiro".
Mais concretamente, os especuladores de Wall Street foram responsável pela política monetária do Brasil. Sob Lula, Henrique Campos de Meirelles foi nomeado presidente do Banco Central do Brasil. Ele havia atuado anteriormente como presidente e CEO dentro de uma das maiores instituições financeiras de Wall Street. O FleetBoston foi o segundo maior credor do Brasil, depois do Citigroup. Para dizer o mínimo, ele estava sob conflito de interesses. Sua nomeação foi acordada antes da adesão de Lula à Presidência.
Henrique Meirelles foi um acérrimo defensor da controverso plano Cavallo do Argentina, na década de 1990: um "plano de estabilização"  de Wall Street, que espalhou o caos econômico e social na Argentina. A estrutura essencial do plano de Cavallo na Argentina foi replicada no Brasil sob o plano Real, ou seja, a aplicação de uma moeda conversível em dólar nacional (Real). O que este regime implica é que a dívida interna é transformada em dólar na denominada dívida externa.
Quando da adesão de Dilma à Presidência em 2011, Meirielles não foi renovado como presidente do Banco Central.
Soberania na política monetária
O Ministro das Finanças Mereilles sob o governo Temer, apóia a suposta "independência do Banco Central". A aplicação deste conceito falso implica que o governo não deve intervir nas decisões do Banco Central. Mas não há restrições nas intervençõpes das "Raposas de Wall Street".
A questão da soberania na política monetária é crucial. O objetivo foi negar a soberania do Brasil na formulação da política macroeconômica.

As "raposas deWall Street"

Sob Dilma, a "tradição" da seleção de uma raposa de"Wall Street" havia sido abandonada, com a nomeação de Alexandre Antônio Tombini, um oficial de carreira do governo, que chefiou o Banco Central do Brasil de 2011 a maio de 2016.
No momento da adesão de Michel Temer como presidente, Henrique Campos de Meirelles foi nomeado para chefiar o Ministério das Finanças. Por sua vez, Meirelles nomeou seus próprios colegas para chefiar o Banco Central e Banco do Brasil. Meirelles foi descrito pela mídia dos EUA como sendo "amigável ao mercado".
Compromissos econômicos de Michel Temer:
- Henrique de Campos Meirelles, Ministro das finanças,tem dupla cidadania Brasil-EUA
- Ilan Goldfajn, Presidente do Banco Central do Brasil, compadrio, nomeado por Meirelles, tem dupla cidadania Brasil-Israel.
- Paulo Caffarelli, Banco do Brasil, bom amigo, nomeado por Meirelles

Observações finais

O que está em jogo através de vários mecanismos – incluindo operações de inteligência, manipulação financeira, propaganda de mídia – é a desestabilização definitiva da estrutura de estado do Brasil e da economia nacional, além do empobrecimento em massa do povo brasileiro.
Os EUA não quer lidar ou negociar com um governo nacionalista soberano e reformista. O que quer é um país manipulável e compatível com dos EUA.
Lula foi "aceitável", porque ele seguiu as instruções de Wall Street e do FMI.
Enquanto a agenda política neoliberal prevaleceu sob Dilma Rousseff, uma agenda reformista-populista também foi implementada, que partiu do patrocínio de Wall Street durante a Presidência de Lula. 
De acordo com o Managing Director, Heinrich Koeller, do FMI (2003), Lula foi "Nosso melhor presidente": "Sou entusiasta [com a administração de Lula]; mas é melhor dizer que estou profundamente impressionado pelo Presidente Lula"(conferência de imprensa do FMI, 2003).
Sob Lula, não havia necessidade de "mudança de regime". 
Luis Ignacio da Silva tinha aprovado o "consenso de Washington".

O desaparecimento temporário de Henrique de Campos Meirelles, após a eleição de Dilma Rousseff foi crucial. 
Wall Street não havia aprovado as nomeações que Dilma fez para o Banco Central e o Ministério das finanças.
É interessante notar que ex-presidente Lula, que tem uma estreita relação pessoal com Meirelles, havia recomendado à presidente Dilma a nomeação de Meirelles para o cargo de ministro das Finanças.

Nota: as 10 regras do Consenso de Washington

As dez regras